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06 outubro 2026

Aos amigos ausentes e pressentes "ou mal passado pra mesa virtual no canto!"

 



Por vezes saiu-me um ensaio idiota, às vezes uma estória sem ponta por onde se pegue, uma opinião irascivel se segue e ainda um comentário político sem direcção nem sentido concebivel ou vazio de fito, inerte de objectivo e destino ausente.

Mas hoje decidi fazer algo diferente e consagrar este espaço a amigos ausentes que estão longe mas por detrás do pano presentes e daí que não queira fazer um apontamento de reportagem ou uma singela homenagem à sua alma ou mente, assim fazemos antes "apontamentes" direccionado -> Aqueles que estando ausentes recordam-se do presente( primeira pessoa do singular) pois a amizade é um conceito que não é vago nem peculiar e tem fundamento no bom senso e na moral e bons costumes, sabeis disso? Então cá vai disto...

Ponto parágrafo aspas travessão.

Apagam as luzes e sobe o pano.

 Aliás dizem os entendidos que a amizade, dizem os filósofos e os manuais dos bons costumes, é um dos sentimentos mais nobres da condição humana. Define-se pela reciprocidade, pelo apoio mútuo, pela partilha desinteressada e por uma conexão que desafia o tempo e a distância. É um porto seguro onde dois seres se cruzam em pé de igualdade. Isto, claro, na teoria. Na prática, e com duas décadas de convivência à mistura, descobri que a amizade também se pode definir como um excelente negócio unilateral — pelo menos para uma das partes.

Há quem confunda amigos com investidores a fundo perdido. Durante anos, sempre que a noite do Bairro Alto chamava, os copos surgiam e a missão de sedução começava, a coreografia era de uma precisão matemática. Havia quem tivesse os bolsos cheios e a conta bancária recheada, mas sofresse de uma súbita e crónica amnésia financeira assim que a conta chegava à mesa. "Não tenho nada, pá", dizia-se, com a mão ligeira a afastar-se da carteira. E ali estava eu, o mecenas oficial da noite lisboeta, a pagar o compasso e o ritmo de uma diversão que se escrevia a duas vozes, mas que era liquidada apenas por uma. As dívidas acumulavam-se num caderno invisível de promessas de pagamento que, ironicamente, nunca saíram do papel.
Passou-se o tempo. Uma década de silêncio absoluto. Nem uma chamada, nem uma mensagem, nem um "como estás?". O desaparecimento confirmou o que os números já sopravam: a suposta amizade não era um vínculo, era um contrato de usufruto. Ele usou, abusou, consumiu e seguiu viagem sem pedir licença — porque se a tivesse pedido, a minha generosidade talvez lha desse. Mas a audácia dos parasitas reside precisamente em não dar espaço à escolha.
Contudo, o universo da tecnologia é fascinante e o arquivo digital do Deus ex-machina não dorme. Após dez anos de um deserto de palavras, eis que descubro que o meu velho companheiro de copos afinal sabe ler. E lê com muita atenção. Frequenta o meu blogue, consome o meu material e, numa reviravolta digna de um plágio barato, apropria-se das minhas ideias, da minha psique e da minha escrita. O homem que tinha muita moral e pouca ética e vontade  para mais "um copo de três", hoje demonstra uma tremenda riqueza... de falta de originalidade.
O parasitismo( nem sequer simbiotico ou mutualista) ou  evoluiu da matéria orgânica para a inorgânica: antes alimentava-se da presença e da minha carteira aquando cheia, pois ora quando se encontrava vazia, nem sei onde estaria! E hoje alimenta-se do meu intelecto?? Espero, muito francamente, estar enganado desta minha opinião e sinceramente espero não ter razão e tudo o que digo aqui é apenas da boca pra fora e plena de emoção e fruto da desilusão, ou ilusão( e falta dela!)
Olhando para trás, o desalento dá lugar à lucidez. Duas décadas de ilusão e uma década de silêncio deixam um veredicto claro. Não há como voltar a ser amigo de quem confunde inspiração com soberba pompa e circunstância ficando aqui a lealdade como conveniência. Fica aqui o registo impresso, indelével como uma estátua numa praça ou uma amálgama dum texto pronto a estrear num palco! E vou parar para não queimar, pois já cheira a fumo! E minha escrita tem rumo, meu caro, e continuas a ser a sombra na luz dos outros. Ou és um espectro que vibra no espectáculo alheio?....
Fica apenas o breu...
Desce o pano...
e nele cai a nódoa...




27 agosto 2026

GAYA


 

Com um clip e um "clique" tudo se pode mudar... A pose, o zoom, o clima, a luz. E, a certa altura, acertar e clicar em cheio! É como se saísse a sorte grande com um só plano, ficando este pleno de momentos, instantes e recortes.
Apenas a quem disparou ficarão reservados esses instantes, cheios de coisas cá dentro que nos disseram com os lábios, os olhos, ou as mãos. Sem partilhar com ninguém, decerto sussurram tudo, mas convictos de que ficará para Eles. Porém, a objetiva apanhou não o conteúdo, mas a forma!
E sendo esta frase já um fait-divers e mais que um Déjà vu, reservo-me o direito de a modificar, mas à minha maneira. Assim, a câmara não captou o seu rumo, mas apanhou-lhes o seu compasso ou ritmo. E é nisso que na fotografia tem de constar. Não quem são, pois as fotos serão vistas por "n" gentes que nos ou vos desconhece. Todavia, pela sua gravação desse pedaço, qual estátua numa praça, ficará para sempre.
O seu semblante: ora se virado para nós ou olhando o vazio?... E as mãos? Estarão fixas, aguardando tal momento, ou sem se tocarem nem procurarem um objeto para se apoiarem? E os ombros? Hirtos, tensos? Em ângulo reto, preparados ou descontraídos como que dizendo: "anda tira! Daqui a nada levas!"?
No cômputo geral, há uns que se vão escondendo e fugindo da objetiva, ou mesmo do fotógrafo. Outros acedem a contragosto e pretendem ocultar-se por detrás doutras cabeças, de árvores, ou escapando com desculpas: "tenho de ir!", "olha o meu comboio!"... E ainda há aqueles que vão buscar máscaras e posturas falsas, escondendo as mentiras e o receio da quebra dum telhado de Vidro.
Aqueles que tentam escapar dum Zoom que captura o espírito, a psique ou seus segredos, ficam para sempre registados num rolo, ou numa amálgama de silício. Serão, vezes sem conta, observados, analisados e vistos por terceiros que não conhecem. Ou, caso nunca sejam retirados da película, ou passados para mp3 e revelados, ficarão apenas olhados por inteligências que, além de artificiais, não julgam nem sequer dão juízos de valor sobre suas vivências ali retratadas.
Mas fugindo assim da crítica consciente da mente humana, irão transcender o tempo e o espaço. Farão parte dos inúmeros Petabytes do arquivo infinito do Deus ex-machina que, após Eons da nossa extinção, irá singrar como um arquétipo. Quem sabe dando origem a um Protótipo para o Mundo futuro.
Somente uma consciência inorgânica que, saudosa da matéria orgânica, busca no seu "Cancioneiro geral do Património da humanidade e matéria viva no Geral que habitava a Terra". E, sacando um pouco de ADN, fabrica uma mitocôndria. Em seguida uma célula, e outra agora especializada, daquele ser humano que viu na foto. Por saudosismo, sentiu-se capaz de quebrar as regras.
Após 1.200.000.000 anos, e por ter revisto no Cancioneiro as fotos de um tal fulano, quis saber o que tinha para dizer. Enquanto, ao mesmo tempo, revvia a literatura sobre Ciências Humanas, religiosas e mitos e lendas da Criação, e apesar de não ter necessidade de sonorização acerca dos seus Comandos, Disse:
"Fiat Lux!" — Faça-se Luz.
E chamou ao primeiro homem Adão...




POST SCRIPTUM: Adão ao fazer costeletas assadas, olhando o por-do-sol dum qualquer horizonte dos primórdios do holocenico, deu-se-lhe um baque na alma e no coração. Como se faltasse algo, uma tristeza, um vazio enorme ! Ahhhh pensou....e de repente lembrou-se falta sal... e teve de descer a encosta  busca duma rocha na maré baixa. 
( se julgaram ser Eva, enganados foram por esta sua ceia ensonsa... Pois para descrever esta outra criação, o seu complemento, o seu yang,  a sua peça em falta, terá que haver inspiração e uma espécie de plenitude intelectual, e usar o lado direito do cérebro, além de diversos rascunhos desperdiçados, muita escrita sem sentido apagada e reescrita, para depois haver mais de 3 páginas dactilografadas sobre Ela...um trabalho hercúleo, numa produção com Atena, em meu auxílio... Até lá...Um bem haja!)








19 agosto 2026

Aviso

Para todos:
Para ti:

Não tenho publicado porque não me apetece.

E atenção: já esteve mais longe uma queixa judicial por intimação e devassa e invasão de propriedade privada!




 

27 julho 2026

 https://youtube.com/shorts/RZA3RIOYimA?si=N8unHG9fuWXNuc8j


The kingdom is not ready for William because the nation it was an emotional moment and the nation was stunned and Charles did something everyone feared 


after royal experts said the official transition could happen within months not years, and if Charles has been quietly preparing Willam to take over, they'll probably have to pick up the shattered Charles whilst Willam is shaking and this will be difficult to manage so if Harry claims the crown, it must be a hard and difficult process...



Transcrition:

King Charles just did something no one expected 

In an emotional moment that left the nation stunned 

King Charles publicly acknowledged what everyone feared

His time on the throne may be ending sooner than planned 

Sources closed to the palace revealed Charles have been quietly preparing Willam to take over 

During a recent private gathering Charles reportedly broke down while telling Willam :

"The Crown will be yours sooner than we hoped"

Kate Middleton was seen wiping away tears

Prince William visibly shaken simply nodded

This wasn't just a royal handover 

This was a father saying goodbye to his legacy

royal experts say the official transition could happen within months not years, 

Willam is already been briefed on duties usually reserved for the reigning monarch.

The question everyone's asking is Britain ready for King William 


Extra! Extra!

 




Eu sei que todos temos as nossas prioridades! Há 

responsabilidades, chatices, problemas e coisas que não conseguimos ultrapassar ou resolver....e é uma chatice...

Ah! E até vos digo mais!

Nesta altura é decerto mais complicada,pois como estamos no período estival e  pós-campeonato mundial, estamos assim à modos que cansados, uns a precisar de férias,  outros parados e muitos a trabalharpose julgo não ser sem motivo do ponto de vista das elites da diplomacia macro-económica ("panem et circenses" Império Romano dixit) mas não devem ter reparado que o auxílio americano à Ucrânia está deficitário vis-a-vis superavitario mais a baixo na Pérsia. E se estiverem atentos às notícias os mesmos aumentaram o número de bases nas Filipinas, assim como os confrontos pelo controlo das zona piscatória entre os Chineses e Filipinos, pelo que estamos a atingir um zénite de querelas, quezílias ou conflitos físicos entre esses países, através das suas marinhas. O que está decerto a evoluir gradualmente e pé ante pé para uma Guerra, não só na Europa, nem apenas no Golfo, ou seja por todo o lado, com a junção dessas diversas disputas pelas pelo Globo, poder-se-á designar de Mundial, e com o apetite dos EUA pela soberania do Mundo, não estando muito convictos de que já não vivemos, num Mundo unilateral a nível de potências, mas sim Multipolar, quererão os EUA alterar a retórica desta nova denominação retirando o Multi ao Polar, anexando as palavras "Guerra",  com "Mundial" e colocando um prefixo numérico à frente? Isto é, novamente falando para aqueles mais distraídos: 

Retirando o "Multipolar" à relação política internacional e juntando as outras palavras à dinâmica bélica desse país ficamos com quê? 




Uma bela expressão que certamente será a última que ouvirão antes do estrondo da sua junção:


Terceira Guerra Mundial!


E garanto-vos que será terminará num Estrondo!

Estaremos cá para ouvir? Ou ainda estarão distraídos?!....










Que lindo e belo tudo isto!

 Era bonito, o nosso Planeta não era?!......

26 julho 2026

Quando cresci e ciente do meu Ego versão 2.0




Aos demais interessados:

Faço aqui um post scriptum ao texto anterior,  para que possam estar cientes, do facto que a minha narrativa anterior, não  passa duma estória com uma retórica subvertida sendo rica em figuras de estilo, i.e, hipérbole e parábola, fruto
dum estado de espírito também ele em figura de estilo agreste pelo que aquilo que reflecte não é assim o que aconteceu, mas também convém admitir, que são situações que ocorrem, porém revestem o quadro com pinceladas tons de negro escuro aquando antes estava tracejando o espaço a cor-de-rosa. O Quadro em branco, que se começava a pintar de momentos únicos de brilho pintalgado a verde e rubro, foi tomado com pastel e trincha de breu pelo momento em que de comummente ocasião factual interessante, a mente esvaziada de bom senso foi de repente tomada por ausência de respeito pela tela colorida, e reflectindo momentaneamente por impulso de indescritível insana insegurança, desconfiança e descrença, mudou os tons para dramáticos quando recordados os impulsos traumáticos, virando a paisagem de planície de áurea vegetação abanando-se ao sabor do vento, e desta paixão interna, num instante assaz depressivo, relevando de romantico a sorumbatico, tendo a tarde soalheira levado a uma repentina tempestade que se aproxima e caiu cinzenta, com uma tonalidade plúmbea, e os campos em grotesco cinzento de seca agreste sem vida à volta até ao horizonte que se esvanece e esbate com o céu de igual cor. 

Para lá do quadro metafórico se encontra uma escrita em uníssono dos mesmos tons enfim. 

A paisagem não é rupestre, nem recíproca com a emoção causada que não sendo celeste, será mais idêntica à estar na Lua,e não consciente que os pés estão assentes na Terra, sem que se arrastem num chão duma desgraça pensada, numa alma penada, que cisma com política de terra queimada, para poder  ficar no passado da desilusão e insistir no fado registado como vítima do seu próprio passado,e ao invés de erguer sua própria pessoa num enredo de facto consumado, conduzindo a um julgamento desgraçado, deve rasgar tal momento embuçado, e rasgar tal máscara e revelar o seu melhor lado!

Colocando o presente quadro no passado, e rasgando a tela, ou em água-rás passar a moldura, e com diluente passar a mente, até que saia tal visão da fervura, arrefecendo a mente até que tenha uma nova pintura, em cores diferentes de alegria, traços frescos na postura, rasgos novos e aumentando o ponto de fuga, esticando-o até ao infinito tal qual uma posição frontal inovadora, sem esperar encontrar o passado, evitar a vítima e criando um novo fado, num objectivo concreto de inovação como motivação, num fito aberto de bom senso e trocando tristezas por certezas de pensamento imenso e positivo focado na assertiva ideia dum futuro intenso e estando sempre presente numa fase que leve a um sentimento emoção e alento cativo!

 





08 julho 2026

Quando cresci e ciente do Si, percebi que não deveria estar aqui( a ser revisto e alterado)








 De que vale a pena viver? Ou permanecer aqui? Depois de tudo houve um erro em que percebi que foi por engano que nasci?
Após teu pai falecer, tua mãe te desdenhar, restante família acusar de nada prestar. Deixei as ligações amorosas por não ser capaz de as ouvirem criticar. Os colegas de trabalho odeiam-me. Amigos já não quero nem me dou.

Preciso de arranjar um método de acabar com isto o mais rapidamente possível. 

Não tenho vontade de aqui estar 

Vivo em eterno stress por causa de existir

Não tenho nada à humanidade para ofertar 

Fartei-me de aqui estar e nada mais tenho para fazer 

Impeçam os outros de progredir

Ocupo precioso lugar para quem quer singrar

Quero ir ver o meu falecido e querido Pai para me poder despedir em condições , sei que não vou para o mesmo lugar dele, mas enquanto no limbo, queria ter tempo para dizer: Obrigado Pai por tudo o que fizeste por mim! Se algo tenho de positivo, ou seja, simpatia, caridade, entreajuda, bom vizinho, marido, pai e colega, devo a Ele, e só queria agradecer e dizer que te amo meu Pai

Eu se ainda vivi até aqui é por Ele, mas agora, já nada tenho de motivação, interesse, vontade,paixão ou qualquer outra emoção

Preferia ser atropelado, ou cair de algum lado ou ser electrocutado. E não é para não sentir dor mas sim para ser rápido!

Mas se assim não for posso morrer queimado e sentir o corpo a desfazer enquanto sei que estraguei tudo neste viver.

Ou tomar uns comprimidos, acho que a minha mãe ainda os tem lá, já passaram da validade, mas servem para isto. Basta uma lamela, deito-me e acordo do outro lado!

E é verdade em suma que fiz?

Destruí a Vida dos meus Pais

Contribuí para a morte do meu Pai e da minha avó materna!

Fiz com que o meu irmão me odiasse

Além de destruir a vida de mais de 50 miúdas que se não me conhecessem estariam casadas à anos, sem ter de aturar a minha paranóia, existência doentia, enquanto pedia para ficarem acabei por as deixar, excepto uma que me encornou sem eu saber.


Contribuí para destruir a vida familiar, social, laboral, a gente à minha volta tornou-se quezilenta, a vizinhança violenta, e eu uma personagem nojenta.

Dos 237 livros que tenho no meu quarto, 50 % são literatura sobre Ciências, História e romances. E o restante são obras sobre existencialismo: Camus, Sartre, Goethe, Pessoa, Voltaire, Kant, Schopenhauer, Keroauc, Burroughs, Kafka, Herman Hesse, Nietzsche, Heideger, Dostoievski etc etcétera.

E Os Poetas Mário de Sá Carneiro e Camilo Pessanha!

Essenciais para esta minha decisão e mais é por isto também pois sou incapaz de me expressar e estou farto, não aguento mais de

 ser ignorado,

 ridicularizado, 

posto de lado, 

sem poder falar o que aqui vai dentro e qual o meu estado, 

Espera aí que já venho

Agora não 

Calma

Espera

Não te importas?

Podes estar  calado?

"Agora não, amanhã de manhã" e vira-se de lado

"Tu és chato"

"CALA-TE!"

"JOÃO,  ESTOU A VER TV!"

"João,  estou ocupado"

"JOÃO,  VOLTA AMANHÃ"

"João,  não vês que estamos a falar"(tinha um arame espetado na perna)

"JOÃO,  VAI-TE EMBORA"

"EH PAH, DESAPARECE!"


E assim decidi fazer, estou farto disto tudo! Quero desaparecer rápido para esquecer isto e a vergonha que dei, a humilhação que passei e as emoções que destrui e cortei!....



Se houve algo que aprendi?  Nunca desperdiçar a família e aproveitar sua companhia e amor!


07 julho 2026

Ser humano sem ser um mano de ninguém

 



Cada vez que me olho que vejo?

Nada de jeito. Um homem vulgar, um filho desnaturado, um namorado instável, um colega execrável e um ser humano. E que é isto de ser humano? Tem muito que se lhe diga! Uma espécie estranha com menos um par de cromossomas que os nossos primos primatas. O cromossoma 23 fundido como se adulterado... Ao fim ao cabo é daquelas coincidências que não pensamos nelas mas são bizarras! Tal como a lua estar à distância da terra e fa-la ser um factor dimensional que faz com que o Sol, 400 vezes mais longe daqui fique tapado por ela na perfeição num Eclipse. Como se fossem feitos um para o outro! Ou o planeta Terra. A uma distância perfeita! Se tivesse à distância de Vénus morreriamos queimados à temperatura de 900°C, e se tivéssemos onde esta Marte congelados com uma temperatura média de 80 negativos. Bestial hein!?

Mas afinal o que é isto de ser homo sapiens.  Para já a presunção dos taxonomistas ao apelidarem de homo sapiens. Como se a nossa sapiência fosse virtuosa...Quiçá tenha sido ou seja, naquelas tribos da Amazónia, África Central ou Polinesia  , ou quando viviamos da caça e recolecção em que se errassem ou falhassem morramos. 

Sábio e aquele que se integra meio ambiente. E não aquele que cria um habitat  para se integrar.

Aquele que não extermina espécies e as coloca em vias de extinção pois é seu sustento.

Aquele que não contamina o seu ar, mar o terra, pois é aí que tem de viver.

Aquele que trata o seu espaço como sagrado pois será o lugar onde seus filhos irão viver! E não se assemelha a um Vírus, onde se coloca destroi tudo à volta, abandonando-o de seguida até um novo local e destroi novamente num movimento perpétuo de autossabotagem até exterminar tudo ad eternum ou pela finitude do espaço esgota tudo ao redor até se consumir a si próprio!...

Sapiência. Uma difícil ciência de gerir...

Ser Humano era fácil se fossemos todos daltónicos , a religião Una, e deificando apenas Gaya( A Mãe-Terra) sem invejar o próximo nem existisse a posse...

Assim talvez tivéssemos hipótese...





Julguei que tivesse relacionado...



Também pensei ter algo a ver...




02 julho 2026

The Right Way.Our Path. And How to get there( in a religious, spiritual or anywhere)

 https://youtube.com/shorts/pDBu45kA0Rs?si=a6nqFSZT3CXmtvXs



One is conscious of who he is, based on the path he has traveled, and has come to realize he must walk a Way that will constantly put him to the test to ensure he stays on the right track. 

The other believes he has found the Path, yet the very path he has trodden serves only to increasingly narrow the Way that still lies ahead—without him noticing that the Way before him is eroding. If he does not turn back to seek his bearings and continue his journey, the Way will eventually be covered by sand, until it vanishes completely...


Who's who?


By the way. MEL tells the story with Catholic pretext, I'm agnostic so I'll remember to do it in a pragmatic, romantic and assertive way. 

OLFACTO CONSUMADO





O que lhes vou dizer de seguida, aviso que não cheira bem e pode-se mesmo dizer que cheira  a esturro. Ora por falta de pessoal na Equipa foi solicitado mais um colega por termos falta de pessoal, e já tinham metido uma colega anteriormente que eu faço menção aqui no meu blogue e caso estejam interessados segue o link:
 https://crostaceo.blogspot.com/2026/06/os-5-sentidos-reactivos-e-as-3.html
E está nova pessoa que tem a ver com a já anteriormente colocada?
Digamos que não são opostos, mas perfilham certas características em oposição terão apenas o sexo; Este novo é macho e a já integrada é fêmea. E assim ficamos a nível de diferenças pois partilham não o amor mas o odores malfadados e uma mistela pesada e acre onde o suor dos sovacos tresanda, misturado com o odor a chulé azedo que sobe dos pés e aquele rasto corporal íntimo, mal lavado e negligenciado, que duas colegas já identificaram sem rodeios como um bafo a menstruação acumulada e negligência anal. Do outro lado da barricada sensorial, o ramalhete completa-se com um odor a suor masculino ultra-intenso que impesta tudo à volta, amplificado por quem se mexe constantemente e transpira em bica.esta falta de consideração é um atentado diário. À tarde, o cheiro atinge o pico dramático, tornando-se tão impressionante e acentuado que uma certa colega vomitou mal entrou do almoço, incapaz de digerir aquele murro no estômago. O nojo e o mal-estar instalaram-se nestes novos trabalhadores agora na equipa inseridos. Em jeito de moral e bons costumes há que publicitar que todos os seres humanos merecem respeito e integração na equipa, independentemente de qualquer outra consideração, mas o respeito é uma rua com dois sentidos. Ser colega de trabalho não obriga ninguém a ser mártir de um olfacto consumado ou a levar com a imundície alheia em nome da convivência. Manter o corpo limpo e a roupa lavada não é um luxo, é a bitola mínima para se viver em sociedade. Quem se está a borrifar para isso, está-se a borrifar para todos os que estão ao seu lado a tentar ganhar a vida sem precisar de uma máscara de oxigénio. Ufa!




Deixo um ultimo desabafo e desafio: Como lidar com uma situação que pode começar a cheirar mal?
 É  que se há um novo parcipante no nosso labor, e seria exilirante para quem gosta de novas e exóticas fragancias!  Mas eu não tenho faro para a coisa, nem qualquer outro colega, com ou sem, seus humores ou odores, perdão...Seus calores exuberantes, que decerto não sentem e decerto se encontrar em negação e seu Ego estará a descartar-se de tal penosa situação e julgar pelo seu actuar externo no seu íntimo julgando possível que no ar e no seu lugar à volta estará adiante  a promessa dum elixir extremamente sexy e estimulante! E mais: Eu próprio chego a com o membro erecto e o sonho dum menage à trois com tais seres de corpo esculpido qual Deus helenico....bloarghhh( só o escrever me repulsa e regurgito o jantar de aniversário de 1972..Enfim...
Perdi-me adiante:

Por sermos inclusivos recebemos novo parceiro decerto activo, aberto e disposto a descarregar as ideias por todos os canais, não só oralmente como via social, electrónica, anal e cabalmente, e até na nossa sala cheira a novidade! Se será melhor ou pior depende do olfacto de cada um e a experiência de todos com vista a uma melhoria cativante, e extremamente sensorial para quem é insensível e é capaz de ficar em apneia com uma primeira respiração no res-do-chao às 8.30 e um expiração às 16.30 no mesmo lugar em sentido contrário....Arfgf...


Comida de plastico literalmente


 

Gajas modernas

Numa hora matinal que acaba em quezilia maternal, aparto-me e sozinho ao sol acabo num cadeira de plástico dum café,




 e como a outra diz fujo e saio do mundo rural para o mundo inorgânico.


 Em Mafra para Ic19 Sintra até Oeiras onde largo o carro e de comboio sigo para Lisboa.... bebo álcool e junto de gente e perto algo que me estranho e antanho, na vila me entranho, e rogo pragas por ter criado conflitos por deitarem fora meus comprimidos. Apesar de ter a razão fui embora e estou agora sem alguém precisando dum abraço e carinho.

 Fumo quase um maço até à hora do almoço e vejo as horas e preparado pra voltar àquele embaraço. Senta-se a Helen , sentada de máquina fotográfica pergunto em Português se é sua primeira vez, e como pediu o café e uma torrada comp Camões  presumi ser filha de emigrantes, afinal testava o meu ingles..


Passou-se o dia e aquela vez em que odeio ser interpelado por mulheres que não passam da minha tez, por habituadas a ir para a cama sem quererem ver-te uma outra vez.
Se até aos noventa se falava no conceito de mulher objecto a partir dos 2000 há o novo preceito que é o homem projecto, aquele consiste em olham, gostam, abrem as pernas e nem tens tempo de perguntares se querem ir beber um café, pois já vestiram as calças e foram embora sem tempo para um abraço ou um beijo. 
É algo tão instantâneo e dadaista que mescla o café nestlé com um poema de Almada Negreiros que no seu Manifesto anti-Dantas termina somente com:
 " Morra Dantas, Morra!Pim!"