Se areia da ampulheta recriasse a sua queda, a água da clepsidra retivesse as gotas, e enquanto o relógio de sol contivesse a luz ,poderia ter aquele teu esgar eternamente...e a partilha dum cigarro qual baba transmutasse na tua essência. E tudo parasse naquele instante, e se mostrasse eterno. Com a ternura do teu ser a cavitar no meu, criando um elo em que a mim uma comoção, em ti uma desilusão e no Mundo uma ilusão . Porém estancasse numa orbital recessiva e permanecesse ali. Associado àquela vivência numa terna permanência e com uma estética de coexistência coerente e só a mim ficasse naquela espiral, sem tempo, espaço, nem gente ou qualquer outro pedaço fosse ele de movimento, reactivo ou energético. Só nesse período sempre sem lados espaciais ou períodos temporais, para te poder olhar, sentir rever e reter num sentimento constante sem que alguém o adulterasse...
aquilo que o real não deixasse ser, ter ou permanecer, que nessa espiral ficasse tudo o que eu queria, Fosse;
sentir, obter, rever, fazer, conter, abraçar, cheirar, querer, sonhar, pensar, desejar, realizar, coexistir ou somente ser:
Nesta minha ilusão projetada astralmente, quiça até 18 de Maio, não negar nenhuma ciência consciência ascendência ou transcendencia, que desconhesse!

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