João Cruz Oeiras de Portugal adesão a portal.membros@spautores.pt

Nome

Email *

Mensagem *

23 janeiro 2026

Na volta não é tal coisa


Afinal não há amor que aqui apareça e paixão que me mereça ou qualquer emoção que careça! 
 Não busques mais tal sensação porque não é o que queres João! É
Tão somente e apenas respeito e denota também atenção!.
para que se quer tal coisa se o resultado é igual.
 Que vais fracassar se não encontrares! 
E sofrer ou penar se só tu amares?
As emoções são internas e procura cá dentro! 
Vais ser feliz com isso se estiveres atento!
É isso! tenho saúde casa emprego dinheiro uma familia e estou inteiro!

Questão:"Ah mas se quiseres fazer amor como te vais orientar?
Oh há sempre alguém que possa ligar embora deixa muito a desejar, também espancar o palhaço deixa e não é por isso que o deixam de estrangular..."
Se é ordinário falar nisso? Não é tão vulgar e prosaico como de outra coisa dizer pois antes de haver a mais antiga profissão já o Homem estava com ele na mão!... bahhh
Questão: Mas não gostavas de ter uma mulher para amar, viver e acordar?
Claro que sim, mas para quê estar com isso a me martirizar? E sofrer com a falta e penar por antecipação?
O desalojado não tem casa, e não é por estar nela a sonhar que irá aparecer?
O pobre anseja por riqueza mas ela não se materializa...
O facto de se querer algo e muito nela se pensar, desejar ou orar, não há faz acontecer. Embora quem busque Casa e Dinheiro, não tenha muito que desejar basta se esforçar e eventualmente ira ter uma pequena casa para viver e quiça algum dinheiro para se sustentar...
Mas quem uma companheira pretende encontrar não basta se esforçar ou orar e logo irá encontrar uma  pequenina moçoila sem grande inteligência cultura e beleza! Não é assim! Não basta esforçar ou procurar, daí que desisti de encontrar pois não vale mais a pena por esse motivo sofrer!
Se tivesse de acontecer já teria acontecido e a ninguém irei falar ou propor nada nesse sentido porque estou agora investido em preencher-me noutro sentido. E há mesmo quem que com esta idade nunca tenha amado ou nada sentido, e posso dizer que já o tive, já o dei e não estou de nada arrependido! Talvez houvesse pessoas que não deveriam ter aparecido e outras a quem eu não me tivesse apercebido que era só interesse físico e emocional e houve quem tivesse magoado sem ser merecido.
Mas o que as mulheres não sabem é que por sentirem que têm todas as cartas na mão, nunca se entregam a 100% numa relação e há quem goste de ter mais de um a seu lado. É por isso que são ligeiras a sair e difíceis a entrar na relação! E só quando percebem que perdem é aí que percebem quem tem razão! O homem não é feito para andar de mão em mão a rodar com esta e aquela e a rondar uma para cá e para lá e outra de antemão!
Pois falo com conhecimento de causa que o homem quando se entrega e de alma corpo e coração! E a mulher( não muitas, mas algumas, ou só três, (contando contigo sim!)) não percebe e não tem visão, deixa-se levar pela intriga, dúvida, ciúme e crispação, e o que isso provoca naquele que dela gosta, até mesmo em introspecção, tenha deixado por esses motivos, mas mais tarde voltou por opção e fez essa escolha por ver nela a solução, contudo advêm já daí muita dificuldade e confusão, pois existem feridas abertas e tomadas de decisão que são de breve tomada, lacónica forma, concisa e sucinta resposta mas fica a indecisão, por receio de haver alguém, achar que não é real a opção, calcular demais o que é já resolução, complicar aquilo que é pragmático e não é nenhuma equação. Por esse motivo entra a intriga, drama, ardil, castigo e coacção e desfaz aquilo que era uma resolução, criando desilusão, antecipando ilusão e não fazendo alusão ao que já possuia na mão. E cria assim tal assimetria, que deturpa a emoção, esvaindo sentimentos adiando a emoção e essa obsessão condena a relação pois já não há confiança nem fé do outro lado e se torna algo certo na incerteza da acção tomada. O que afasta e depois existe apenas questões, dúvidas e receios durante encontros só com monólogos e nenhuma ligação e há uma partição. Com dolo, tristeza, gritos e acusação e a defesa é partir. A solução é sair pois perdeu-se o que demais sagrado há; que é respeito, credibilidade, confiança mútua, transparência, vontade de diálogo e a ternura o toque até o contacto visual é toldado duma névoa e perdeu-se tudo por se julgar saber-se detentora da razão, e dão-se julgamentos e injúrias e por fim corta-se o contacto fisico, emocional, social e virtual. Surreal! 
Pois na lógica primária e não fazendo disto uma equação quadrática! Se voltou é porque queria a pessoa! Se regressou é porque percebeu que errou! Quando retorna tem em cima o peso de a ter trocado por uma terceira pessoa, e sabendo que esta ainda tinha sentimentos pois muitas coisas foram ditas e trocadas, entre ciúmes, muitas palavras duras e frases que ficaram marcadas e que doeram por serem verdadeiras e ao ter tido a oportunidade de voltar atrás e ser recebido, não é doloroso apenas para quem ficou, embora seja de facto algo tenebroso, horrível, duro cruel e marcante, mas se se volta não se deixa o rancoroso, o ciúme invejoso, os sentimentos horrorosos para trás? E se mesmo se faz amor, se deixa beijar e abraçar e dormir não é para o passado ultrapassar? Sabendo que, e dizia Eu, que ao tomar essa opção, e antes pensar que tal atitude tomar terá de se calcular o que se está disposto a acatar. E é uma carga emocional enorme, ter que carregar aos Ombros, a humilhação de saber que se trocou e que o avisou e tinha razão agora aqui estou, depois de ter sido um cabrão  Abriste a porta e a alma e essa tua humildade foi uma dupla ou tripla facada, pois É como muito fria e francamente:
" Saí, troquei-te, abandonei-te, encornei-te (se assim o quiseres chamar), desprezei e desdenhei-te, ouvi-te a me martirizar, a injuriar por te rechaçar, na cama doutra, depois mais tarde cai em mim, e percebi que errei, e para ti voltei"
Essa atitude não foi devidamente calculada ou registada e quando aí entrei e o deixaste fazer Eu trazia o peso da tua consciência e a minha má consciência, a tua raiva e a minha falta de noção, as tuas interacções e razão e para terminar o teu ciúme, pleno de razão e tua posição altiva e finalmente a minha vergonha e figura de idiota, com um peso na consciência por estar a voltar atrás na emoção, e com a  certeza que dizias à boca cheia" eu avisei-te" tendo trocado alguém por outra coisa que nos meus olhos diziam:" tinhas razão enganei-me, não tem nada a mais e sem querer comparar apenas o que se pode imaginar é que se estou aqui, é porque aquilo ali é mau, e sei o que perdi! E senti-me portanto, e tu fizeste questão de o mostrar, alguém envergonhado, humilhado, maltratado, cansado, baralhado, enganado, destruído e com vontade de te pedir perdão e dar-te toda a razão e preparado para mergulhar fundo num instante negro pelo que te fiz passar...
E deste-me uma segunda chance,  mas como sabemos redundou em fracasso, pois eu voltava debalde e assim se verificou, pois se assim fiz foi porque percebi que errei, e pese embora fosse uma traição, reconheci a injustiça, a mísera e vil atitude, tremenda idiotice, bárbara consideração trágica inconsequência dos meus actos! Porém não vinha com manha, ardil ou segundas intenções, mas sim realmente por reconhecer o erro enorme feito e apesar do prejuízo causado estava presente, sem artifício preparado e não receando, acatar com as consequências do desaire causado. Porém o tempo passou, e apesar de a tua recepção não poderia ter sido mais belicosa e gélida, as feridas saram mas ficou algo a pairar,pois não faziamos amor, ou era condicional como se me tivesses a por à prova! Como se eu tivesse voltado só para isso! E foi isso que criou uma epifania emocional e uma espécie de incerteza e indecisão, naquilo que me estavas a fazer passar, para Ascensão a teu pseudo-namorado, e para o teu perdão Divino e após o perdão e confissão à priori avançado teria num acto de contrição fazer a minha
 travessia no deserto( atentos à minha divagação que embora muito requintada é o relato real duma série de registos ultrapassados na minha pele)
 basicamente foi todos os dias que em tua casa estive, e como mulher vingativa, que ultrapassa mas não olvida, que perdoa no instante mas condena eternamente com a terna bênção tendo o requinte de malvadez e  num rasgo de ideia malévola de se sujeitar a deitar-se comigo apenas e só quando lhe for oportuno para si e nunca quando se aperceber que eu essa vontade possuo... E os meus parabéns É uma ideia que deve ser considerada somente tem um brilhantismo dum Albert Speer, Goebels, Heydrich ou von Manstein! Então, e reafirmo que eram momentos de grande qualidade emotiva e de motivação para Si, e certamente de tortura física e psíquica para mim, e que é deveras constrangedora de contar e descrever tal estória embora vale a pena recordar! Pois se a arte imita a vida, aqui temos algo de kafkiano onde me encontro,  à data, na ignorância de me aperceber ,de tal situação, a qual me era dada a ser o meu modus vivendi e seu modus operandi com o objectivo de levar a melhor comigo e dum oportunismo "estilo dominatrix" que e que devo dizer não me interessa nem é apelativo, talvez daí que o utilize para retirar toda a vontade e libido do meu ser. E ser somente uma experiência, o fazer amor, unidireccional... para, lá estar, retirar daqui um acto de contrição para mim e de prazer (mórbido só pode) dali... Recordando agora duma coisa que me dizia ao telefone quando ainda estava com a outra-,questionando se lhe ia ao dito, ou seja, a cavidade traseira (passo a vulgaridade) o que achei bizarro à data, mas faz todo o sentido, como se por ter gozado nos 3 orifícios fosse um bónus!... Algo Pythonesco mas enfim...
E nestas experiências marcantes fazia questão de usar protecção. Além de julgar que só ia ter lá para ir para a cama! Não, não ia, mas quando ia claro que queria obviamente! Sou homem, capaz, hormonalmente excitado quando ia lá dormir porque normalmente faz-se amor com quem se está! Não é nada de peculiar e não me julgo um tarado apenas é um acto físico comum entre dois entes que supostamente se amam! E se houvesse mais alguém, quisesse,desejasse, procurasse ou tivesse tido outra, então para que quereria o fazer com tal? Hmm? Talvez nunca se tivesses questionado sobre isso ou percebeste isso!?
Além do mais tinha preterido a outra a seu favor! Para quê ter relações sexuais com duas pessoas? Para escrever no meu diário? É? 
"Querido Diário,
Hoje tornei-me finalmente num Ganda homem! Porquê? Perguntas tu? Olha porque não resisto ao meu charme e de manhã tive com Fulana, à tarde com Beltrana e à noite com Sicrana!   Oh pah mas não fiz o pleno no "Bingo Penetra" foi 7/9!"
Ridículo, absurdo, desinteressante e desprovido de sentido, graça e consideração pelas pessoas e ego próprio!
Em suma quis colocar uma pedra neste assunto das relações amorosas. Passadas e futuras, e no cômputo geral das minhas relações sociais e/ou emocionais devo dizer que nunca houve um superavit de maus momentos quando se termina uma vida com outra pessoa, houve decerto momentos marcantes, alguns trágicos e dramáticos, por terem sido quezilentos e criado alguns estigmas e da minha parte este foi um deles, pois poderia ter sido algo feito duma forma civilizada, mas que os atritos foram tantos devido às falhas, dúvidas, incertezas, desconfianças e desculpas que se seguiu um caminho bastante difícil e obstáculos que não se queriam encontrar pelo que realmente foi um momento de fracasso e falo de ambos, pois ninguém fracassa sozinho, porém através do fechar de portas e travessas foi-se atabalhoadamente seguindo um rumo definido por mal-estar, mal-entendidos, atitudes rudes , desconversas, discussões, e políticas de desentendimentos mal acabadas ou por resolver ou sem solução, por precisamente não haver forma de resolver, pois excesso de zelo e falta de crença mútua, juntando os egos, amuos e orgulhos mútuos,fazendo de uma relação de amor um verdadeiro e dramático relacionamento sem sentido e idiota que seria evitável não fossem os participantes teimosos e parvos. E com isto colocou-se um muro no meio e um diálogo tornado em dois monólogos. Duas versões, opiniões e respostas mas uma única razão. E assim acaba isto, fixando-se numa ocasião ruidosa do razoável,  em vez do aconchego do silêncio no solúvel.




Sem comentários: