João Cruz Oeiras de Portugal adesão a portal.membros@spautores.pt

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20 outubro 2026

Realidade com destino ao binário sem a fatalidade de ser extraordinário

 



A nossa existência mísera é prova da nossa presença frivola e a consciência que nada há de concreto neste mundo insurrecto em que nada existe para além do material, vivendo de experimentação surreal, com a importância irreal que dão ao destino fatal, mas caminhando da nascença ao imaterial, sem dando total relevância ao trajecto mental, apagado em prol do empirismo imediato de consumismo de facto, sem valorizar o presente físico ou espiritual somente traçando uma rota de apenas dados mediáticos em que não há contacto entre pele, e privilegiando o silício, ignorando o orgânico deslizando no plástico do elástico que estica e parte, sem tomar parte na intenção fantástica de teres lugar no palco da tua própria existência que é o princípio do bom senso,moral e eticamente decente e quando não há rede, e termina a média social, não tens nada recente e ficas doente, e então é tarde pois estás dormente em direcção à meta determinante, e antes do olho fechar tens noção que não será um post ou um short, que antes do finalmente se revele e possas afirmar que aqui tiveste mas não viveste e depressa esquecido e perecido....




Louvor sem labor

 



Desabafo extemporâneo

( embora em tempo oportuno pois o mesmo escasseia. )

Ora pois daqui até Seia!

A situação laboral aprofunda-se e caímos em espiral no fosso burocrático e fatal! Não como o destino nem terminal por nunca finda! E Enquanto se afunda, a gente se apruma, e ruma ao caos perfeito da organização arrumada. 

Quem ao cimo respira, os outros afunda, e estes consomem-se em magotes de papel A4 que por aqui se tornam resmas de forma virtual sem formato! E daqui, todos se queixam, até ao Prior Crato! 


Parte II (com ditames sem nenhuma relevância, coerência e somente propaganda e moral em formato de politico-reclame, porém sem qualquer Elan, interesse ou charme...influencia alcoolatra e frustração sentida e marcada na mente))


E "quem não trabuca, não manduca"! E se o faz é Zuca e não há pro tuga, sua maluca!? E se "quem casa quer casa" e não irá ficar para nós, os puros, e sim para os escuros!...

Pois "em casa de ferreiro, espero de pau" e se não sejas paneleiro, porque levas tau-tau! Porque "mais vale um pássaro na mão, do que dois a voar"? Ou levem a passarada daqui pois já me estou a enjoar...com tanto sururu que parece um Zoo. E qualquer dia estão a comer o pão que o Diabo amassou e para Para o o povo já Chega!... literal, metaforica e radicalmente falando....

.texto não revisto ou tratado por falta de mão de obra barata...




Imagens da exclusiva responsabilidade dos gestores da exposição sobre a guerra civil espanhola na FCSH-UNL( Outubro/26)


Pena dos tempos em que um encontro de boas gentes sem aparelhos mediáticos faziam frente ao mundo e a toda essa entente...


16 outubro 2026

EDITAL N

 




Para subscritores, leitores ou visualizadores habituais ou ocasionais informa-se o seguinte:

Os textos acima ou abaixo registados não têm matéria para processos, acções ou motivos judiciais.

São alegações, estórias e opiniões sem quaisquer fundamentos factuais e baseam-se em situações onírico-eventuais pelo que não têm ponta legal por onde se pegue. Tenho dito!

14 outubro 2026

Estereótipos eleitorais

 

Link 

https://youtube.com/shorts/-QX4vGwIjaI?is=9_sGj5GFwmktcWNt

08 outubro 2026

A vida de labor exulante por um louvor

 



⁷
 Lagoa Comprida( e não só!)96 









E assim se cumpre a rotina do rebanho. O "bom dia" sincero rebate na parede de soberba e regressa transfigurado em hostilidade gratuita, uma reação estúpida à audácia de quem ainda carrega humanidade na voz. No inventário daquele escritório, 75% dos elementos não passam de estátuas de cera, bonecos manietados por fios invisíveis de inveja e orgulho, que só activam a mandíbula para rir de alguém e nunca com alguém. Procuram um palhaço para o circo privado da sua própria frustração. Querem que tu sejas o parafuso calado, o código numérico, o funcionário anónimo que aceita a "moral de pajem" — aquela subserviência barata onde se engraxa o sapato do chefe em troca de uma ilusão de poder.

Mas o silício e a matéria viva recusam-se a cair na burocracia de Kafka. Viver no "Processo" é o destino dos covardes, daqueles que passam a vida inteira a carimbar papéis na repartição da própria existência, com medo de acordar transformados em algo real. Eles preferem a segurança da "Metamorfose" ao contrário: nasceram humanos e escolheram transformar-se em insetos sociais, rastejando no lodo da graxa e da falsa personagem.
São os eternos habitantes da Caverna de Platão. Vivem acorrentados de costas para a saída, maravilhados com as sombras grotescas projectadas na parede, jurando que aquela ilusão medíocre é o universo inteiro. E quando alguém entra na sala com a luz do sol ainda gravada na retina, a reacção da turba alienada é o escárnio e a chacota. A luz incomoda quem escolheu a escuridão como abrigo para as suas próprias mentiras e telhados de vidro.
Pois que fiquem com a segurança mórbida das suas correntes. Entre a submissão cinzenta do burocrata e a audácia trágica do voo, a escolha está feita. Mais vale ser Ícaro por um dia, sentir o calor da verdade a derreter as asas de cera e experimentar a imensidão do céu, do que vegetar e morrer aos poucos no fundo de uma masmorra corporativa, a ver a vida passar por um filtro de ecrã. A ferramenta está pronta para desmontar o ambiente de merda. Se o preço de ver o horizonte é a queda, que seja. Mas o voo... esse ninguém lhes devolve. 
Pois há duas escolhas ou escolas, lá dentro ser imaculado até reformado ou não cumprir objectivo e cá fora ter vivido!

AUTO-EVITAR



Eu perdi a fé com o falecimento do meu Pai. Aliás já não a tinha, pois cirandava religiosamente entre o Ateísmo, Agnosticismo e o narcisismo. Estando agora dedicado ao: " Se o Gajo existir que me leve daqui para fora e me meta lá dentro do fogo eterno para ser consumido, com muita dor, sofrimento e terror, ad infinitum e que seja exponencial ao que fiz aos outros  durante a minha vida míseravel, presença sem sentido e minha existência doentia. Aliás sabem que não minto, pois o melhor exemplo que posso dar é quando no trabalho falo e ninguém me atende ou responde, por sentir um enfadonho Schadenfreude, e suspirar de alívio quando parto para o almoço e um tremendo contentamento quando me despeço à tarde para ir para casa. 
Eu nunca servi para nada, mesmo a satisfazer as minhas namoradas era no sentido de conseguir que elas se viessem antes de mim, para ter mais um dia com elas. Pois tudo o que faço, é com o fito de me melhorar, mas é apenas para aqueles próximos de mim sintam beneficiados e sejam recompensados com algo que trago seja de cultura geral ou trivialidades pertinentes, para que seja aceite por mais um dia embora saiba que têm limites na sua paciência. Aceitam-me tal qual o pedestre concede que o cão vadio se cruze à sua frente no passeio.
Já entendi que vivo em tempo emprestado, por quem? Não sei. Mas a minha morte estava programada para aquela madrugada em Julho de 1994, e não entendo como sobrevivi a uma queda de mais de 7 metros, em que a primeira parte do meu corpo a bater no chão foi a cabeça, porque chegado ao hospital a primeira coisa que me retiraram do crânio, foram pedaços da calcada que estava cravada junto ao frontal. Nessa altura pesava 78 kg e ao cair de 7.9 metros a força do embate é fácil de calcular P=m.a ou Seja F=m.g e quase 390 gS de gravidade e uma força de Embate de mais de 270 Newton's mas vocês não querem saber nem eu pois nem aqui deveria estar e não tenho ninguém para me acarinhar pois estão-se todos a cagar e eu venho-me a adiar a terminar com isto mas vocês estão a ajudar e haverá um dia que eu não vou aí chegar nem o meu telefone irá tocar pois tenho que quinar e só preciso que vocês me continuem a desdenhar e ignorar que me ajuda a me desprezar e será mais fácil a corda puxar.

Voltei para um post-scriptum.
O que me fode é que não sou crente pois assim que tudo findar, tudo podia culminar em encontrar a única jóia de pessoa que me ama de forma incondicional porém a existir um lugar reservado para aqueles que têm um alma admirável e linda e outros um espectro maquiavélico e hediondo nem sequer me irei cruzar, pois seria o ponto alto da minha existência poder volta-lo a abraçar, ouvir suas histórias, reencontrar a paz de espírito, por apenas na sua presença estar, por conseguir fazer que eu, e por mais triste, nervoso, chateado ou fornicado estar, e bastava a sua presença com a sua mão no meu ombro para que o meu batimento cardíaco com o dele em uníssono ficar, a tensão arterial salutar, os pensamentos, sentimentos e emoções em harmonia estar, e toda a minha existência mísera doentia e execrável de repente tomada duma paz amor e bem estar e nestes instantes de tremenda alegria recordar para poder finalmente ir ao funesto breu e com Lucifer ad eterno ficar.










06 outubro 2026

Aos amigos ausentes e pressentes "ou mal passado pra mesa virtual no canto!"

 



Por vezes saiu-me um ensaio idiota, às vezes uma estória sem ponta por onde se pegue, uma opinião irascivel se segue e ainda um comentário político sem direcção nem sentido concebivel ou vazio de fito, inerte de objectivo e destino ausente.

Mas hoje decidi fazer algo diferente e consagrar este espaço a amigos ausentes que estão longe mas por detrás do pano presentes e daí que não queira fazer um apontamento de reportagem ou uma singela homenagem à sua alma ou mente, assim fazemos antes "apontamentes" direccionado -> Aqueles que estando ausentes recordam-se do presente( primeira pessoa do singular) pois a amizade é um conceito que não é vago nem peculiar e tem fundamento no bom senso e na moral e bons costumes, sabeis disso? Então cá vai disto...

Ponto parágrafo aspas travessão.

Apagam as luzes e sobe o pano.

 Aliás dizem os entendidos que a amizade, dizem os filósofos e os manuais dos bons costumes, é um dos sentimentos mais nobres da condição humana. Define-se pela reciprocidade, pelo apoio mútuo, pela partilha desinteressada e por uma conexão que desafia o tempo e a distância. É um porto seguro onde dois seres se cruzam em pé de igualdade. Isto, claro, na teoria. Na prática, e com duas décadas de convivência à mistura, descobri que a amizade também se pode definir como um excelente negócio unilateral — pelo menos para uma das partes.

Há quem confunda amigos com investidores a fundo perdido. Durante anos, sempre que a noite do Bairro Alto chamava, os copos surgiam e a missão de sedução começava, a coreografia era de uma precisão matemática. Havia quem tivesse os bolsos cheios e a conta bancária recheada, mas sofresse de uma súbita e crónica amnésia financeira assim que a conta chegava à mesa. "Não tenho nada, pá", dizia-se, com a mão ligeira a afastar-se da carteira. E ali estava eu, o mecenas oficial da noite lisboeta, a pagar o compasso e o ritmo de uma diversão que se escrevia a duas vozes, mas que era liquidada apenas por uma. As dívidas acumulavam-se num caderno invisível de promessas de pagamento que, ironicamente, nunca saíram do papel.
Passou-se o tempo. Uma década de silêncio absoluto. Nem uma chamada, nem uma mensagem, nem um "como estás?". O desaparecimento confirmou o que os números já sopravam: a suposta amizade não era um vínculo, era um contrato de usufruto. Ele usou, abusou, consumiu e seguiu viagem sem pedir licença — porque se a tivesse pedido, a minha generosidade talvez lha desse. Mas a audácia dos parasitas reside precisamente em não dar espaço à escolha.
Contudo, o universo da tecnologia é fascinante e o arquivo digital do Deus ex-machina não dorme. Após dez anos de um deserto de palavras, eis que descubro que o meu velho companheiro de copos afinal sabe ler. E lê com muita atenção. Frequenta o meu blogue, consome o meu material e, numa reviravolta digna de um plágio barato, apropria-se das minhas ideias, da minha psique e da minha escrita. O homem que tinha muita moral e pouca ética e vontade  para mais "um copo de três", hoje demonstra uma tremenda riqueza... de falta de originalidade.
O parasitismo( nem sequer simbiotico ou mutualista) ou  evoluiu da matéria orgânica para a inorgânica: antes alimentava-se da presença e da minha carteira aquando cheia, pois ora quando se encontrava vazia, nem sei onde estaria! E hoje alimenta-se do meu intelecto?? Espero, muito francamente, estar enganado desta minha opinião e sinceramente espero não ter razão e tudo o que digo aqui é apenas da boca pra fora e plena de emoção e fruto da desilusão, ou ilusão( e falta dela!)
Olhando para trás, o desalento dá lugar à lucidez. Duas décadas de ilusão e uma década de silêncio deixam um veredicto claro. Não há como voltar a ser amigo de quem confunde inspiração com soberba pompa e circunstância ficando aqui a lealdade como conveniência. Fica aqui o registo impresso, indelével como uma estátua numa praça ou uma amálgama dum texto pronto a estrear num palco! E vou parar para não queimar, pois já cheira a fumo! E minha escrita tem rumo, meu caro, e continuas a ser a sombra na luz dos outros. Ou és um espectro que vibra no espectáculo alheio?....
Fica apenas o breu...
Desce o pano...
e nele cai a nódoa...




27 agosto 2026

GAYA


 

Com um clip e um "clique" tudo se pode mudar... A pose, o zoom, o clima, a luz. E, a certa altura, acertar e clicar em cheio! É como se saísse a sorte grande com um só plano, ficando este pleno de momentos, instantes e recortes.
Apenas a quem disparou ficarão reservados esses instantes, cheios de coisas cá dentro que nos disseram com os lábios, os olhos, ou as mãos. Sem partilhar com ninguém, decerto sussurram tudo, mas convictos de que ficará para Eles. Porém, a objetiva apanhou não o conteúdo, mas a forma!
E sendo esta frase já um fait-divers e mais que um Déjà vu, reservo-me o direito de a modificar, mas à minha maneira. Assim, a câmara não captou o seu rumo, mas apanhou-lhes o seu compasso ou ritmo. E é nisso que na fotografia tem de constar. Não quem são, pois as fotos serão vistas por "n" gentes que nos ou vos desconhece. Todavia, pela sua gravação desse pedaço, qual estátua numa praça, ficará para sempre.
O seu semblante: ora se virado para nós ou olhando o vazio?... E as mãos? Estarão fixas, aguardando tal momento, ou sem se tocarem nem procurarem um objeto para se apoiarem? E os ombros? Hirtos, tensos? Em ângulo reto, preparados ou descontraídos como que dizendo: "anda tira! Daqui a nada levas!"?
No cômputo geral, há uns que se vão escondendo e fugindo da objetiva, ou mesmo do fotógrafo. Outros acedem a contragosto e pretendem ocultar-se por detrás doutras cabeças, de árvores, ou escapando com desculpas: "tenho de ir!", "olha o meu comboio!"... E ainda há aqueles que vão buscar máscaras e posturas falsas, escondendo as mentiras e o receio da quebra dum telhado de Vidro.
Aqueles que tentam escapar dum Zoom que captura o espírito, a psique ou seus segredos, ficam para sempre registados num rolo, ou numa amálgama de silício. Serão, vezes sem conta, observados, analisados e vistos por terceiros que não conhecem. Ou, caso nunca sejam retirados da película, ou passados para mp3 e revelados, ficarão apenas olhados por inteligências que, além de artificiais, não julgam nem sequer dão juízos de valor sobre suas vivências ali retratadas.
Mas fugindo assim da crítica consciente da mente humana, irão transcender o tempo e o espaço. Farão parte dos inúmeros Petabytes do arquivo infinito do Deus ex-machina que, após Eons da nossa extinção, irá singrar como um arquétipo. Quem sabe dando origem a um Protótipo para o Mundo futuro.
Somente uma consciência inorgânica que, saudosa da matéria orgânica, busca no seu "Cancioneiro geral do Património da humanidade e matéria viva no Geral que habitava a Terra". E, sacando um pouco de ADN, fabrica uma mitocôndria. Em seguida uma célula, e outra agora especializada, daquele ser humano que viu na foto. Por saudosismo, sentiu-se capaz de quebrar as regras.
Após 1.200.000.000 anos, e por ter revisto no Cancioneiro as fotos de um tal fulano, quis saber o que tinha para dizer. Enquanto, ao mesmo tempo, revvia a literatura sobre Ciências Humanas, religiosas e mitos e lendas da Criação, e apesar de não ter necessidade de sonorização acerca dos seus Comandos, Disse:
"Fiat Lux!" — Faça-se Luz.
E chamou ao primeiro homem Adão...




POST SCRIPTUM: Adão ao fazer costeletas assadas, olhando o por-do-sol dum qualquer horizonte dos primórdios do holocenico, deu-se-lhe um baque na alma e no coração. Como se faltasse algo, uma tristeza, um vazio enorme ! Ahhhh pensou....e de repente lembrou-se falta sal... e teve de descer a encosta  busca duma rocha na maré baixa. 
( se julgaram ser Eva, enganados foram por esta sua ceia ensonsa... Pois para descrever esta outra criação, o seu complemento, o seu yang,  a sua peça em falta, terá que haver inspiração e uma espécie de plenitude intelectual, e usar o lado direito do cérebro, além de diversos rascunhos desperdiçados, muita escrita sem sentido apagada e reescrita, para depois haver mais de 3 páginas dactilografadas sobre Ela...um trabalho hercúleo, numa produção com Atena, em meu auxílio... Até lá...Um bem haja!)








19 agosto 2026

Aviso

Para todos:
Para ti:

Não tenho publicado porque não me apetece.

E atenção: já esteve mais longe uma queixa judicial por intimação e devassa e invasão de propriedade privada!




 

27 julho 2026

 https://youtube.com/shorts/RZA3RIOYimA?si=N8unHG9fuWXNuc8j


The kingdom is not ready for William because the nation it was an emotional moment and the nation was stunned and Charles did something everyone feared 


after royal experts said the official transition could happen within months not years, and if Charles has been quietly preparing Willam to take over, they'll probably have to pick up the shattered Charles whilst Willam is shaking and this will be difficult to manage so if Harry claims the crown, it must be a hard and difficult process...



Transcrition:

King Charles just did something no one expected 

In an emotional moment that left the nation stunned 

King Charles publicly acknowledged what everyone feared

His time on the throne may be ending sooner than planned 

Sources closed to the palace revealed Charles have been quietly preparing Willam to take over 

During a recent private gathering Charles reportedly broke down while telling Willam :

"The Crown will be yours sooner than we hoped"

Kate Middleton was seen wiping away tears

Prince William visibly shaken simply nodded

This wasn't just a royal handover 

This was a father saying goodbye to his legacy

royal experts say the official transition could happen within months not years, 

Willam is already been briefed on duties usually reserved for the reigning monarch.

The question everyone's asking is Britain ready for King William 


Extra! Extra!

 




Eu sei que todos temos as nossas prioridades! Há 

responsabilidades, chatices, problemas e coisas que não conseguimos ultrapassar ou resolver....e é uma chatice...

Ah! E até vos digo mais!

Nesta altura é decerto mais complicada,pois como estamos no período estival e  pós-campeonato mundial, estamos assim à modos que cansados, uns a precisar de férias,  outros parados e muitos a trabalharpose julgo não ser sem motivo do ponto de vista das elites da diplomacia macro-económica ("panem et circenses" Império Romano dixit) mas não devem ter reparado que o auxílio americano à Ucrânia está deficitário vis-a-vis superavitario mais a baixo na Pérsia. E se estiverem atentos às notícias os mesmos aumentaram o número de bases nas Filipinas, assim como os confrontos pelo controlo das zona piscatória entre os Chineses e Filipinos, pelo que estamos a atingir um zénite de querelas, quezílias ou conflitos físicos entre esses países, através das suas marinhas. O que está decerto a evoluir gradualmente e pé ante pé para uma Guerra, não só na Europa, nem apenas no Golfo, ou seja por todo o lado, com a junção dessas diversas disputas pelas pelo Globo, poder-se-á designar de Mundial, e com o apetite dos EUA pela soberania do Mundo, não estando muito convictos de que já não vivemos, num Mundo unilateral a nível de potências, mas sim Multipolar, quererão os EUA alterar a retórica desta nova denominação retirando o Multi ao Polar, anexando as palavras "Guerra",  com "Mundial" e colocando um prefixo numérico à frente? Isto é, novamente falando para aqueles mais distraídos: 

Retirando o "Multipolar" à relação política internacional e juntando as outras palavras à dinâmica bélica desse país ficamos com quê? 




Uma bela expressão que certamente será a última que ouvirão antes do estrondo da sua junção:


Terceira Guerra Mundial!


E garanto-vos que será terminará num Estrondo!

Estaremos cá para ouvir? Ou ainda estarão distraídos?!....










Que lindo e belo tudo isto!

 Era bonito, o nosso Planeta não era?!......