Poderão ler opiniões sobre Momentos, sentimentos, pensamentos, reconhecimentos, documentos, além de acabamentos.
Em piores dias de agonia, fase nefasta ou nihilista da alma: As minhas desculpas, tristezas, tormentos, críticas pessoais a quem me fez mal emocionalmente, fisicamente, mentalmente ou a quem me apeteceu dizer mal por ser velhaco.
Também estarão disponíveis: textos de pura autocrítica por falta de auto-estima e/ou amor próprio, insegurança e apenas pura dor
João Cruz Oeiras de Portugal adesão a portal.membros@spautores.pt
Apesar dos Estados Unidos terem um maior Gdp e um orçamento defesa superior ao Russo e Chines, o orçamento destes é apenas utilizado na manutenção fabrico e aperfeiçoamento do armamento. Ao passo que americano não se destina a esse fito mas sim para pagar a países estrangeiros, financiar conflitos, subornar políticos, usar em propaganda e além de interesses ou lobbie. Assim a eficácia e eficiência dos orçamentos destes últimos é melhor aplicado, destinado e usado para esse fim! Assim haverá um empate técnico quanto à quantidade e vantagem dos últimos relativamente à qualidade. Apesar dos americanos terem 3 vezes mais aviões e porta-aviões, estes últimos têm mais armas, mísseis, projécteis e rockets para abater seja aviões e porta-avioes. Caso os USA invadisse a Rússia e/ou a China,pois estes últimos nunca fariam invadiriam os EUA, os primeiros iriam fazer o ataque massivo estilo iraque, com milhares de mísseis, intervenções com avioes bombardeiros e de ataque stealth pese embora tenha sido provado na sérvia que o F117 é detectado e abatido, o U2 também e tudo indica que os mísseis de defesa anti-aereos F-500 tenham capacidade para detectar os caças F35 e com a capacidade de industrial e de fabrico de material bélico da Rússia e China combinados seriam muitíssimo dificil aos americanos manterem uma cadeia de fornecimento de material, de abastecimento e fornecimento às suas forças Armadas enquanto que os últimos estando em seu território teriam uma infindável apoio o que lhes permite obter vantagem, além de que quando começassem a chegar centenas de caixões a Washington Dc, o facto de os Russos e Chineses poderem assimilar as mortes na frente, teria um impacto emocional e mediático enorme nos EUA o que os faria repensar a sua estratégia e audácia no teatro de guerra e confronto directo entre tropas terrestres... somente o passar do conflito bélico convencional para nuclear teria um efeito de equilíbrio entre potências, mas aí, já não seria uma guerra entre países mas sim uma chuva de mísseis nucleares a criar uma aquecimento global nuclear e o fim da crise por auto-destruição e suicídio colectivo, sendo o fim da humanidade e uma nova era na evolução humana, com os caçadores recolectores a serem os únicos a prosperarem, numa Terra em inverno nuclear com mais de 60% da população mundial a perecer ou cerca de 5.000.000.000 de pessoas aniquiladas....
Sleeper in metropolis-Anne Clark Homecoming- Anne Clark
Esta letra é para ter em atenção
Quanto o teu passado foi meu futuro? Que terá sido o teu presente sendo eu embrulho? Que papel tive neste segundo tento? se nem tive presencialmente mais do que 20 dias úteis. Com noites passadas seriam 480 horas de relação? Em 365 dias ou 8760 horas nem um mês completo foi e que te poderia ofertar ou mesmo fa zendo tudo o que te aprouvesse, apetecesse ou quisesses seria suficiente para a confiança voltar ou nunca em mim irias crer? Pois fiz tudo, tudo o que achei possível para te reaver readquirir e reacender a chama! Mas não consegui ou não te entendi e não percebi! Pois apesar de questionares se para a "puta" tinha voltado e ao "cu me tinha dado" não estava praí virado pois em to tudo tinha apostado! E essa vulgaridade foi desnecessária, visto que se fosse um puto de 20 anos e fosse novidade... mas não, não tinha interesse nem ia mal intencionado, até porque o homem é facil de conquistar e não seria pelo traseiro mas sim pela cabeça. Enfim tempo perdido e foi-se o interesse, instalou-se a incerteza, abalou a auto-estima, abanou o espírito e acabou-se a vontade.
Houve altura que estalavas os dedos e lá ia eu depauperado, Física e mentalmente contudo teria ficado! Bastava teres dito ou feito o que quisesses e sentindo-me amado, faria tudo e qualquer cousa para ficar a teu lado. Era pedires que mudasse me como quando e que quisesses e teria assim se passado. Eras tu sim, que queria e ontigo ficado! Porque estaria contigo se poderia ter a outra? Sempre a ligar, não parava de contactar, aparecer em casa, no trabalho, até à minha mãe tinha telefonado e ficou proibida de aparecer em casa. Era prestígio ter duas, qual sheik árabe? Ou ter uma se reserva caso ficasse cansado? Voltei para ti, depois de chegar à conclusão que tinha errado, e cometi erros por te ter trocado. Mas após muito tempo passado percebi o erro cometido e o tempo desperdiçado, apesar de tudo isso quis voltar, pelos vistos tarde, e se foi vingança teres-me chamado para depois ser rejeitado, foi bem jogado! Ganhaste e eu perdi tudo...
Mas tu optaste. Eu bazei...
Tu é que perdeste. Eu segui, e não! Não tenho ninguém! E se não tiver mais que de foda! Já tive para dar e vender como tu dizes! E não me arrependo de nada que fiz espontaneamente excepto ter-te trocado e arrependi-me, mas já te perdi, e tu já me fodeste bem! O problema é que nunca literal só metafóricamente! Para teres a tua vingança! Obrigado! Agora olha! O que foi não volta a ser! Amei-te. Entreguei-me. Condicionado e disposto a tudo, mesmo tudo pois queria-te! E fazia o que quisesses tipo cãozinho! Preferiste lixar-me e cagaste em mim. Pois bem aprende a viver assim! tirei-te o convite daqui e bloqueei-te por desdém ou desprezo, menosprezo ou prezada que já foste, até demais! Tinhas tudo para viver como Rainha e ARREPENDESTE-TE? FOI! Porra! Dizias "apeteces-me" e ia a correr feito parvo convencido que ia ter carinho ia ser desta! Mas não nem me beijavas, ias dormir eu com tesão atrás de ti! Mas dizias :" agora não estou cansada, de manhã" e esperava e nada! Depois as acusações que me fizeste! Que desaforo e falta de consideração! Que vergonha e triste posição me colocaste ao pores em causa a minha pessoa relativamente à minha sanidade e higiene e saúde do foro das DST senti-me embasbacado trucidado siderado por tal facto e falta de fé. Mas que merda é esta, fiquei hipocondríaco com a tua hipocrisia pois tinhas motivos para crer nisso! Tu é que deverias padecer de sindroma de Munchausen e auto-infligias a mim o que te aprouvesse por pensares que eu andava a comer a Puta ne? Pois pegou-me tudo desde gonorreia, clamidia sifilis e Suda! Saia de casa ia-lhe ao cu depois fazia 40 km para me chupares a pica! Vai mazé pro caralho idiota de merda! Porque queria saber daquela gaja se já sabias o que se passava? Para quê ir ter contigo? Para me auto-flagelar?! Agora percebo que sim, ia ao encontro do meu carrasco, que me via como algo virulento! Um autêntico agregador de pestilencia, um eden de bactérias ou fossa séptica, um centro de tratamento de esgoto, um escroto dum gajo em vez do guardador de sonhos acumulava com arrebanhar excrecencias e virulências, uma central de Chernobyl ambulante uma Fukushima andante qual cavaleiro com 4 personalidades múltiplas do Apocalipse ! Fodak-se tanta vez que me poderias ter mandado pro caralho e deixar-te ficar, mas não! Voltava como prisioneiro no corredor da morte, idiota que próprio põe a venda perante o pelotão de fuzilamento! E tu se tantas fobias6 tinhas, padecias de nojo de mim porque não me esquecias?! Era o quê o que querias? Ter-me ao pé pra ver a minha decadência? Observares de perto a perda de decência, caindo a pique a minha existência, desde o vexame à humilhação querias ver mais o quê a personalidade a ceder, a minha sanidade em defice, a destruição completa do ego para tua grande satisfação e recordares-me que se paga caro a quem te troca, e na minha cara fizeste troça e encantada ficaste por me encavar! E enterrar vivo!
Acabo, mas havia ainda muita coisa a dizer-te, e termino questionando o que retiras desta experiência?*** quanto ati não sei, de mim, levaste tudo, Parabéns!; no que concerne a destruires a minha vida e futuras relações, foste certeira neste teu ardil que foi arquitectado pormenorizadamente e tratado com inteligência e traçado com requintes de malvadez tendo-me quebrado completamente, conseguindo o teu intuito,e reconheçamos a sua eficácia: tendo ficado sem amor próprio, estima segurança e Retiraste-me a humanidade! É garantidamente uma obra maquiavélica extraordinária! Tens futuro como cartomante, e pessoa esotérica que és, onde o karma é-te próximo e os deuses da destruição te abraçam de feição. Cali, Hefesto,Urano e kronos, regojizam da sua pérfida criação e orgulho na dedicação da sua Criatura. Lamento descrever os do Olimpo pois sou ignorante quanto aos teus lá mais pra Levante, que deverás acender uma vela, ou orar em cântico de rama are are ou lá o que é! Foste bafejada por eles. Ja viste,? Perdeste-me a mim um mero e reles mortal porém caíste na graça do divino! Que sorte a tua! Adeus ou a Ganesh! Certo?...
***( a questiuncula é de retórica, agradeço que nunca mais me voltes a falar, apesar de recentemente ter feito algo inenarrável e por uma questão de sobriedade ou num momento breve de rectidão e decoro, remeti sms a saber de ti. fiquei sem saber, porém fui capaz de engolir o orgulho e tentei um contacto,com uns singelos caracteres numa audaz e breve intervenção, com objecto de afeição por tudo que houvera dantes e tirar de cima o peso da mácula e tornar-me leve)
Post-scriptum: Não te atrevas a julgar-me pelo discurso grosseiro aqui usado. São palavras apenas, mas os actos ficam com quem os pratica. Assim queda-te muda, e se soubesse o que sei hoje, a ter tido a fama deveria ter juntado o proveito! E dar-lhe com afinco! Foi pena, pois não me dava esse gozo que pensas, era doutro género, todavia pouco generoso para si... assim ficaram os actos para quem de facto os praticou! Um bem-haja e seja bem-vindo quem vier por bem! Última expressão que não te evoque expectativa pois se invocavam ao meu mundo!
E Se um dia Te amasse?Amar-me-ias de volta? Se por Ti a paixão tivesse, não! Não haveria quem mais quisesse. Como demonstrar fidelidade apenas com palavras? Dificil seria creres, fazer o quê para provar? Terias de confiar, pois mais que um manifesto, demonstrado seria pelo gesto. Qualquer mudança em mim notável, questiona, sem receios ou rodeios pois dir-te-ei ser responsável e só a ti, quererei e poderás sempre ver que estou e estaria contigo estável. A confiança é provada por te ter a ti na mente, mesmo à distância, provando constantemente ser casto. Como o saberias? Se longe estaria e outra não teria? Pois se a ti escolhi, foi porque o quis, e procurar outra, além? Para quê? Se ja te tenho a ti, dar-me a alguém, perder-te, ficar sem ninguém? Nunca, pois quando se ama, e se já tudo se tem, trocar, experimentar, fazer só por prazer, é retirar a fé, deixar-te só, e não o faria por receio de te perder. Algo que custou a reter, que noutra nunca se será a tal, e quero a ti igual sem tocar outra sequer. Que se já a ti abracei não mais terei por saber que em si feliz ficarei ou mais ninguém ou então só! Se fosses crer em mim, irei ficar, se partisses e não me quisesses, fizeste-me tempo perder, pois se em ti vi aquilo que me fez feliz, se mais ninguém quis, nem querer ver ou ter, so a ti abraçar, beijar, sentir e amar e após me prestar a te conhecer, a ser para ti, e respeitar, depois de pertencer e apostar, depender e presentear com prazer e poder viver por para e em ti, não te iria deixar ou perder porque a ambos nos vamos pertencer. Convém isso acontecer e não esquecer, pois a algo haver,aí será para sempre ficar...
Na Sexta-Feira passada( a quem ler isto oportuna e atempadamente após a data da publicação) propuseram-me, aliás, lançaram-me o desafio, de descrever as minhas emoções e sentimentos durante o decorrer duma semana, assinalando-as com uma cruz num quadro, que nada tinha de modesto, antes pelo contrário! Havia nesse exercício uma diversidade de adjectivos, verbos e uma panóplia de emoções cuja minha cabeça não se encaixa em tal operação não por falta de acuidade sensitiva mas antes por insuficiência de incapacidade intelectual ou inteligência emocional, capaz de o registar com destreza e colocar as ideias sucintamente sem cometer o erro de me expressar de forma a construir uma "torre de babel" de expressões ou impressões em demasia. E dum mero exercício pragmatico, criar uma cacofonia destravada sem ponta por onde se pegue, desviando-me do propósito e pecar por excesso, destruindo assim o objectivo com inúmeras formas e dados e desviando-me do essencial para me focar no acessório. E assim, para que obter um registo estatístico das minhas emoções, criar uma descrição nada minuciosa por ser incompatível com a natureza banal e atabalhoada que aqui vai dentro! Aliás já tenho a sensação que devo ser contido nas minhas considerações, receando ser alvo de sua sagaz critica, e quiçá julgar-me à priori, através da sua perita aptidão para tal fim, visto ter mérito e competência suficiente para retirar daqui conclusões sem necessidade da análise documental! Cingir-me ao essencial é-me neste caso fundamental, todavia a ideia de estar a ser restringido a uma cruz, cria em mim o pânico de não estar a ser conciso, por sentir que estou a falhar ao não conseguir expressar o que é solicitado receando ser mal entendido ou interpretado erradamente. E duma sensação como "alegria" querer indicar também "êxtase" "espanto" e "vibração" quando por exemplo vejo a minha gata a brincar com o fio dos meus phones! E quem diz isso diz sentir "tristeza" por saber que a minha cadela está doente, e ter ganido quando lhe toquei, contudo é um misto de emoções contraditórias como " dor" "mágoa" "frustração" e " confusão"! O próprio exercício em si próprio coloca-me "vulnerável" "receoso" "expectante" "incomodado" "frustrado" "tenso" até "irritado" pelo simples facto que um simples papel me causa tanta coisa, coloca-me numa posição de desconforto por não ter sido capaz de ser somente "eu" a fazer uma lista clara, honesta, directa, concreta e completa, com receio de errar algo que possa provocar uma falha na sua análise critica e avaliação, pelo simples facto de estar a sofrer por antecipação, a algo que, em suma, requer somente uma breve intervenção diária da minha parte, concentrando-me na sua realização, registando qualquer tipo de emoção, ficando terminado na próxima semana, e até lá aguardar serenamente e esquecer-me disto e seguir caminho pois como diz Jorge Palma:" Enquanto que houver estrada para andar, enquanto houver ventos e Mar a gente vai continuar!" Ora, e sendo assim, tenho de parar de perder tempo com a minha notória e patética insegurança, acabar com esta irrisória baixa auto-estima, terminar esta relação íntima com o baixo amor próprio, e não criar, um filme de terror de baixo orçamento e péssima qualidade, por causa dum mísero papel, sem fazer uma Ode à tragédia, que é uma farsa, um drama e comédia, derivado da minha vassalagem à indecisão, vulnerabilidade e hesitação em relação ao meu conflito com a habituação de ver-me agrilhoado, incapaz e vítima de auto-violência doméstica só porque sim! É tempo de dizer não ao menosprezo, altura de enfrentar a besta interior do desprezo, basta de ficar sempre em depressão, de forma a construir instrumentos básicos para singrar sendo mais pragmatico, criar estruturas internas contra ficar apático, resistir à tentação de ver só o lado trágico, tratar de ver o lado mais prático, positivo e vibrar com as pequenas conquistas, abraçar mudanças sem receios e ter defesas contra os críticos, esquecer os passados ultrapassados, rompendo com os amores quezilentos, paixões hediondas, questiúnculas esquecidas, promessas vãs apagadas e sentimentos esquecidos, para sanar a alma, serenar o coração, apaziguar a mente e continuar só, em nojo, evitar tentações, rudes conexões e o caminho é sempre em frente, restante por de lado, não páro por ninguém, não me cedo a "alguém", se quiser deixe recado, que eu agora já não estou aqui, nem para ti ou a quem, já fui aquém agora estou além!
Para quem não é adepto da leitura e prefere a cinematografia é favor ver com atenção esta obra de George Orwell-"1984" 77 anos depois de criado e 41 anos do ano em que decorre. E retrata um mundo distopico no ano de 1984 apesar de ser uma obra de 1948, descreve de forma assustadora o mundo actual na perfeição, desde a censura, à cultura do cancelamento, à ditadura da democracia. Sem esquecer a história apagada e reescrita com estórias para beneficiar o governo, além das notícias dos jornais radio ou Tv serem deturpadas para irem de encontro a politica, moral, cultura e sociedade aprovada pela lei e a grei... fantástico! Um portento dum filme pela sua actualidade!
Para quem gosta do género tem também em filme do François Truffaut:" Fahrenheit 451" de Ray Bradbury
" Hate! Hate! Hate!" Sic
Hate Russia!
Hate China!
Heil Trump!
JC dixit ironica e sarcasticamente...
Nota: JC sou eu! (Joao Cruz) Hein!? NÃO O SAGRADO! UFA!...
Salta do prédio e cai. Dizendo: "até aqui tudo bem, até aqui tudo bem..."" o importante não é a queda, mas sim a aterragem..."
Meu Deus! Numa acção-reacção num momento, e instante o Eu questionado pelos demais! Caio vertiginosamente, acelero perigosamente e ignoro como irei travar! Se de repente contra obstáculo de massa potente, ou docemente de encontro a algo inerte! Enquanto a gravidade me acelera, desfaço-me pelo atrito, desgasto-me e perco sanidade! o Ego estilhaçado, a persona siderada, a alma despedaçada! Encurralado por dúvida, questionado pela existência, por tentar ser polvo, camaleão, desformatado, adaptado a meio hostil qual animal para abate! Que fazer qual a direcção o sentido a tomar sem causar celeuma, quezílias ou querelas, sejam internas, externas ou extremismos? Como estar presente num meio que me julga e sente ausente?
Em que estado estou? Solido, Liquido, plasma, ou vácuo? Vá que o sou? Mas quem? Quem falou? Que dizes, ou gritos, nas grutas , guturais, gaguejo, um queijo ou um beijo no brejo, na ria, riacho, nao sei! Que achas?Ouves riso a trepar pelas paredes, ou és tu? Ou são elas a rachar? Estás a girar e não consegues parar, em helicoidal, em cornucopia, em espiral, será a espinal medula a quebrar? Ou o mar a bater ou só ondula, é um dilema, ou um trivela, treme, apaga a vela, sobra o vento, ganho alento, é um contentamento, onde a barlavento? Será possível, tento, convento, conexo, remexo, quieto, quedo e mudo! Parou e quieto! Ouves? Que riso? Sou eu o eles, que interessa? Sorriso!Conciso, coseno, no sena, tangente, à gente, há malta, tanta e salta, quebra e caímos, cismo, um sismo? Desmonta! Desculpa! De quem!? Cavalga, trote, piparote, pior rota, à volta. Vem, chega, pára, desconta e conta um conto, acrescenta, um quarto crescente, decente desmente, sente, senta-te! Cala-te! Shiiuuuuu!
Se o Obelisco serviu como a mutação para a nossa evolução qualitativa e quantitativa de macacos para humanos, não é prova que com a inteligencia vem a violência? Uma vez que o macaco pega no osso e mata o outro, numa afirmação profundamente pedante do nosso portentoso egoísmo!Ao juntar ao territorial, já existente no Reino Animalia e Classe Mammalia na espécie homo sapiens anexa-se a capacidade para a intolerância, xenofobia, e violência não somente territorial mas com nuances de malvadez como vingança, inveja, Orgulho, Avareza, Luxúria, Inveja, Ira, Heresia, etc uma espécie dos 7 pecados capitais ausentes nos restantes animais. Fazendo de nós únicos por haver requinte na malvadez...
Theo era um rapaz traquina, hiperactivo, sagaz, inteligente e respeitador. Derivado à sua inteligência e cultura muito acima da média, não ia à escola e ficava em casa, recebendo a sua educação dali, e com os pais ausentes dedicava o seu tempo de fronte dum PC, desde tenra idade que dominava a informática criando os seus proprios jogos para ocupar o tempo, que era algo que não faltava. Gostava de criar coisas virtuais, como jogos, paisagens, personagens e estórias para se entreter e se ocupar. Theo era solitário, não era antissocial mas não interagia com mais ninguém, estando os Pais ausentes, fazia o que podia para ocupar as horas, os dias e até anos! Pelo menos assim lhe parecia, estava sempre olhando o ecran esperando algo ou alguém, e uma eternidade se passava por ele e nada mais havia senão os seus jogos, desenhos, bonecos, passatempos e outros entretenimentos naquela eternidade...Monotona, monocordica, entediante e frustrante
Até que houve um dia que disse: Basta!
Suspirou, ligou o PC e entrou na realidade virtual e começou a engendrar algo diferente, etambém que o tirasse daquela monotonia, algo fosse mais vibrante e que pudesse interagir. Pensou, cogitou e imaginou um Mundo só dele, mas já era tarde e foi-se deitar e iria começar no dia seguinte;Acordou, ligou o PC e entrando na sua página de Realidade Virtual, começou com o ecran escuro e clareou o Ecran, introduzindo os binários 0 e 1 como contrários, o ZERO o nada, e o UM seria o tudo! desenhou um ponto que seria O nadir, o entre, o meio, o pré que seria o ZERO. Que dali sairia e daria em princípio uma explosão que daria origem ao UM: O Cosmos, em oposição,à desordem e contrário à ordem! sem mais ideias parou e foi pra cama excitado com este novo projecto.
Acordou cedo e viu que a sua explosão era demasiado intensa e rápida, e programando a expansão da sua Luz, tendo criado algumas limitações, através de leis e conceitos básicos para que não ultrapassasse uma certa aceleração, acrescentando particulas ao ponto zero e dando-lhes propriedades como massa, densidade e velocidade, e forças diversas para que pudessem coabitar naquele programa dando-lhes gravidade para que se unissem separando o vácuo do firmamento. e foi dormir ficando intrigado com o advir de tanta lei e propriedade e questionando como é que o seu programa iria reagir, evoluir e adaptar-se às suas proprias leis em auto-gestão, e como reagiriam os pontos de luz aos outros, e estes com o vácuo.
Excitado com o que poderia estar a acontecer no seu programa, acordou cedo e esqueceu-se de desligar o PC e algo de estranho acontecera durante a sua ausencia, os pontos de luz juntaram-se a vários outros criando uma enorme cadeia de estruturas desde os quarks com os mais pequenos, aos fotões que pululavam pelo programa todo até algumas estruturas brilhantes cuja densidade fazia com que outras andassem à sua volta e haviam conjuntos diversos dessas estruturas em mega-estruturas que também andavam em volta, havendo filamentos enormes destas mega-estuturas! e Theo pensou, que se calhar isto já estava a ser algo demasiado complexo para poder lidar com tal diversidade! Mas por outro lado, ponderava Theo:" as estruturas têm as suas proprias leis que pré-programei portanto disto não deverá passar" Assim concentrou-se num pequeno planeta, duma estrela media, duma Galaxia Mediana e apontou ao calhas e contando "um dois três! é a conta que Deus fez! diz o ditado!" assim escolheu a Terra para programar com algo mais imprevisível: Fazendo parte dela de água, e parte de seca, e colocando seres vivos vegetais, algas, ervas, plantas e árvores e deixou.a assim ficar, não sabendo mais que houvera de inventar, foi dormir.
Após acordar, foi ver a sua Terra e viu que tinha sido atingida por outro pro.planeta e separou-se em dois tendo ficado com um satélite enorme! A principio pensou retirá-lo e coloca-la entre Marte e Jupiter mas achou engraçado ver um Planeta tão pequeno com uma Lua tão grande, e depois pensou em mudar as plantas para Marte e assim fez, mas descuidou-se e o tamanho do Planeta fez com que não se mantivesse uma atmosfera densa o suficiente e o mar secou e as plantas morreram em breve, Então começou a ordenar melhor não só os Planetas nestas estrelas desta Galaáxia mas também nas miriades de Galaxias existentes, tentando dar alguma ordem ao Caos e chamou-o de Cosmos, prometendo não o mais adulterar, e que o acaso e as leis pré-programadas, fizessem dele o que lhe aprouvesse...e no teclado adormeceu...
Acordando e olhando a sua criação ficou abismado com a sua criação porém faltava algo e com o rato clicou no seu Planeta Terra e viu que as árvores tinham transformado o Planeta numa enorme floresta e o mar, estava cheio de gigantescas plantas assim com a parte seca. Ora: " e se eu pusesse aqui algo que pusesse controlar o tamanho destes matagais e servisse também de coito e alimento a outros seres, que animassem a Terra? "
"Animais serão!" e assim começou a desenhar animais que pululavam pelos vários biomas! desde seres unicelulares como virus, fungos, corais e outros que tais, imaginou seres aquaticos, terrestres e aereos e deixou-os evoluir. E cansado de tanto criar e imaginar adormeceu!
Excitado pela sua criação, pois agora tinha algo com que interagir, e fazer aparecer desaparecer evoluir, extinguir, expandir, crescer e matar! quiça fazer de Deus! Mas faltava algo no seu Mundo idilico. Agora que criara um ecossistema perfeito, onde havia uma cadeia alimentar simbiotica, onde cada ser tinha o seu proposito, cada especie o seu fito, todo o ecossistema o seu mote, pois já tinha um local onde reinava e punha e dispunha de tudo e todos, mas faltava algo pois não queria intervir, preferia que este seu pequeno reino cuidasse de si, mas que pudesse haver uma espécie que seria como que a sua representação, um animal que tratasse dos outros e que os domesticasse para usar como alimento, sustento e providenciasse de materiais e em suma que o fizesse superior a todos os outros. Mas que não tivesse vantagem ergonómica, nem mais força que os outros, pois seria uma vantagem grande demais.
Então pensou em criar algo à sua imagem, um ser, que não fosse maior ou menor, nem mais forte ou mais fraco que os outros, mas que se pudesse adaptar a todos os meios, e que não estivesse limitado a um continente ou a uma latitude, e pudesse viajar pela terra e pelo mar... como seria tal ser? Theo após ponderar os prós e os contras, decidiu fazer um ser à sua imagem, chamar-lhe-ia:
Mas como seria seu aspecto, que inteligencia teria de ter, quais as leis que deveria nele inserir, quais os princípios básicos, morais, éticos ou que filosofia seria capaz? Que etologia teria entre os demais seres? que ontologia desenvolveria? Estava num impasse, pois era demasiada informação para colocar numa só especie e teria de ponderar o seu desenvolvimento e evolução uma vez que lhe daria a capacidade do livre arbitrio e sem a sua intervenção, o que era uma questão delicada visto que até agora o Mundo estava em completa harmonia com as especies que em si se desenvolviam. E sabendo que colocar um ser com a inteligencia para dominar outros seres, depressa o faria, até e os controlaria e mesmo extinguiria! Seguindo esta logica, se aquando dominasse os outros seres, dominaria o Planeta, assim só mais um obstáculo à sua frente haveria. Ele Próprio! Assim contra si combateria, iria formar grupos, separar-se-ia por zonas, por diferenças culturais, físicas ou sociais, e criar-se-iam conflitos primeiramente locais, depois regionais e por fim globais! E isso seria o fim do Planeta que tanto trabalho lhe tinha dado a criar, então decidiu criar o Homem, mas transgredir as regras da biologia, pois afinal o programa era seu, e em vez de colocar somente o Homo Sapiens como espécie fundamental e primordial, criar também a sua antítese, o Homo-artificialis: com caracteristicas similares na forma mas em vez de ter matéria orgânica é um composito de uma liga de aluminio e titânio com um cérebro à base de compostos de silício com a capacidade de 100 Petabytes.Theo estava cansado de tanto ter tentado consiliar o seu mundo perfeito e como ele lhe chamava o seu Éden,e descansou...
Dormiu quase dois dias, e na Terra estava-se no ano 3321, Theo ao ver a sua obra, embora estupefacto acontecera tal como Ele suspeitara; soube que se falava no "Homem" no passado, tinha evoluído até chegar quase à perfeição, tinha-se diversificado por várias épocas até ocupar todos os continentes, desenvolvidos os seus ritos e mitos, criado religiões, variadas culturas, diversas sociedades, vários impérios cresceram e se extinguiram, e como seria de esperar no séc. XXI(meados) entrou em guerra nuclear.
Dizia-se que tinha descoberto coisas fantásticas, feitos extraordinários e obras monumentais, e agora era apenas lenda nos livros de escola dos Homo artificialis, que o tinha em estatuária, e em museus da humanidade e ainda em zoos alguns especimens... Diz-se que o último, em cativeiro faleceu em 2201, no hospital Veterinário de Shangai....
FIM
“Deus viu tudo que havia feito: era muito bom.” (Gênesis 1:31)*
“Assim foram terminados o céu e a terra com todos os seus elementos. No sétimo dia, Deus concluiu a obra que havia feito; e descansou de todo o seu trabalho no sétimo dia. Deus abençoou o sétimo dia e o consagrou, porque nele descansou de todo o trabalho que havia feito na criação. ” (Gênesis 2:1-4)*
*Os dois últimos parágrafos são da Bíblia, caso hajam direitos de autor só a mim e ao Divino dizem respeito!
Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência Qualquer semelhança destas estórias com a surrealidade é verídica
Qualquer santimônia aqui representada é respeitada
Sequer na realidade há meras coincidências é pura semelhança
Artigo 199.º do Código Penal,A Diretiva (UE) 2019/790 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 17 de abril, Diretiva 96/9/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de março que transpõe para a legislação nacional.
Dizia:"(...) parar de matar árvores"( já conduzia)
Av. 5 Outubro (de Norte para Sul)
Mais espaços verdes...
A manifestação tinha bolo, ofertaram-me mas não aceitei( se o arrependimento...)
AV. 5 DE OUTUBRO ( Sul para Norte)
Av. 5 de Outubro( de Sul para Norte)
Idem( Sul-Norte)
As fotos, excepto quando indicado, são da minha autoria. Aliás nota-se. Não sei como fazer melhor porém tem aliar a estética a ética aquando do documentar dum evento,mas ficamos pela tentativa...Lamento.
A CML vai transformar a 5 de Outubro num paraíso idílico( apetece-me ser redundantemente metafórico) ao criar um Parque de estacionamento para retirar carros!(donde? Da superfície para o subterrâneo!) E Depois e no entrementes cortar quase uma meia centena(47) de jacarandás centenários! Se não fosse trágico seria cómico! Fazer o estacionamento é louvável decerto para os residentes e trabalhadores da zona! O que é sem qualquer valor é a retirada das árvores!
Será o Parque incompatível com a natureza? Ou é a natureza acessória ao meio urbano? Fica a questão.
A Metro, no Jardim da Parada( em Campo de Ourique), resolveu a questão delicada, baixando a estação e alterando os locais de entrada e saida de passageiros. Não poderá a CML fazer o mesmo na Avenida 5 de Outubro? Para quê cortar os jacarandás centenários, ficarem carros de baixo da terra e cotos na superfície? E a destruição dum património natural importantíssimo para fomentar a entrada de mais carros, já per si saturada, assim como a terceira Travessia do Tejo, além de comboios, terem acrescentado um tabuleiro rodoviário com 6 faixas de rodagem!( mas isso são outras estórias!...) Enfim coisas sem interesse para os interesseiros investidores...
Nota do au(c)tor: (Para os acérrimos treinadores de bancada on-line): Sim fui à manif sim! Pois já estou a ler, ouvir, a sentir o ranger de dentes, daqueles que também se manifestam da sub-cave e que só apanham sol quando a Mãe, mulher ou figura de autoridade obriga a ir despejar o lixo... E a esta indignação contrapõem com frases como:
" falas muito pah mas nem lá puseste os pés!"
"O gaijo nem vive em Lisboa, gosta mazé de mandar bitaites pois fica bem pra atrair as gaijas"
"Oh! Tem a mania da ecologia mas polui o ambiente com o seu carro a gasóleo"
" vai na volta é verde e comuna e atira as beatas pro chão"
" oh Palhaço! Se fosses era proteger as belugas pro Artico e Pinguins pra Antárctida!"
Ao que poderei responder desde já que: estive na manifestação das 16.00 até terminar;vivo nos arredores e trabalho paredes meias com a dita cuja Avenida e estou em período de nojo emocional; o carro é a gás e vou diáriamente para o trabalho de transportes- 32 km ida e volta; guardo no maço e deito no caixote: se pagarem as viagens irei com muito gosto!
Curioso que na foto virtual do local podem ver-se Jacarandás que para atingirem tal envergadura teríamos de somar, pelo mais 50 anos, aos 2027 prometidos pela Câmara!
Onde estão 300 séculos de História e porque nos contam estórias?
Vamos ser pragmáticos e usar a lógica aristotélica e o método científico para avaliar o desempenho da humanidade, fisica, quantitativa e qualitativamente?
vejamos:
Sabendo-se hoje que o Homo Sapiens, tem pelo menos, cerca de 300.000 anos( pelos fósseis mais antigos emcontrados em Marrocos com a mesma capacidade física e craniana).
Além de ter sido contemporâneo e conterrâneo doutras espécies como Homo Neanderthal, Denisovan, Floriensis, quiçá outras que se desconhece e inclusive se "hibridizou"( nem sei se a palavra existe) mas que significa que teve relações sexuais com as outras espécies ( Neanderthal e Denisovan) e Sabendo-se que o Homem moderno( sapiens) desde a roda até à descoberta do petróleo e à entrada na era tecnológica, ou seja da caça e recoleccao ao sedentarismo urbano depressivo aue agora vivemos demorou apenas 9000 anos a evoluir e a espécie, aumentou em quantidade ou melhor demográficamente atingimos desde as tribos nómadas de há 9000 anos até 1800 AD éramos 1.000.000.000!
De 1801 a 1930 - 2.000.000.000
De 1931 a 1960 - 3.000.000.000
De 1961 a 1975 - 4.000.000.000
De 1976 a 1987 - 5.000.000.000
De 1988 a 1999 - 6.000.000.000
De 2000 a 2012 - 7.000.000.000
Até agora quasi - 8.000.000.000
E se em 1800 a 1930 passámos de iluminar as cidades com óleo de baleia para petróleo.
Questiono o que é que o Homem fez nos anteriores 291.000 anos?
Se em 200 anos tivemos esta evolução qualitativa e quantitativa?
Jung desenvolveu esse conceito onde Persona seria essa máscara social que se forma através de uma relação do indivíduo com a coletividade. O EGO vai se identificando com algumas características e vai integrando esses comportamentos na persona, com o
objetivo de se adaptar ao mundo (STEIN, 2020).
A estória aqui descrita é baseada em factos reais, porém não tem semelhança com qualquer imagem, sensação ou paisagem que exista no Mundo real, existe apenas no espaço quantico mental e difere da física newtoniana, não fazendo do seu relato menos real, do que no que se passa no dito Mundo Real. É tão e somente fruto do Espaço interno das percepções para além das quatro dimensões e vive no Universo que abarca toda e qualquer impossibilidade, improbabilidade e infinitude de sensos comuns ou além.
Era uma vez um dia, ou uma noite, nunca poderei saber pois é irrelevante. Só o "Aqui e agora" são sensação, e há detalhes inconsequentes para tal descrição! Interessa referir que não dormi, só sonhei! Portanto, talvez fosse noite ou madrugada... e assim começa:
Encontrava-me cá fora, de casa, do meu meio ambiente, de tudo o que me era familiar, e ( com isto tudo a passar-se dentro de mim), num areal sem mar. Eu não andava, corria, procurava ou procurava-me. Não me achava e nem sei se me encontrei! E os meus pés enterravam-se, na areia fina, e não avançava, nas dunas enormes com altos cumes, numa paisagem com um perfil ondulado - tal como num cérebro com ondas:"! Alfa, Beta, Theta e Delta" -percorrendo todas, especialmente as primeiras e terceiras, mas nada de água, só areia e dunas, e do cimo duma, olhei em volta. Estranhei o cenário, desconheço o motivo para ali estar, em tal sitio e neste momento ou naquele instante. Talvez a expressão " Travessia do deserto" fizesse sentido nesse contexto. Apesar de estranhar tal sítio, era como se fosse uma recordação, abstracção, sem ser ideal para ali se estar fisicamente, mas idílico no ser, mentalmente. Estando eu a dormir a princípio nada seria real, e de tudo duvidei, de qualquer forma, "o seguro morreu de velho", e deixei ir, e estar assim - Para quê raciocinar face a algo onirico, onde tudo seria possível? Embora podendo ser virtual, não era irreal, porém decerto surreal.
Estando sozinho, num espaço deserto, e nada no horizonte para além de mim, seria ou era improvável, encontrar alguém o algo a quem pedir boleia, buscar informações, ou aproveitar, estando só e num amplo e vasto campo vazio de imagens, perguntar( as minhas questões existenciais, nihilistas, metafísicas, parasensorias)
"Qual o meu rumo?
"Que devo fazer?
Como proceder?
que Caminho ou Quais atitudes tomar?"
Que princípios, sejam etica e moralmente carecem buscar ou assimilar?"
Questões pendentes do meu ser, absortas cá dentro, interrogações ad nauseam presentes na mente de quem não pretende viver sem o ente demente...
Mas estou a exigir demais, não de mim mas do lugar, que embora adequado a questionar, é notório que nada irá me ofertar, contudo estou a ser pessimista, pois é na escuridão que a mais pequena luz brilha forte, e perante a solidão é que daremos com a nossa imensidão. Embora sejam questões pertinentes, o que seria de valor era dali sair e poder ao status quo voltar, pese embora seja uma oportunidade de louvar e de certeza será única e irrepetível para rever, repensar e sanar, erros, defeitos e imperfeições que há a retirar. E perante o impensável, continuei a perscrutar sem sentido ou direcção, perdido que estava, geográfica, física e mentalmente. O tédio e a monotonia se instalou, e como sempre desisti de andar, de mim, e de aqui estar e mesmo de ser.
Como nada tinha a perder, decidi, invocar cá dentro a semente que germina se a estimular e, cogitei, usei a mente, na forma de apelar ao imaginário, ao fantástico, ao ilusório e tudo que cá fora não se encontra, e daí supliquei, a tudo: às ninfas, musas e divindades, para obter o que quer que fosse...
Aguardei e esperei sentado e meio enterrado e após nada e no meio do vazio e do vácuo algo surgiu... e a princípio, não quis crer, não vi sequer, julgando ser miragem causada pela areia e apenas uma ilusão acima do horizonte, mas não, era de facto uma forma, disforme, pois apareceu não visualmente mas em formato duma criação mental- e uma entidade surgiu, em forma deificada, o Morfeus, como não poderia deixar de ser! E que me veio mostrar que era de facto uma qualquer forma de sonho em que me encontrava. E a principio duvidei e questionei-me se seria um teste, um questionário divinal! E algo mais substancial consequentemente espiritual o interroguei em como sair dali? Daqui ou de se estaria só em mim?
Retorquiu:
-"Porque não Questionas o teu Deus? Se em mim não crês será Ele, melhor, maior e supremo em sapiência e potencial?"
Ele estava aqui dentro logo sabia a resposta, pois Eu sendo pouco religioso, não tanto em algo transcendental mas mais nas igrejas ou em seus ritos, mitos e rituais, sei que terão um cariz mais profundo entre os demais, do que a mim, acreditando no pragmatico e concreto, mais do que nas suas praticas, se bem que transcendental ou espiritual, nunca fecho portas a nada ou ninguém, e num espírito de "nunca digas desta água não beberei" e "nunca dizendo nunca", ou mesmo de " Quem tem cu, tem medo!" perguntei:
-"Quem Eu? M-mas A Qual, se sou a-ateu?"
Continuando:
-"ou melhor, bem Eu, haa, humm. Talvez não ateu, hein? quiçá agnóstico, vá!"
Disse enfadado:
-"Sim você, nada mais ninguém aqui está! Se e agnóstico haverá algo dentro de si! E crê então em algo! Busque em Si, use a mente para não se enterrar,ou ficará aqui! Pra sempre!"
E apesar de resposta irracional havia razão no seu afirmar. E sem saber que responder tão depressa desapareceu, e entretanto o tempo urge, e relativamente ao deserto e areias movediças,qual ampulheta, a areia, cedia ao meu peso e poderia como factualidade das suas profecias, aqui para sempre ficar; enterrado, morto e mumificado! Esquecido, por ninguém procurado e nunca mais recordado, seria como algo fisico no deserto, com o tempo, tapado, erodido e sem fado. Neste deserto de areia amarela, SEM nada no horizonte à vista, e os grãos entravam-me por todo o lado! NO CORPO, NÃO NA MENTE! E DESCIA A PIQUE! Sentia a memória a desaparecer, os pensamentos a definhar, a cognição a findar e os sentimentos a acabar. E não podia ser! Ficaria aqui para sempre desaparecido num oceano terreno esquecido, apagado pela terra comido:"alguém aqui comigo?!"
Recordando as minhas emoções em contradição, com a minha idealista e racional visão, pensei que mais do que um ser que trabalha para viver, poderia trabalhar o viver e ter sido asceta, encontrar-me espiritualmente se somente fosse crente ou alguém decente!
E AGORA!? tentei acordar, recordar que teria acontecido antes disto! Seria isto um sonho, ou uma prova de que ainda poderia escapar? se tivesse a resposta, ou os actos correctos e factos que me ocorrer e livrar de tal fatal provação? Terei de negar o meu ser, a minha ciência, a minha posição, para me prestar a algo que requer somente fé e negar a razão para safar-me de tal privação?
Porque se houver algo acima do universo, que trancende a evolução, que É mais que a físico-química a biologia e a matemática? Isso não existirá no plano quântico, em que ninguém consegue explicar? E se terei de duvidar da minha essência e crer no universo quântico, estou pronto a tudo duvidar, desde que não me tenha de prostar perante nenhuma terrena sumidade, sabendo que a ciência nem tudo pode explicar e há factos transcendentes que são algo de concreto e a considerar! Então sim sou pelo deificar o Universo até prova em contrário, sem privação ou prostração. Enfim terei de tudo por em causa, sem nada ter de apoiar sem provas haver...
Enquanto isso na Areia (IMAGINAVA): "ter tido vida de eremita!" e procurado o meu ser para além desta terra, desta vida, e fiquei aquém aqui preso, indo ao fundo, em breve sem nada ter feito de profundo! Com sentido numa vida estéril triste e banal!...
Rezei, orei, preguei e supliquei! Esperei, aguardei, à volta olhei!
Nada, ninguém, nem som,cheiro, ou sensação de esperança, apenas desespero e ansiedade em minha essência. Nem vento, brisa suave ou corrente de ar ou alento.
E eu desatento do meu fado, tendo ficado enterrado cá dentro, buscando- me e tentando acordar. E apesar das horas passarem, e com a cabeça e braços de fora, parecia ter parado esta força descendente, que me puxava desde sempre, olhei o sol e este naquele tempo não se mover no espaço, ne. parecia andar no céu, fosse do seu zénite para Nadir, de Levante para Ocaso, desconhecia assim onde era O Norte ou Poente o que era estranho, já que se o tempo não passava, e o espaço era diferente daquele que conhecia na vida que tinha no passado. Recordei que com Morfeus conversei, mas seria real, também poderia ser Zeus, ou o Bíblico Deus que nunca saberia pois nunca o distinguiria por ignorância e intolerância nessa crença, de repente, subitamente, qual revelação momentaneamente! Notei que não havia cores, e os cheiros ausentes, a paisagem alterada constantemente! Era isso estava num sonho, ou inconsciente numa alucinação, ou morto o que seria interessante. E será isto fazer-se luz? Ter uma visão transcendente? Não nao pode ser pois ultrapassa barreiras do que é conhecido cientificamente! Eis que surge uma serpente, não aquela da Eva e uma maçã, antes uma situação em que um pomo da discórdia seria mais fácil de crer, e neste cenário traumatico mais atraente! Era apenas uma serpente e com ela trazia uma corda, a que agarrei de unhas e dentes! Tendo me puxado para fora da minha cova que me ia levando para dentro da areia, da terra para sempre. Saí, sacodi a areia e agradeci ao ser ali de fronte, mas de serpente tranformou-se noutra forma, e mudando de formato, vim-me a mim contemplando o firmamento! Mas era noite, dia ou onde eu estava com tanta descrição se passava, estava onde e quando realmente? Não sei se acordei, pois sentia algo deveras estranho, distante e uma energia e força presente! Nada fazia sentido, pois a paisagem alterada, o Sol, o Deserto , e a solidão era a única companhia ali presente! Qual cobra qual quê? e qual deserto e tanto outro aparato? Duvidava da minha mente, desconfiava das emoções, concentrando-me nas sensações e sentidos, mas dos cinco, nenhum me fez crer no que se passava e onde ou quando era? Mas tentei balbuciar algo e as palavras não saiam, mexer os membros e estes não obedeciam! Dum cenário traumatico criava-se uma cena dramática por não haver nada que poderia sentir-se como real e ia questionando-me sobre que seria?
Água gelada começou por encharcar-me os pés, as pernas, o rabo e as costas! Brrr! E Como estava a dormir, deitado de costas, com água da maré, a percorrer-me o corpo, levantei a cabeça e ergui o peito, e olhei a onda , levantando-me de repernte, pois quase que me alcançava na totalidade! Estava na Praia?!E havia vento, humidade e o som das ondas cheiro a sal, e da água gélida a passar por mim, que me encharcou com a força da maré e me fez levantar de repente! Olhei o relógio e eram 3 da manhã!Mas não tenho relógio e era dia e encontrava-me vestido, numa praia com corpos em volta em trajes de verão de ir ao banho! Todos me olhavam! Corei por destoar das gentes! Pessoas curiosas comentavam a figura triste que deitada, completamente vestida, engolida por uma onda, e só agora se punha de pé, sem saber qual lugar se encontrava e corria para longe da Costa em direcção contrária, fugindo das pessoas, evitando comentários, afastando-se da vergonha, receando chacota, o gozo com ele, retirando-se do centro das atenções! De que sonho se tratava? De mim, de tudo ou Alegoria da Caverna? Subo para a luz...
Um braço tocou-me e virei-me para o lado, na cama, e vi-a, beijou-me e disse: estavas a sonhar? EU Sorri e voltei-me e abracei-a trocando juras de amor, apaguei.
Quando acordei com o despertador, às 6.40 am, estava na minha cama, só, e suado.
Era segunda-feira, tomei banho vesti-me e fui trabalhar
Sou um eco que não soa um ego à toa. que voa sem rima que entoa uma sina sem estima uma personalidade múltipla um ser mas muita emoção que não se coaduna com as sensações e segue em todas as direcções e sem sentido daí que o sentimento vagueia sem norte ao sabor do vento da sorte do acaso no caos sem crença mas com fé ou esperança na bonança. e se Karma existe e nas suas míticas personagens tais como Atlas Prometeu e Sisifo. Carregando agrilhoado o seu i(Mundo)