Volta novamente o preto o negro e o breu
Caso não tenhas no Equador um ilhéu
Já nada se vê sem brilho e luz e seu abandono
Chega outra vez o Equinócio de Outono
E muda a hora que nos perturba o sono
Qual o Jet Lag e um frete que não te larga
Um mix entre o Jet Set horário
E um SunSet contrario
Onde o Sol não se põe mas tira-se
tu qual Galinha não te chocas
Mas bates no carro da frente
Pois tens a luz de fronte
Quando viajas para Oeste
E grave acidente tiveste
Num Agudo percurso perdeste
Não só a luz como o caminho
O que tens e reluz retiraste
Pois se não o faz não é oiro
Pode ser tesouro que buscaste
Não encontras por não veres
Não chegaste e cegaste
Apenas um meridiano passaste
E os dias e noites alteraste
Resta desceres abaixo do Equador
Para apanhares uma nova composição
Aguarda na plataforma da Estação
E o comboio levar-te-a para perto do Verão
E verás que uma nova visão terás
Se esqueceres que estás num referencial
Que se manifesta da forma tridimensional
E sai do espaço para o plano astral
E perde o teu órgão e és sideral
Mutação e mudança
Rotação translação e esperança
Ja Sem luz ou noite nem sol
Ficas e és apenas celestial....


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