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| Quando julgarem que vos cheira a esturro, pensem bem pois a esturro não será decerto, e a queimado não é assim, fui cheirar, faleci! |
Que semana plena de nefastas sensacoes de bastas emoções e tremendas reacções.
O olfacto invadido com odores que desconhecia advindo de corpos pudibundos a palavra fará sentido quando demonstrada por ser a junção de odores pudicos e ranço de bunda em mistura exalando uma exaltação de calores putrefactos vindo das partes baixas de corpos não higienizados e com anos da sua pungencia encrustrada nos corpos criando mal-estar e esforço tremendo para não regugitar a comida almoçada.
A visão intimidada por tal presença que são ali forçada a rever ad eterno.
A audição em Déjà vu pela constante crítica dos demais por termos que padecer em continuo por prevaler a inclusão
O tacto assim como olfacto padecia de maneira em como e onde colocar os mesmos dígitos conspurcados de potências excrementos colocados ali de forma inusitada.
A oralidade em off por não haver palavras mas sim falta de comentários pela expressão sem impressão de não poder me impressionar para expor a exposição!
Os sentidos sem presença por falta de sensibilidade ausência de bom senso uma pobre moral e triste essência ética. Daí a invasão e devassa do meu ser e da minha privacidade, a ser observado pelos clientes mas não era uma Passarelle ou um palco, pois apesar de dramático era trágico e duma humilhação tremenda onde num supermercado todos vêem um tarado, já não és gente, és gado e estás atónito constrangido envergonhado e sem a percepção que aquilo está a acontecer, o que parece um pesadelo é real e estás a ser humilhado, tal como um tarado ou um objecto e sabendo eu da minha inocência, estás só, ves-te incapaz e sentes-te perplexo e julgas estar num pesadelo indefeso,ignorado ridicularizado inpotente quando tocam-te com uma agressividade estudada, que está decerto num manual e segue uma conduta com vista à tua destruição mental, e seguem o argumento à risca, obtendo a tua inépcia total por seguirem a lista com ruindade e malicia que julgo até ser prazerosa para eles, ao verem que quebras destroiem e têm orgulho, pois desde revistado, manietado, injuriado, apalpado, puxado, mexido violentado, caluniado, difamado, acusado e condenado por um crime inexistente o seu fito foi conseguido com a minha privacidade retirada e a mente esvaziada pois choro, e suplico que "parem com aquilo"!"E não é de tristeza, antes com o nervosismo de toda aquela audiência pública com vista à destruição do meu carácter e peço-lhes que já chega e concluo que deverão adorar ver-me implorar, pois aumenta a plateia e a sua exaltação com a usurpação do poder e eu como seu totem e o apedrejamento público por vós servido e até terão salivado e chorado qual crocodilo, assim que terminado, ansiando que fosse prolongado.
E assim foi esta semana uma tremenda e causalidade insana começámos com um cheiro e terminamos sendo nós nada mais que um monte de merda que não só tresanda como foi a ante-estreia da semana




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