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28 outubro 2026

Escuridão

 




Volta novamente o preto o negro e o breu 

Caso não tenhas no Equador um ilhéu

Já nada se vê sem brilho e luz e seu abandono

Chega outra vez o Equinócio de Outono


E muda a hora que nos perturba o sono


Qual o Jet Lag e um frete que não te larga


Um mix entre o Jet Set horário 


E um SunSet contrario 


Onde o Sol não se põe mas tira-se

 

tu qual  Galinha não te chocas 


Mas bates no carro da frente


Pois tens a luz de fronte


Quando viajas para Oeste


E grave acidente tiveste


Num Agudo percurso perdeste


Não só a luz como o caminho 


O que tens e reluz retiraste 


Pois se não o faz não é oiro


Pode ser tesouro que buscaste


Não encontras por não veres


Não chegaste e cegaste


Apenas um meridiano passaste 


E os dias e noites alteraste 


Resta desceres abaixo do Equador 


Para apanhares uma nova composição 


Aguarda na plataforma da Estação 


E o comboio levar-te-a para perto do Verão 


E verás que uma nova visão terás 


Se esqueceres que estás num referencial


Que se manifesta da forma tridimensional 


E sai do espaço para o plano astral 


E perde o teu órgão e és sideral


Mutação e mudança 


Rotação translação e esperança 


Ja Sem luz ou noite nem sol


Ficas e és apenas celestial....






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