Um sabor acre na mente mas nem me sabia a mim! Se era eu em suma, estou incerto, se pedaços em súmula decerto que sim. Simultaneamente sentia sábia consciência como, em provada, néscia permanência.
Em levitação fiquei e aos poucos andei até agora não parei para tentar perceber o quê e olhar para descobrir...O que eu estava a acontecer?
Fiquei siderado e afinal fui enganado, ou não, talvez engasgado com tamanha confusão que brotava do meu cérebro. Tanta ilusão terei criado, que imaginava estar adormecido, a sonhar que tinha sobre isto sonhado. E não conseguia acordar dessa desilusão de afinal ter a confusão de desconhecer estar acordado. Entretanto saí da cama e olhei para mim, não do alto como o sempre eterno e expedito encontro de "experiência fora de corpo". Antes o meu eu explorara a hipotética entrada na mente, e vendo-me de lá: dali para fora. E fora isso que terei expelido, minhas vísceras alma e ente. Sem grande aspecto, meti tudo dentro decentemente, endireitei-me e na consulta metafísica tinha estado permanentemente...


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