O texto anterior além de ficção, nada tinha de de interna emoção ou realidade, fosse de verdadeiro ou narrativa que correspondesse a um mote fito ou objectivo que fosse parte pintado de realidade. Assim qualquer nome, pessoa, cenário, situação e dramatização não passa duma criação dum mito, lenda ou duma fábula, não havendo nenhum rasgo deste virtual pro real, nem qualquer laivo do surreal para o factual. Assim semelhança com realidade é coincidente, troços do realismo é curiosidade
A Praga da Minha Ex pelos vistos ter-se-á concretizado, por ter rogado tal maldição onde revelo:
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