A nossa existência mísera é prova da nossa presença frivola e a consciência que nada há de concreto neste mundo insurrecto em que nada existe para além do material, vivendo de experimentação surreal, com a importância irreal que dão ao destino fatal, mas caminhando da nascença ao imaterial, sem dando total relevância ao trajecto mental, apagado em prol do empirismo imediato de consumismo de facto, sem valorizar o presente físico ou espiritual somente traçando uma rota de apenas dados mediáticos em que não há contacto entre pele, e privilegiando o silício, ignorando o orgânico deslizando no plástico do elástico que estica e parte, sem tomar parte na intenção fantástica de teres lugar no palco da tua própria existência que é o princípio do bom senso,moral e eticamente decente e quando não há rede, e termina a média social, não tens nada recente e ficas doente, e então é tarde pois estás dormente em direcção à meta determinante, e antes do olho fechar tens noção que não será um post ou um short, que antes do finalmente se revele e possas afirmar que aqui tiveste mas não viveste e depressa esquecido e perecido....



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