João Cruz Oeiras de Portugal adesão a portal.membros@spautores.pt

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26 março 2025

Ajudem por favor


 Eu sei... não me chateiem ok?! Tentei! Tinha o sol na cara e não via nada! Amanhã faço uma em condições. Lamento. Abraços 

FADO



O anseio por  ser feliz

Sensação caduca em petiz

No semblante um sorriso 

Invés do constante ciso


Em vez de demente

Ser demais contente

Sem ter presente

Sem são e indeciso 


Ofertarem de prenda

Uma decente vida

Apartarem desta lida

Fado indecente


Recordo saudoso

A insana alegria 

Acordo receoso

Do fatal dia...









24 março 2025

Evolução humana( o Elo perdido ou a involução escondida?)


Materialismo histórico ?

Escola dos Annales?

Onde estão 300 séculos de História e porque nos contam estórias?

Vamos ser pragmáticos e usar a lógica aristotélica e o método científico para avaliar o desempenho da humanidade, fisica, quantitativa e qualitativamente? 

vejamos:

Sabendo-se hoje que o Homo Sapiens, tem pelo menos, cerca de 300.000 anos( pelos fósseis mais antigos emcontrados em Marrocos com a mesma capacidade física e craniana).

Além de ter sido contemporâneo e conterrâneo doutras espécies como Homo Neanderthal, Denisovan, Floriensis, quiçá outras que se desconhece e inclusive se "hibridizou"( nem sei se a palavra existe) mas que significa que teve relações sexuais com as outras espécies ( Neanderthal e Denisovan) e Sabendo-se que o Homem moderno( sapiens) desde a roda até à descoberta do petróleo e à entrada na era tecnológica, ou seja da caça e recoleccao ao sedentarismo urbano depressivo aue agora vivemos demorou apenas 9000 anos a evoluir e a espécie, aumentou em quantidade ou melhor demográficamente atingimos desde as tribos nómadas de há 9000 anos até 1800 AD éramos 1.000.000.000!

De 1801 a 1930 - 2.000.000.000

De 1931 a 1960 - 3.000.000.000

De 1961 a 1975 - 4.000.000.000

De 1976 a 1987 - 5.000.000.000

De 1988 a 1999 - 6.000.000.000

De 2000 a 2012 -  7.000.000.000

Até agora quasi - 8.000.000.000

E se em 1800 a 1930 passámos de iluminar as cidades com óleo de baleia para petróleo.

 Questiono o que é que o Homem fez  nos anteriores 291.000 anos? 

Se em 200 anos tivemos esta evolução qualitativa e quantitativa? 

Brincámos às Cavernas somente?!!! Bahhh?

Sei que "tortuosos são os caminhos do Senhor" 

porém

 Desconhecido é o trajecto do homem, 

pois quem é que:

1-fez as Pirâmides do Egipto

2- o Planalto de Nazca,

3-Mecanismo de Antikythera

4-Gobleki Tepe

5-Machu Pichu

6-As cabeças Olmecs

7-Guadang Padang


etc etc etcetera!



Satiricon occupata passion




Questões ao meu Nojo", 
Em causa o meu "luto",
Desafio à pausa, ao meu pesar, 
E se dei prazer recebendo "puto"?

Terei  sido precipitado?  
Serei e Saí desencantado? 
Quiçá!  Declinei relações 
Pesando as "demais" inertes emoções...


Há razões que a razão desconhece,
Houve serões em que se padece
Pos-se causas e pediu-se mais
Casos houve em que tudo esmorece

Se não estou, "estivesse"
Se estou, igual a "tivesses"
Se Dou, dei e "não desses"
Se sei que dou, "oh quisesses"


Certo que o que foi não volta a ser
Valerá fazê-lo parecer?
Se há ciume desdém e rancor 
Questionar e desvirtuar é dar amor?


Impersonavelmente perdendo Ego

 

    
            Jung desenvolveu esse conceito onde Persona seria essa máscara social que se forma através de uma relação do indivíduo com a coletividade. O EGO vai se identificando com algumas características e vai integrando esses comportamentos na persona, com o
               objetivo de se adaptar ao mundo (STEIN, 2020).

A estória aqui descrita é baseada em factos reais, porém não tem semelhança com qualquer imagem, sensação ou paisagem que exista no Mundo real, existe apenas no espaço quantico mental e difere da física newtoniana, não fazendo do seu relato menos real, do que no que se passa no dito Mundo Real. É tão e somente fruto do Espaço interno das percepções para além das quatro dimensões e vive no Universo que abarca toda e qualquer impossibilidade, improbabilidade e infinitude de sensos comuns ou além.

Era uma vez um dia, ou uma noite, nunca poderei saber pois é irrelevante. Só o "Aqui e agora" são sensação, e há detalhes inconsequentes para tal descrição! Interessa referir que não dormi, só sonhei! Portanto, talvez fosse  noite ou madrugada... e assim começa:

Encontrava-me cá fora, de casa, do meu meio ambiente, de tudo o que me era familiar, e ( com isto tudo a passar-se dentro de mim),  num areal sem mar. Eu não andava, corria, procurava ou procurava-me. Não me achava e nem sei se me encontrei! E os meus pés enterravam-se, na areia fina, e não avançava, nas dunas enormes com altos cumes, numa paisagem com um perfil ondulado - tal como num cérebro com ondas:"! Alfa, Beta, Theta e Delta" -percorrendo todas, especialmente as primeiras e terceiras, mas nada de água, só  areia e dunas, e do cimo duma, olhei em volta. Estranhei o cenário, desconheço o  motivo para ali estar, em tal sitio e neste momento ou naquele instante. Talvez a expressão " Travessia do deserto" fizesse sentido nesse contexto. Apesar de estranhar tal sítio, era como se fosse uma recordação, abstracção, sem ser ideal para ali se estar fisicamente, mas idílico no ser, mentalmente. Estando eu a dormir a princípio nada seria real, e de tudo duvidei, de qualquer forma,  "o seguro morreu de velho", e deixei ir, e estar assim - Para quê raciocinar face a algo  onirico, onde tudo seria possível? Embora podendo ser virtual, não era irreal, porém decerto surreal. 

Estando sozinho, num espaço deserto, e nada no horizonte para além de mim, seria ou era improvável, encontrar alguém o algo a quem pedir boleia, buscar informações, ou aproveitar, estando só e num amplo e vasto campo vazio de imagens, perguntar( as minhas questões existenciais, nihilistas,  metafísicas, parasensorias)

 "Qual o meu rumo?

"Que devo fazer?

Como proceder?

que Caminho ou Quais atitudes tomar?"

Que princípios, sejam etica e moralmente carecem buscar ou assimilar?"

Questões pendentes do meu ser, absortas cá dentro, interrogações ad nauseam presentes na mente de quem não pretende viver sem o ente demente...

Mas estou a exigir demais, não de mim mas do lugar, que embora adequado a questionar, é notório que nada irá me ofertar, contudo estou a ser pessimista, pois é na escuridão que a mais pequena luz brilha forte, e perante a solidão é que daremos com a nossa imensidão. Embora sejam questões pertinentes, o que seria de valor era dali sair e poder ao status quo voltar, pese embora seja uma oportunidade de louvar e de certeza será única e irrepetível para rever, repensar e sanar, erros, defeitos e imperfeições que há a retirar. E perante o impensável, continuei  a perscrutar  sem sentido ou direcção, perdido que estava, geográfica, física e mentalmente. O tédio e a monotonia se instalou, e como sempre desisti de andar, de mim, e de aqui estar e mesmo de ser. 

Como  nada tinha a perder,  decidi, invocar cá dentro a semente que germina se a estimular e, cogitei, usei a mente, na forma de apelar ao imaginário, ao fantástico, ao ilusório e tudo que cá fora não se encontra, e daí supliquei, a tudo: às ninfas, musas e divindades, para obter o que quer que fosse...

Aguardei e esperei sentado e meio enterrado e após nada e no meio do vazio e do vácuo algo surgiu... e a princípio, não quis crer, não vi sequer, julgando ser miragem causada pela areia e apenas uma ilusão acima do horizonte, mas não, era de facto uma forma, disforme, pois apareceu não visualmente mas em formato duma criação mental- e uma entidade surgiu, em forma deificada, o Morfeus, como não poderia deixar de ser! E que me veio mostrar que era de facto uma qualquer forma de sonho em que me encontrava. E a principio duvidei e   questionei-me se seria um teste, um questionário divinal! E algo mais substancial consequentemente espiritual o interroguei em como sair dali? Daqui ou de se estaria só em mim?

Retorquiu: 

-"Porque não Questionas o teu Deus? Se em mim não crês será Ele, melhor, maior e supremo em sapiência e potencial?" 

Ele estava aqui dentro logo sabia a resposta, pois Eu sendo pouco religioso, não tanto em algo transcendental mas mais nas igrejas ou em seus ritos, mitos e rituais, sei que terão um cariz  mais profundo entre os demais, do que a mim, acreditando no pragmatico e concreto, mais do que nas suas praticas, se bem que transcendental ou espiritual, nunca fecho portas a nada ou ninguém, e num espírito de "nunca digas desta água não beberei" e "nunca dizendo nunca", ou mesmo de " Quem tem cu, tem medo!" perguntei:

-"Quem Eu? M-mas A Qual, se sou a-ateu?"

Continuando:

-"ou melhor, bem Eu, haa, humm. Talvez não ateu, hein? quiçá agnóstico,  vá!"

Disse enfadado:

-"Sim você, nada mais ninguém aqui está! Se e agnóstico haverá algo dentro de si! E crê então em algo!  Busque em Si, use a mente para não se enterrar,ou ficará aqui! Pra sempre!"


E apesar de resposta irracional havia razão no seu afirmar. E sem saber que responder tão depressa desapareceu, e entretanto o tempo urge, e relativamente ao deserto e areias movediças,qual ampulheta, a areia, cedia ao meu peso e poderia como factualidade das suas profecias, aqui para sempre ficar; enterrado, morto e mumificado! Esquecido, por ninguém procurado e nunca mais recordado, seria como algo fisico no deserto, com o tempo, tapado, erodido e sem fado. Neste deserto de areia amarela, SEM nada no horizonte à vista, e os grãos entravam-me por todo o lado! NO CORPO, NÃO NA MENTE! E DESCIA A PIQUE! Sentia a memória a desaparecer, os pensamentos a definhar, a cognição a findar e os sentimentos a acabar. E não podia ser! Ficaria aqui para sempre desaparecido num oceano terreno esquecido, apagado pela terra comido:"alguém aqui comigo?!"

Recordando as minhas emoções em contradição, com a minha idealista e racional visão, pensei que mais do que um ser que trabalha para viver, poderia trabalhar o viver e ter sido asceta, encontrar-me espiritualmente se somente fosse crente ou alguém decente!

 E AGORA!? tentei acordar, recordar que teria acontecido antes disto! Seria isto um sonho, ou uma prova de que ainda poderia escapar? se tivesse a resposta, ou os actos correctos e factos que me ocorrer e livrar de tal fatal provação? Terei de negar o meu ser, a minha ciência, a minha posição, para me prestar a algo que requer somente fé e negar a razão para safar-me de tal privação?

Porque se houver algo acima do universo, que trancende a evolução, que É mais que a físico-química a biologia e a matemática? Isso não existirá no plano quântico, em que ninguém consegue explicar? E se terei de duvidar da minha essência e crer no universo quântico, estou pronto a tudo duvidar, desde que não me tenha de prostar perante nenhuma terrena sumidade, sabendo que a ciência nem tudo pode explicar e há factos transcendentes que são algo de concreto e a considerar! Então sim sou pelo deificar o Universo até prova em contrário, sem privação ou prostração. Enfim terei de tudo por em causa, sem nada ter de apoiar sem provas haver...


Enquanto isso na Areia (IMAGINAVA): "ter tido vida de eremita!" e procurado o meu ser para além desta terra, desta vida, e fiquei aquém aqui preso, indo ao fundo, em breve sem nada ter feito de profundo! Com sentido numa vida estéril triste e banal!...

Rezei, orei, preguei e supliquei! Esperei, aguardei, à volta olhei!

Nada, ninguém, nem som,cheiro, ou sensação de esperança, apenas desespero e ansiedade em minha essência. Nem vento, brisa suave ou corrente de ar ou alento. 

E eu desatento do meu fado, tendo ficado enterrado cá dentro, buscando- me e tentando acordar. E apesar  das horas passarem, e com a cabeça e braços de fora, parecia ter parado esta força descendente, que me puxava desde sempre, olhei o sol e este naquele tempo não se mover no espaço,  ne. parecia andar no céu, fosse do seu zénite para Nadir, de Levante para Ocaso, desconhecia assim onde era O Norte ou Poente o que era estranho, já que se o tempo não passava, e o espaço era diferente daquele que conhecia na vida que tinha no passado. Recordei que com Morfeus conversei, mas seria real, também poderia ser Zeus, ou o Bíblico Deus que nunca saberia pois nunca o distinguiria por ignorância e intolerância nessa crença, de repente, subitamente, qual revelação momentaneamente! Notei que não havia cores, e os cheiros ausentes, a paisagem alterada constantemente! Era isso estava num sonho, ou inconsciente numa alucinação, ou morto o que seria interessante. E será isto fazer-se luz? Ter uma visão transcendente? Não nao pode ser pois ultrapassa barreiras do que é conhecido cientificamente! Eis que surge uma serpente, não aquela da Eva e uma maçã, antes uma situação em que um pomo da discórdia seria mais fácil de crer, e neste cenário traumatico mais atraente! Era apenas uma serpente e com ela trazia uma corda, a que agarrei de unhas e dentes! Tendo me puxado para fora da minha cova que me ia levando para dentro da areia, da terra para sempre. Saí, sacodi a areia e agradeci ao ser ali de fronte, mas de serpente tranformou-se noutra forma, e mudando de formato, vim-me a mim contemplando o firmamento! Mas era noite, dia ou onde eu estava com tanta descrição se passava, estava onde e quando realmente? Não sei se acordei, pois sentia algo deveras estranho, distante e uma energia e força presente! Nada fazia sentido, pois a paisagem alterada, o Sol, o Deserto , e a solidão era a única companhia ali presente! Qual cobra qual quê? e qual deserto e tanto outro aparato? Duvidava da minha mente, desconfiava das emoções, concentrando-me nas sensações e sentidos, mas dos cinco, nenhum me fez crer no que se passava e onde ou quando era? Mas tentei balbuciar algo e as palavras não saiam, mexer os membros e estes não obedeciam! Dum cenário traumatico criava-se uma cena dramática por não haver nada que poderia sentir-se como real e ia questionando-me sobre que seria?

Água gelada começou por encharcar-me os pés, as pernas, o rabo e as costas! Brrr! E Como estava a dormir, deitado de costas, com água da maré,  a percorrer-me o corpo, levantei a cabeça e ergui o peito, e olhei a onda , levantando-me de repernte, pois quase que me alcançava na totalidade! Estava na Praia?!E havia vento, humidade e o som das ondas cheiro a sal, e da água gélida a passar por mim, que me encharcou com a força da maré e me fez levantar de repente! Olhei o relógio e eram 3 da manhã!Mas não tenho relógio e era dia e encontrava-me vestido, numa praia com corpos em volta em trajes de verão de ir ao banho! Todos me olhavam! Corei por destoar das gentes! Pessoas curiosas comentavam a figura triste que deitada, completamente vestida, engolida por uma onda, e só agora se punha de pé, sem saber qual lugar se encontrava e corria para longe da Costa em direcção contrária, fugindo das pessoas, evitando comentários, afastando-se da vergonha, receando chacota, o gozo com ele, retirando-se do centro das atenções! De que sonho se tratava? De mim, de tudo ou Alegoria da Caverna? Subo para a luz...

Um braço tocou-me e virei-me para o lado, na cama, e vi-a, beijou-me e disse: estavas a sonhar?  EU Sorri e voltei-me e abracei-a trocando juras de amor, apaguei.

Quando acordei com o despertador, às 6.40 am, estava na minha cama, só,  e suado.

Era segunda-feira, tomei banho vesti-me e fui trabalhar 




21 março 2025

A bonança


 Quando rabisquei a aquela baderna com a prepotente denominação de "Mare Nostrum", num assaz acaso previ o "Martinho" numa bodega dum texto! Longe de mim rogar pragas  ou pregar aos peixes, quando súplica não se aplica, e propagar? apenas a minha ignorância! Assim ao antever tal intempérie não era minha intenção ou visão panfletária da minha persona, por insuficiência de carisma  e incapacidade para  seduzir nem  Cyclostomata ! Numa inépcia quanto a prestígio ou vocação para ser um prodígio no que concerne a tal feito ou fito, não passa de jeito ou mito. Aliás Vocação? Nem invocação de musas como Calíope ou Érato( em nome próprio) ou evocação de Poseidon( no geral)!
Pleno de pesar e dor, enquanto retiram uma pétala de uma flor, informar quem"bem me quer" e afirmar a quem"mal me quer", que nem ao parasita supracitado me posso superiorizar ou até questionar se a tal ser ou ente, posso ombrear? se quanto à classificação cientifica, ou "taxonomia de Lineu",  seja ele ou Eu! Ambos do Reino: Animalia, do Filo: Cordata, Subfilo: Vertebrata e sendo o primeiro da Superclasse: Agnatha e este que vos fala é da Classe Mammalia mas   serei mais recto e vertical que uma lampreia? Terei eu mais direitos nesta vida que tal ser? Se se retirar da equação Lineu, e sair da taxonomia e classificar apenas e somente sem qualquer pressuposto parcial, isenção na qualidade, independência no julgamento da espécie animal , com neutralidade na avaliação, todavia com rectidão que teremos na  prática? um homem que julga saber o que é por se achar tendencialmente superior a outrem pelo facto de descrever em latim outra espécie faz dele melhor que alguém? Ninguém pode dar exemplos, arquétipos, conceitos, elementos ou personagens reais ou míticos – revendo-se como dono e senhor do Mundo, pois não há limites se não se deificar e se se igualar a todo outro ser pois não há Reinos em Gaia apenas seres díspares em diversos meios ambientais e integrados no seus ecossistemas sacramentais!
De que lhe  vale a ciência sem a tendência? Que bravo seria na essência  sem poder ser autoritário? Que seria a sua vivência se não fosse artificial e adquirida para tal? Como estaria na cadência sem instrumentos, artefactos ou desprovido de factores, vectores e demais factos? 
Seria capaz de competir, se ausente da ciência, isento de inteligência artesanal, incapaz de recorrer à modernidade e ad infinitum uma  sobrevivência absoluta de caça e recoleccao? Que seria do homem sem ter inteligência, consciência e capacidade para capacidade para analise dos actos, execução de tarefas e planeamento das suas actividades e sendo incapaz de colocá-las em prática?
Não passamos dum animal e não somos mais do que uma andorinha, uma estrela do mar, um jacaré, koala, lampreia ou um coral.
O homem moderno modelou o universo a seu bel-prazer adaptou, transformou, modificou,  construiu, caracterizou, elevou antropomorfizou tudo e mais alguma coisa, tanto que dos mais de 8.000.000.000 de seres humanos, ja mais de 80% vive em meio urbano e a cidade transformou-se no ecossistema ideal para o homo sapiens,  e em constante discussão está a questão delicada, e deveras problemática, caso houvesse alguma catástrofe como uma guerra nuclear global, um cometa ou asteróide de dimensões iguais às do cretacico há 65 milhões de anos, apenas as tribos que vivem na Amazónia, nas Selvas ou savanas Africanas, e nas Ilhas do Indico e Pacifico, como Java e Papua- nova Guiné, conseguiam sobreviver por estarem em total harmonia com o seu bioma, as práticas dos povos e comunidades possuem tradicionalmente uma lógica de manejo para a sustentabilidade, muitas vezes renegada pela sociedade, mas que vem se mostrando a alternativa mais viável para a sobrevivência do ser humano

19 março 2025

Hoje em dia era impossível


 https://youtube.com/shorts/-N2OwD3Cyeo?si=oOjgDSvfBhfkhRjl

18 março 2025

A triste realidade

 

https://youtu.be/MFLc4Okc_LQ?si=Fx51dxzIcrUsB96P


É a triste realidade, e não é só na moda, é na arte. Cinema, teatro, música quaiquer expressão artística ou cultural e social, são reflexo do passado, deja vu, com nada de novo, repetições, revisões, reinterpretação, e assim vão as Glórias do mundo! 

Não creio em nada esotérico, surreal, magico ou seus derivados, apenas creio na falta de imaginação e que os media social trouxeram uma moral ética e estetica igualitária para o Mundo inteiro , deixando todos de terem personalidade própria.

17 março 2025

Mare Nostrum

 




Ah Mar que selvagem foste 

Que bravo e antigo te mostraste 

Trazendo as marés de agora

E estórias e lendas d'outrora


Consigo chegam algas, e sargaço 

Almas e vidas no seu embraço 

Mitos de ontem ondas e rituais

Cantigas, rimas e outras conquistas


Sem medo nos levas e trazes

Nas marés pões e tiras

Nas correntes dás e abates

Ventos, areia e brisa afastas


Em Si cria-se a vida,

Sem ti não teríamos mudança.

Consigo chegam as boas novas

Sem o Mar não houvera esperança!


Aguardando que nos afundes,

No imenso maremoto prometido,

Nada ficará como dantes, 

Apenas o Mar que hás sido!


Sem Marés, só corrente

Só ondas no horizonte

Somente Sol e Sal até Poente

De Nascente até Levante!


Nota do autor: não quis fazer poesia mas sim uma ode ao mar e descrever a profecia do nosso fim! Com o Oceano a ser o causador da criação e ele o destruidor.

"O último grande degelo do planeta não aconteceu de forma constante, mas houve um período de aumento abrupto do nível das águas. Em menos de 500 anos, ele subiu cerca de 20 metros, segundo estudo publicado na revista científica "Nature" 
O degelo começou há 15 mil anos e acabou há 12 mil. O ponto mais ativo aconteceu entre 14,5 mil anos e 14,3 mil, quando o nível de água subiu entre 12 e 22 metros no Taiti, Pacífico, segundo as medições dos analistas. 
Fim de citação 
OU SEJA: Quem vive Em Lisboa e Porto terá de migrar para o interior e perderemos todo Algarve, Alentejo, zona Oeste desde Lisboa até Coimbra que ficará uma cidade à beira-mar assim como Braga, Beja, Guimarães, Viseu etc. Bem-vindos à realidade de 2200 D.C. independentemente da quantidade de CO2 ser inferior às 400 ppm...





15 março 2025

Sem lei nem toque, rei e roque, cheque e mate!

 Mais de dois terços,  três quartos ou cinco sextos da vida passada? E resumindo o que há para tê-la pintada?  NADA! 

O que fiz para além da pós-educação parental, ou vivência de adolescência banal como descrever a existência individual? Una, acidentada, turbulenta, básica, atormentada com ganas e o tanas!

Pouco houve que seja de académica ou laboral! Muito do social bastante emocional díspar ou ímpar no sentimental.

Nada há que decalque a minha vida para lá do desmame.

 Nada tenho que marque a minha existência além de inane.

 Nada tenho que grave em outrem ou que imane.

 Após reflectir, resumir só há a reduzir-me a vida a surreal, irreal, sonhadora, muito humana, nada a mais depois do ninho que seja acolhedora.

Nada fiz que se demonstre, nada disse que se repita, nada aqui que se reflicta!

Apenas uma essência, sem fragrância, bruma, brisa ou transcendência. São  vários entes num,  que aqui a trazem razão de ser Ou reacção de ter. Deja vu ad nauseaum sem dúvida com sapiência porém ignorância na cadência.

 E após sua permanência nada terá aqui a fazer.

 Quando desce o pano e após partida dos demais actores, na sua migração para sul, ficará só aqui no Norte à espera da sua sorte

Que venha breve.... 

Como quem chamasse por si a Sereia, 

Por mim a Ceifeira.

ao de leve...



13 março 2025

Da Rua das Pretas para a via iluminada!


 Há mais 25 anos mergulhei(*) aqui de noite e saí de dia! Dormia na casa dum colega na Rua das Pretas, nada fazia apenas estudava ou o parecia, e com meninas, mulheres e amadas me juntava. Foi a altura da minha vida mais feliz, alegre e especial apesar de nada produzir ou fazer por merecer algo luzir. Apenas eu brilhava tendo tudo o que um homem precisa para se sentir parte preciosa. Dinheiro, diversão, mulherio, festas, folia e curtição. Mas foi tempo que passou, contudo se não o fizesse não poderia agora dizer, de que nada me arrependo, e já fiz tudo para dizer que não só fui vivendo, como posso dizer: Eu vivi!

(*) literalmente nadei( crawl, costas e mariposa)naquele lago da avenida com a água a cheirar a cloro e eu a álcool e erva! 

Este é o problema idiota! Sim tu!


 

Em directo na Tv há 3 anos e ninguém vê

 


Táxi:" Quem vê TV sofre mais que no WC"


Sei que não leram os anteriores ou então não atingiram...pelo menos vejam estes,e além da visão,  usem a cognição!

O canto do cisne

      ℗©Skynews 

 Um miúdo é alegria dos pais, acaba o liceu e twm quase 18, não arranja emprego, fica em casa a jogar computador, a insana propaganda anti-Russa Britânica, faz com que compre um bilhete de ida Londres-(Polonia)-Kiev. Treina 4 meses, na sua primeira missão em teatro de guerra, trazer mantimentos para os seus camaradas na frente. No primeiro dia, pega nos 60 kilos de mantimentos, corre os 70 metros com outros 5 colegas separados por 20 metros cada, e faltando 30 metros para terminar a missao é morto por um drone, tinha acabado de fazer 18 anos. 


NB:Texto meu baseado em história real e o meu respeito à família, a imagem é da Skynews e não tenho direitos de autor.

12 março 2025

Para os fans da liderança ucraniana vejam isto seus tapados

 

Não me interessa se gostam das pessoas que aqui se apresentam, o que se demonstra são factos pelas acções e palavras dos demais! Irra que é preciso ir buscar QI onde não abunda pois a verdade é fluida pra vós! Porém só há uma, a factual e da acção e mais nenhuma!


E somando às palavras do Tate: A Europa está com o período...
Custa dizer pois sou um europeu, mas é deveras real.

Hipocrisia mentecapta! 

Sem comentários


 DEJA VU?

Sei que estou com demasiada audiovisual/mediatização... 

Mundo de Vidas distantes e iguais gentes...


 A sorte sorriu-lhe e eu também.

11 março 2025

"Metafísicalidade"

 


Estive em análise mental, e por lá fiquei em posição fetal. Sem nada a dizer tudo por descrever, quedei-me como um ser metassocial. 

Tanto cá dentro a descrever, porém, e no momento,ficou tudo aqui para desabafar, em crescendo.

Há alturas em que devemos actuar outras em que nos deixamos cair.

Numa espiral recessiva, numa helicoidal depressiva, nada temos a expressar e tanto que há dizer aquando cá dentro fica por cá fora trazer...


Que fazer? E quando havemos de ser ou quanto teremos de nos ter...

06 março 2025

Conselhos para a Malta Nova


1ª)Versão integral do Vynil ou Cd ou digital( anos 70, 90 e Séc. XXI)

2ª) Versão Ao vivo( cortada)



às Glórias deste Mundo

 

Da mediatização mundial à senda da Paz global. Dedicatória de William Seward Burroughs. O Homem, o crítico, o poeta e o anti-herói idílico! 

FP II

Nota: Ao contrário do que poderão pensar o titulo do texto onde se lê "FP" é Etimologicamente uma  sigla que não abrevia palavras com conotação dum Indivíduo do sexo masculino em relação a seus pais, mas sim a profissão que desenvolve naquela área. Pois apesar de ser bicho, de baixo nivel e inferior, transcende o aspecto ordinario. Mesmo estando hierarquicamente no nadir do organograma, pode mesmo afirmar de estar no zénite a nivel intelectual, não se colocando ou classificando de ser melhor em quantidade ou qualidade seja laboral, mental, social, profissional ou com alto QI porém poderá se orgulhar de integrar e se elevar ou mesmo ombrear com qualquer outro ente que ali se esteja a armar quanto ao âmbito da sapiência, cultural contendo dados, formação e informação melhor ou superior à média moda ou mediana de qualquer outro e não sendo mentecapto,  inépcia, inaptidão, incapacidade alguma das suas categorias no rol de gente que tem de deparar





Após a criação opiniática anterior, deixei muito por dizer, bastante para desabafar e tanto para apontar, e que nesta segunda parte deixar uma expressão, utilizando figuras de estilo seja em jeito de analogia por  comparação, com metáforas deixando a minha impressão, e com hipérbole  revelar diversas coisas que interessa reconsiderar, utilizando de novo a obra de Kafka, e após "O processo" fazendo contexto em adoptar "a metamorfose" por se adaptar, ao que me parece ter mais sentido, pois após a avaliação Siadap de "sofrível" que ainda ninguém os sabe. Os colegas que nunca ouviam a sua opinião, nem tinham tempo para falar ou conviver, só o viam como estorvo:

 -"saí da frente" 

-"calado"

-"deixa-me passar"

-"vai-te embora"

Etc etc etc, o que trazia para ele grande frustração e entretanto sabem da nota! E aí, cai a ficha! 

"Este gajo não é dos nossos!"

"Parecia tão esperto e deu nisto!"

"Ao que parece tem dois cursos incompletos: um de Eng. GEOLOGICA em que num curso de 5 anos,  apenas lhe lhe faltavam 12 cadeiras, ou ano e meio... na UNL-FCT

E de Minor de História NA UNL-FCSH em que fez 5 cadeiras anuais com média de 16.4 valores: 17 a história contemporânea, 17 a Medieval, 14 métodos quantitativos, 16 a história económica-social contemporânea 17 História das civilizações clássicas. 

Contudo sofreu um acidente em 1994 tendo o impedido de acabar o primeiro curso,tendo ficado com mazelas físicas e sequelas emocionais, e ao contrário de Gregor Samsa, não era só insegurança, mas também além desse falta de auto-estima, mal-estar generalizado, ansiedade, nervosismo, tristeza e sem esperança pelo falecimento do seu Pai. Tornou-se num ente vazio, isolado, com complexo de culpa, e em constante penitência. e tornou-se um bicho... e todos dele sentiam repulsa, a face de simetria bilateral, transformou-se em algo bestial, em que os outros o rejeitavam, negavam e  receavam por  causar nojo e vómitos pela sua disforme natureza, em forma abjecta de insecto, e deixando de ser o ,  animado com o fito e mote de ser um homem sujeito ao trabalho escravo e prestar vassalagem aos colegas superiores em categoria, seus deixado a imagem de homo sapiens para  passar a  blatta, sendo visto como um artrópode. Rejeitado, afastado, e remetido ao esquecimento, ostracismo e cisma...


FP

 


Quando temos contacto com "O processo" de Kafka, ou melhor, após ler a obra, não a vemos mais que um drama kafkiano, e tomamos consciência que Andy Warhol tinha razão e "a arte imita a vida" e após essa visão, já não a tomamos como uma Idealização fantástica do funcionalismo público, mas sim como uma realidade fundamentada. E se leram a obra,e ao  lidarem diáriamente com essa bagagem emocional, é de nos levar à situação de incredibilidade ou de situação deja vu. Esse drama, passa a ser a nossa trama diária!

E o que tínhamos como um romance surreal,  vivemos na pele tal e qual o que o K. padeceu!

A ligação com as hierarquias e a interacção com os colegas, faz-nos ver o romance como idílico e a nossa realidade como um pesadelo ad nauseaum: onde a falsidade impera; o desdém reina e a nossa relação com o todo,  é feita à base de monólogos onde somos menosprezados, renegados à burocracia,  e empurrados para uma relação vazia, inerte e de natureza da lei do mais forte, em que os que dominam são aqueles que engraxam, logo predominam,  onde o egotismo é exacerbado e o narcisismo um facto consumado, e não podemos depender de ninguém, confidenciar a alguém ou confiar em outrem. Pois estamos sozinhos num rio, cuja corrente nos empurra,  para a cascata que nos afoga, e é certo que ninguém nos irá puxar, ou dar a mão e caímos sós e/ou em vão. Sendo apenas um número, uma máquina que ninguém vê, acode e se puder acusa, impede de subir e fica cada vez mais isolado e posto de lado. Empurrado!

Pra gaja

 

A minha residência no Restelo




Eu sou um gajo  bueda romanico e preciso do amor como qualquer bacanu normal tajaver? Eu já, tipo, não estou com uma, tipo... á, 2 dias vá! Mas tu pah fases-me parar de andar praí a cumer outras, e só tenho olhos pra ti! Por ti enxia o Urban com montes de rozas e só  para te poder cumer! E até alegava uma avinete pra escrever com fumo o teu nome, mas como carolina é muito grande pedia pra porem só lina que é mais  barato... mas escuta eu não daqueles tipos vulgares, só muito educado e tenho respeito pelas mulheres, tanto que na minha empresa, É do meu Pai, mas eu sou director, e só para veres o respeito o pessoal da limpeza é tudo mulherio e quando vou ter cum a minha mãe dou-lhe um beijo. Por isso pah comigo tás garantida assim peço-te que deixes o teu marido e venhas mazé viver comigo. Ok pah? Vamus ser bue felises!


Psv: Não precisas de trazer aquelas malas da parda e goshi que eu tenho um Xines aqui ao pé e compro-te uma dúsia delas, ou mesmo uma desena! só pra ficares contente!

05 março 2025

Canção reflexiva


Extracto dum mail:

"Engate novo? Dos velhos tempos... ou a puta, novamente?! (sim, eu sei, são várias!...)"

Fim de citação 


Infelizmente não. Não ando ao engate nem é a "puta"! Não a vejo há mais de um ano. E o único engate eras tu que me seduziste e me usaste e deixaste e quando ia a tua casa se bebia era para colmatar a falta de intimidade. Não só dessa mas também, pois nem uma palavra terna, um toque, um carinho, nem sequer um beijo por compaixão ou piedade. Era enxovalhado, mal tratado, comparado a outros e adormecias virada para o outro lado. Após várias tentativas e idas em vão desisti. Para depois haver ciúme, desdém e discussão acesa sobre temas que não tinham razão de ser, sendo inócuos desse lado porém batiam fundo deste. Até a morte anunciada duma forma lenta, mas progamada por inexistência de qualquer emoção, sentimento ou sensação. Extinguindo-se a vontade, a confiança, verdade, respeito e qualquer aliança entre ambos por ausência de contacto físico, psíquico e social. Ficando apenas um sabor amargo, tristeza, confusão,  ilusão e solidão...


 Some Small Hope lyrics by Virginia Astley 

Virginia Astley and David Sylvian

Some Small Hope


All those dreams lie unfulfilled

All those lives that pass us by

Careless thoughts torment my lonely soul

But my trust is still pure


Why must all the days be dark?

Can no one escape their fears?

Could we ever fill such a sad despair

With just one small hope?


Like a corpse deep in the earth I'm so alone

Restless thoughts torment my soul

As fears they lay confirmed

But my life has always been this way


Breathing in these perfect hours

My regrets still try to drown me

Soon the past will be just an emptiness

Far away


Now you've gone

Time will pass

Friends will leave

Close my eyes

Far away


Some small hope

Far away


Now you've gone

Time will pass

Friends will leave

I'll close my eyes

Far away


Some small hope

Far away


Navalha de Ockham

 


A NAVALHA DE OCKHAM: 

FUNÇÃO LÓGICA E CRITÉRIOS DE APLICAÇÃO

WILLIAM SARAIVA BORGES 1

; SÉRGIO RICARDO STREFLING 2

1 Universidade Federal de Pelotas – saraiva.borges@gmail.com (autor)

2 Universidade Federal de Pelotas – srstrefling@gmail.com (orientador)

1. INTRODUÇÃO

Guilherme de Ockham (1284?-1347?) se tornou célebre na História da Filosofia pelo frequente e rigoroso uso do Princípio da Parcimônia (ou Princípio da Economia), o qual, em razão disso, passou a ser conhecido, simplesmente, como Navalha de Ockham. Tal princípio, com efeito, que na formulação do próprio venerabilis Inceptor se encontra em diversas passagens de sua Opera Philosophica et Theologica, consiste no axioma lógico-metodológico segundo o qual “a pluralidade não deve ser postulada sem necessidade” (pluralitas non est ponenda sine necessitate) ou, ainda, que “inutilmente se faz por mais o que se pode fazer por menos” (frusta fit per plura quod potest fieri per pauciora). Vejamosdois excertos extraídos do Comentário à Física de Aristóteles, nos quais,analisando essa obra aristotélica, Ockham apresenta de modo inequívoco qual seja seu entendimento acerca da função lógico-metodológica desse princípio:

Aqui o Filósofo conclui que é melhor postular princípios finitos, como fez Empédocles que postulou seis princípios, a saber, os quatro elementos e o litígio e a amizade, do que postular infinitos princípios, como postulou Anaxágoras; e isso porque, igualmente, todas as coisas podem ser salvas por finitos como [seriam salvas] por infinitos; e a pluralidade nunca deve ser postulada sem necessidade.

1 Inutilmente se faz por mais o que se pode fazer por menos; portanto, inutilmente se faz por infinitos o que se pode fazer por finitos; ora, todas as coisas que podem ser salvas por princípios infinitos, podem ser salvas por princípios finitos, como Empédocles que postulou princípios finitos [e assim] salvou todas as aparências e manifestações que Anaxágoras salvou por princípios infinitos.

2

1 OCKHAM, Expositio in Libros Physicorum Aristotelis, livro I, cap. 11, § 9, in Opera Philosophica,

vol. IV, p. 118 (a tradução e os grifos são nossos). O Venerabilis Inceptor está comentando a seguinte passagem da Física de Aristóteles: “Mas nem sequer a geração de coisas homoformes Anaxágoras concebe corretamente. De certo modo, o barro se dissolve em barro, mas, de certo modo, não. De fato, não é o mesmo modo em cada respectivo caso: tal como os tijolos provêm da casa ou a casa provém dos tijolos, assim do mesmo modo a água e o ar seriam constituídos e proviriam um do outro. É melhor assumir um número menor e limitado de princípios, como faz Empédocles” (ARISTÓTELES, Física, livro I, cap. 4, 188a 17-18). A esse propósito, Lucas Angioni, tradutor dessa obra aristotélica, acrescenta este comentário: “Aristóteles recorre a um princípio de economia, retomado em 189a 15-16: deve-se encontrar o menor número possível de princípios.

Como diz Ross (Aristotle’s Physics, p. 487), trata-se de um ‘ancestral da Navalha de Ockham’,também presente em De Caelo 302b 26-30, sob inspiração matemática. O mesmo princípio está presente também na jocosa crítica à multiplicação ontológica perpetrada pela teoria platônica das Ideias, em Metafísica 990b 2-4” (ANGIONI, Comentários, in ARISTÓTELES, Física I e II, p. 123).

2. METODOLOGIA

Para a realização da presente pesquisa se utilizou uma metodologia de caráter bibliográfico, isto é, a leitura, a análise e a interpretação dos textos do próprio Guilherme de Ockham e de alguns de seus comentadores.

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Ainda que, consoante as citações ockhamianas acima transcritas, esteja patente que a Navalha da Ockham seja um princípio lógico-metodológico, asformulações que se propagaram na História da Filosofia a fazem parecer,

fundamentalmente, um princípio metafísico. É o que se pode depreender, por exemplo, da vulgarizada formulação desse axioma: “os entes (ou as essências) não devem ser multiplicados sem necessidade” (entia non sunt multiplicanda praeter necessitatem ou essentia non sunt multiplicanda sine necessitate)

3

.Com efeito, o caráter metafísico desse princípio só pode ser concebido como consequência de sua aplicação lógico-metodológica, pois é manifesto que a Navalha de Ockham, em diversos silogismos encontrados no Corpus Ockhamisticum, exerce a função da premissa maior (tal como nos exemplos extraídos do Comentário à Física de Aristóteles), da qual se seguem conclusões que, eventualmente, podem ser de ordem metafísica (como é o caso da posição assumida pelo Venerabilis Inceptor no que se refere à natureza dos universais, isto é, seu conhecido antirrealismo nominalista

 4 ; e também como ocorre na defesa da separação entre fé e razão, igualmente sustentada pelo Menorita Inglês

5). Portanto, enquanto princípio, a Navalha de Ockham é metodológica, já que pertence ao domínio da lógica; no entanto, quando aplicada, pode fundamentar corolários metafísicos.

6 Contudo, a maior parte das formulações do Princípio da Parcimônia (ou Economia), tal como encontradas ao longo das obras de Ockham, não incluem o estabelecimento explícito de critérios precisos do que seja, exatamente, postular sem necessidade e/ou necessidade de postular, mas apenas preceitua que não se deve postular desnecessariamente. Desse modo, poder-se-ia afirmar que a Navalha propõe uma economia arbitrária sem justificar por qual motivo se deveria é melhor explicá-los por princípios limitados do que por ilimitados – como Empédocles: de fato, ele julga ter explicado [por princípios limitados] tudo quanto Anaxágoras explicou por ilimitados” 

(ARISTÓTELES, Física, livro I, cap. 6, 189a 14-16). Ao que, igualmente, comenta o tradutor: “[...] essas sentenças enunciam certo ‘princípio de economia’: sendo possível explicar a totalidade dos entes por certo número limitado de princípios, é supérfluo introduzir princípios adicionais [...]” 

(ANGIONI, Comentários, in ARISTÓTELES, Física I e II, p. 134).

3 Conferir: GILSON, Etienne. A Filosofia da Idade Média. Tradução de Eduardo Brandão. São Paulo: Martins Fontes, 1995, p. 798. E ainda: REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. História da Filosofia. Volume 2: Patrística e Escolástica. Tradução de Ivo Storniolo. São Paulo: Paulus, 2003, 

pp. 301-302.

4 Conferir: BORGES, William Saraiva; LEITE JUNIOR, Pedro. O antirrealismo nominalista de

Guilherme de Ockham a partir do “Comentário à Isagoge de Porfírio”. In: Thaumazein, Santa Maria, v. 8, n. 15, 2015, pp. 59-73.

5 Conferir: BORGES, William Saraiva; LEITE JUNIOR, Pedro. A relação entre fé e razão em Ockham. In: GELAIN, Itamar Luís; DE BONI, Luis Alberto (Orgs.). Fé e razão na Idade Média. Porto Alegre: Editora Fi, 2019, pp. 187-206.

6 Conferir: VIER, Raimundo. A “Navalha de Ockham”. In: GARCIA, Antônio (Org.). Estudos de 

Filosofia Medieval. Petrópolis: Vozes; São Paulo: USF, 1997, pp. 121-134. 2 OCKHAM, Expositio in Libros Physicorum Aristotelis, livro I, cap. 13, § 4, in Opera Philosophica,

vol. IV, pp. 133-134 (a tradução e os grifos são nossos). Dessa vez, o Menorita Inglês está comentado este outro trecho da Física: “[...] é possível explicar os entes por princípios limitados, eser, efetivamente, parcimonioso na argumentação e na elaboração de teorias filosóficas e/ou científicas. Todavia, é no Tractatus de Principiis Theologiae (possível reportatio de algum discípulo de Ockham) e no De Corpore Christi que se localiza o elenco pontual de quais sejam esses critérios. Eis os excertos: A pluralidade nunca deve ser postulada sem [que haja] necessidade de postulá-la. Expõe, no entanto, o que chama necessidade de postular e diz que é a razão ou a experiência ou a autoridade da Escritura, a qual contradizer não é lícito, e a autoridade da Igreja. Ora,esse é um princípio razoável, porque sem ele seria permitido multiplicar as coisas arbitrariamente [...].

7

Inutilmente se faz por mais o que se pode fazer por menos. Ora,esse é um princípio que não se deve negar, porque nenhuma pluralidade deve ser postulada senão pela razão ou pela experiência ou pela autoridade daquele que não pode falhar, nem errar, nem confundir.

8

Ora, é inútil fazer por mais o que se pode fazer por menos, isto é, não se deve postular a pluralidade desnecessariamente, ou seja, nunca se deve postulá-la exceto quando houver necessidade. Pois bem, quando que há necessidade de postular a pluralidade não sendo inútil fazer com mais o que se faria com menos?Quando a razão, ou a experiência, ou as Escrituras e/ou a Igreja o obrigarem(conforme é ilustrado, esquematicamente, no gráfico abaixo).

Critérios para aplicação da Navalha de Ockham

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

A Navalha de Ockham, é importante salientar, não preceitua que sempre e em todos os casos se deva, absolutamente, fazer por menos ou jamais postular elementos adicionais; se assim fosse, com acerto, mereceria ser chamada de Princípio de Simploriedade e não Princípio da Simplicidade (como também pode ser denominada). O Princípio da Parcimônia ou da Economia, ao invés disso,sustenta que sendo possível explicar algum fenômeno qualquer recorrendo a umnúmero menor ou limitado de elementos e/ou conceitos, é assim que se deve proceder; ser parcimonioso ou econômico é não complexificar sem necessidade,não teorizar inutilmente. No entanto, quando a razão natural, ou a experiência evidente e/ou a autoridade infalível das Escrituras Sagradas ou do Magistério Eclesial exigirem como necessário que se postule a pluralidade, então se deverá postulá-la, pois nesse caso não será inútil fazer por mais o que se poderia fazer por menos, simplesmente porque seria impossível, nessa situação, fazê-lo com menos (quer dizer, aí é necessário fazer com mais). Em suma, é à razão, à experiência e à autoridade (bíblica ou magisterial) – e nessa ordem hierárquica, cabe frisar – que compete determinar se algo pode ser considerado desnecessário ou não.

7 OCKHAM, Tractatus de Principiis Theologiae, in Opera Philosophica, vol. VI, p. 607 (a tradução e os grifos são nossos).

8 OCKHAM, De Corpore Christi, cap. 29, in Opera Theologica, vol. X, pp. 157-158 (a tradução e os grifos são nossos). 

5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ANGIONI, Lucas. Comentários. In: ARISTÓTELES. Física I e II. Campinas:

Unicamp, 2009, pp. 65-406.

ARISTÓTELES. Física I e II. Prefácio, introdução, tradução e comentários de

Lucas Angioni. Campinas: Unicamp, 2009.

BORGES, William Saraiva; LEITE JUNIOR, Pedro. A relação entre fé e razão em

Ockham. In: GELAIN, Itamar Luís; DE BONI, Luis Alberto (Orgs.). Fé e razão na

Idade Média. Porto Alegre: Editora Fi, 2019, pp. 187-206.

BORGES, William Saraiva; LEITE JUNIOR, Pedro. O antirrealismo nominalista de

Guilherme de Ockham a partir do “Comentário à Isagoge de Porfírio”. In:

Thaumazein, Santa Maria, v. 8, n. 15, 2015, pp. 59-73.

GILSON, Etienne. A Filosofia da Idade Média. Tradução de Eduardo Brandão.

São Paulo: Martins Fontes, 1995.

OCKHAM, Guillelmus de. Expositio in Libros Physicorum Aristotelis. In: Opera

Philosophica. Volumina IV et V. New York: St. Bonaventure University, 1985.

OCKHAM, Guillelmus de. Tractatus de Corpore Christi. In: Opera Theologica.

Volumen X. New York: St. Bonaventure University, 1986.

OCKHAM, Guillelmus de. Tractatus de Principiis Theologiae. In: Opera

Philosophica. Volumen VII. New York: St. Bonaventure University, 1988.

REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. História da Filosofia. Volume 2: Patrística e

Escolástica. Tradução de Ivo Storniolo. São Paulo: Paulus, 2003.

ROSS, William David. Aristotle’s Physics: a revised text with introduction and

commentary. Oxford: Clarendon Press, 1936.

VIER, Raimundo. A “Navalha de Ockham”. In: GARCIA, Antônio (Org.). Estudos

de Filosofia Medieval. Petrópolis: Vozes; São Paulo: USF, 1997, pp. 121-134.

©℗ 5ª Semana integrada UFPEL

 XXI Encontro de Pós-graduação- ENPOS

Aliterado



Acerca do circo de êxtase por escrito épico estou esperançado a enviar estucadas a censura sobre me extinguir. o seu criador estou estático de escrever este Estão estas entidades para  certamente será de não estar estigmatizado que cerca este blogue e crucial crescer ou embaraçado e embalado vazar vossa versão.Vou verificar tal viabilidade de validar  ou então pouco ético .


    

03 março 2025

A vaca que ri


 

Nado












Hoje não dei por acordar. Amordaçado e manietado de mãos e pés, não via nada, e uma gosma rodeava-me no corpo, a sensação não era de dor, antes um conforto disforme de calor húmido. Tentei gritar. Estava com a boca preenchida com algo que me impedia de algum som fazer! Um pânico caótico apoderou-se de mim! "Que fiz eu para merecer tal sina?" Não recordava o dia anterior, não me lembrava de nada sobre mim. Como se uma amnésia me fizesse de tudo esquecer e nada lembrar. Nenhuma memória ou recordação. Um vazio enorme. Tentei mexer-me, agitar, torcer e abanar. Não servira de nada. Inerte sem qualquer hipóteses de me libertar. Cansado acabei por adormecer. Mais tarde ouvia vozes no exterior como que a chamar, a gritar, vi luz, libertei-me chorei e nasci!  

Amor é, Paixão será, emoção vã...

 


Um dia vou amar,

Sei que sim!

Vou-me apaixonar,

Como te guardar?


Dar-te-ei o que sei,

Dir-te-ei o que queres,

Deverei-me entregar?

Conservar? E darei?


Poderei confiar?

E tudo oferecer?

Ou ir devagar?

Para não te perder?


Se me permitires tudo,

Responderei igual,

Se sentir que omites

Serás a tal?


Receio a omissão 

 partilhas tudo

Avanço sem medo

Recebes-me então 


Confio-te o ser

Dás n prazer 

Quão oferecer

Solto-me a ver


Quero-te mais 

Venho-me contigo

Prendes-me e sais

Fico, aqui me tens


Olho-te nos olhos 

Segredo-te ao ouvido

Escutas e dizes

É bom tar contigo.


E um dia irei-te encontrar!

02 março 2025

Diário, notário ou cardápio de mazelas, sequelas, querelas ou fábulas?

A quem me possa aqui seguir e ler com atenção o que aqui venho escrever.Tenho algo a informar a quem possa tentar achar algo mais substancial consequente ou relevante nestes pedaços opiniaticos, ou meros recortes de jornal que não se encaixam no total do sentido da vida
EXISTÊNCIA ou Fado no geral. O que aqui deixo são momentos que divergem tanto na sua direcção como um labirinto faz  perderem-se no sentido e direcção.Quero com isto dizer que isto não passa dum diário de alguém com diversas razões emoções e ideais contraditórias. Pois o que hoje é verdade amanhã é mentira. Em suma quero afirmar aqui que para além e aquém do que foi dito não tem qualquer fito social, motivo emocional ou mote para alguém em especial ou particular. Já teve sim. Em tempos que era dirigido e conduzido por motivos emocionais e destinava-se
Subrepticiamente a induzir, qual as sereias de Ulisses, alguém a se encantar e através de falinhas mansas, causar impressão,  ou impacto emocional para que não tivesse de o fazer ou dizer presencialmente, pois não tinha aptidão para o efeito pessoalmente. Paradoxalmente provocou o efeito desejado porém foi tempo perdido visto que no melhor pano cai a nódoa e vi-me enredado numa situação que me marcou, deixou desagrado e percebi que não vale o esforço fazer de bardo, e com falinhas mansas atrair o "gado", pois é algo que requer trabalho e dedicação para depois atrair tal fado, tendo sido ingénuo e magoado. Mas foi chão que deu uvas e estive muito tempo parado, e reconsiderei, repensei, pesei os pros e os contras, e após prestações de contas ano após ano, verifiquei ficar sempre deficitário no que concerne ao emocional e sentimental e como sumário tornei-me frio e calculista nesse aspecto e cortei esse factor deveras nefasto e recomecei o projecto como um diário, sem interesses nem busca de pareceres de terceiros, factores interesseiros, antes uma fonte para despejar meus pensamentos extemporâneos, momentâneos e opiniões sem receios de interpretações de terceiros, oferecendo somente o que me sai da mente independentemente de causar tensões nos demais, ou intenções de ser ambicioso, demagógico, escatológico ou pouco lógico. Foram 5 anos parado e agora é irrelevante ser visado, acusado ou mal tratado. Mas desta vez já perdi a sobranceria de ter apetência para a bela semântica, boa retórica, eloquência, narrativa poética ou romanceada. Escrevo o que me fascina, intriga, irrita seja também sobre o que acho da politica, da sociedade, da vida e também coisas sem sentido e descargas de adrenalina que de endorfinas tranformo em linhas, de stress descodifico em inscrições, dores em descargas alfabeticas e temores ou horrores passo para imagens e letras a várias cores. Houve momentos em que me preocupava a ofensa, mas porque assim pensar se é isto que me está a acontecer e tenho de dizer? Alturas em que a minha gramatica e estórias mal alinhavadas poderiam aborrecer, bah agora doa a quem doer eu escrevo para mim e quem me queira ler saiba que prezo a liberdade de expressão mas privilegio a minha liberdade de impressão pois a ditadura caiu, e a Inquisição morreu e o leitor que saia se não aprova, que eu agora comecei e ainda tenho muito a dizer. Se é repetido, aborrecido ou monótono, monocordico eu passo, e já dei para tal peditório.
Agora muito francamente sei que sou um escritor de merda, um contador lerdo, um poeta fraudulento e narrador pestilento. Mas é o que temos em mais de 1000 textos tenho mais de 20000 entradas de estranhos e parceiros no meu blogue, portanto ou me venham aqui plagiar, criticar, ou fazer voodoo eh pah, força! Tenho tanto azar, coisas más a acontecer, tramas, manhas e ardis que o caos da existência anda a tecer, que já nada tenho a temer! Nem a minha morte me faz tremer. E quanto a sorte, passo,  e ao azar já tenho pra dar e vender! Quanto a pragas que me queiram dar, façam favor, ponham-se na bicha que precisam senha para tirar, finalmente amaldiçoar sinceramente estou-me a cagar, o palavrão foi pra versejar mas também posso nisso exacerbar mando esses se foder! Já que entrámos no tema, e são assíduos verão que de ordinario tenho pouco, e se disse em 1000 textos 2 dúzias de asneiras é muito! Pois não faz o meu género, todavia, e por vezes, sabe bem! E lamento se vos chocar, mas como disse não sou conotado como ordinario, contudo não sou contido, quiçá seja de baixo nível ou vulgar, e só vós poderão julgar! 

Daí que  era isto que tinha a dizer, e fico por aqui pois nada mais há a acrescentar, talvez este seja demasiado intimista para publicar, até muito egoísta, pedante e prepotente, por me retratar e expor desde a literatura banal ao meu ser considerado redundante e vulgar, mas todos nós vivenciamos a nossa existência com uma ponta de egoista, uma pitada de narcisista,  misturada com uma colherada de sentimental, e somos uma panóplia de emoções contraditórias num corpo tão pequeno mas numa alma enorme que absorve e condensa todos os defeitos e virtudes. Assim que interessa minimizar ou exteriorizar os feitos se não há quem o faça por nós? Por isso depois destas considerações não levem isto a sério que eu também não! É um pedaço que levam de mim. Mas pequeno! Porque o restante, o grosso do produto é só para mim! E está aqui há venda, em hasta pública, em todas as publicações, até que a voz me doa! E até ao dia que falhe a inspiração para continuar a publicar à toa! Inte!


NB: É VERDADE! há cerca de uma dúzia de textos que tenho por publicar, estão em rascunhos, e por inépcia de rever e aprimorar, já publiquei alguns, mas retirei porque são deveras cáusticos embora realidades a meu ver, e hei-de clicar publicar! Doa a quem doer! Mas para já é cedo demais para os ter! Um dia destes. Vamos ver...


Legenda fotográfica:

Em cima

Prateleira: Com umas centenas de livros que serviram de inspiração para o meu ideal de vida e forma de estar desde " colecção ciência aberta da Gradiva", Albert Camus Colecção completa (dos livros à venda) livros do Brasil, Franz Kafka, Cormac McCarthy( várias editoras), Jack Kerouac, W.S. Burroughs, Gore Vidal, Noam Chomsky, J.G. Ballard, Joseph Conrad, Goethe, Hermann Hesse, Ken Follett, Isaac Asimov, Stanislaw Lem, Ray Bradbury, Saramago, Julio Dinis, C. Castelo Branco, Garrett, Eça de Queiroz, Mario de Carvalho, etc

Segunda: Ensaio a fumar depois desgosto amoroso n°51...

ÚLTIMA: Eu em Oeiras, ainda no Bairro da Figueirinha em 77, quando o Mundo era perfeito, os maiores feitos eram aprender a nadar com o meu Pai na Fonte da Telha, aprender Andar de Bicicleta com meu Irmão e Primo na Cava do Viriato em Viseu, construir cabanas e um arco de flechas, a vida era simples, nada se desejava, apenas se queria ir para a rua brincar, jogar à apanhada, às escondidas, ao bate-pé...Enfim...Saudades de não ter nada e tudo ter!