João Cruz Oeiras de Portugal adesão a portal.membros@spautores.pt

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26 fevereiro 2026

Só sei se sonhei se acordei aí revisão feita e contextualizada!

 




A sair, a cair a deixei ir e fali. Ali ao lado a tentar perceber, nem te entendi, e por ceder sem aceder não atendi a ti, quando ali  diante do braço tinhas a mão não em abraço assim de antemão, somente a atenção que só a mente reviu e enquanto o corpo não cedeu e sem crer no seu poder, não agi e ali eu sequer não ta prendi.... Aprendi porém que se tende a aguadar em vez de agir nada se tem pois há ali o momento que se cruzam mentes mas os entes sao lentos a reagir e assim perdi um alento por ser lento e entendi que não se nega a mente e há que estender logo que se sente mas perdi e não prendi. Se te ofendi a mim magoei por réstia duma fenda, assim fundo fundi. Queria só escutar e ver, mas nem ouvi ou vi e não sei se era de ti, e suspirei e aspirei aquele ar que ficava por detrás de ti, so odor ficou e dor ecoou e me deti aqui e 3após respirei fundo e sondei o mundo na senda de si... Já voar e a ir! Assim se nota quando no final se denota o que não teve fim, mal se ficou qual nota de rodapé ao pé de mim mas perto de ti ficou o cabeçalho de ti para aqui e por nem o conseguir descrever agora baralho, o teu trabalho que ficou por se remeter, e eu remeti ao silêncio por falta de bom senso, e caí, falhei e sem si fiquei!

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