João Cruz Oeiras de Portugal adesão a portal.membros@spautores.pt

Nome

Email *

Mensagem *

21 janeiro 2026

"1143" Ano da fundação Portuguesa "Grupo 1143"ou fundição da "raça Lusa"?

Para gáudio dos patriotas e amantes da data de 1143 saberão que os Lusitanos estariam entre o Douro e o Tejo durante o Paleolítico, até  darem as boas vindas aos seus irmãos Iberos vindos do Sul e de leste, mas como esses eram mais escuros, na mesma altura festejavam a entrada dos maninhos Celtas vindos do Norte, que era gente fina e branca como a cal! Entretanto tinhamos os Cónios no Algarve, que era gente nómada de África e os Galaicos, chegados ao Minho e Trás-os-Montes, esses bacanos que nos ajudaram no nosso linguajar, e assim viviamos felizes em conjunto até chegarem ums gajos do Médio Oriente, os Fenicios, outros os de África da actual Tunísia, os Cartaginenenses e também os Gregos, vindos da Grécia, claro está até que do séc III aC a V dC tiveram cá os Romanos, depois durante dois séculos os Suevos e Vidigodos, até finalmente os Árabes e Berberes do Séc VIII até a denominada Reconquista em 1143! Altura em que o português Povo honrado e como vimos sem qualquer tipo de mistura, ou ser arraçado doutra coisa! Daí que eu tenho orgulho em ser português! E adoro a minha raça! Se tens orgulho também beija um árabe, berbere, africano subsariano, Indiano ou mesmo um cigano pois são esses os teus manos, mano!

Viva Portugal!

Os Portugueses!


O MELHOR DA "RAÇA LUSITANA"




 

Viva Portugal!


E já que não sabe do que fala

Aquele que só se entala

E com a raiva fica cego

Que continua sem sossego

mas desconhece o que diz

pois a estatística nunca quis

e repete a conversa da treta

Dos populistas que fazem vendetta

contra aqueles que chegam ao País 

Pois esquece que desde o 25 de Abril

E só desde 2008 mais de 750 mil

 Buscando uma vida melhor

E para essa gente repor

Há que ir lá fora buscar 

Mão-de-obra capaz 

pois é preciso trabalhador 

Não basta haver capataz

E por sermos um país de emigrantes

temos que ter calma bastante

para saber que só imigrantes

ocupam aqueles postos laborais 

que o Português nobre e pedante

já não quer ocupar mais

ficando muita oferta decente

para esse tipo de gente

só que sendo ignorante 

já não percebe a realidade 

só entende ódio e é intolerante

Para perceber que na verdade

De não houver mais ninguém 

Nem aqueles que buscam a oferta

Que está às claras e aberta

A quem for capaz de ler aquém 

Do ódio e ressentimento

e esses lugares vão para alguém 

que fará o trabalho por vintém 

e não irá para a rua gritar em lamento

pois também nós fomos e em tormento

Lá fora à procura do nosso sustento

E sendo esse o nosso fado 

Ninguém se recorda dessa tristeza 

De ter de abandonar teu país 

Em busca dum futuro melhor 

Procurando paz e riqueza 

e muitas vezes sem certeza 

Duma oportunidade e dum lar

Vivendo na saudade e pobreza 

tentando com os locais se misturar 

para evitar racismo e ressentimento 

pois é dificil viver longe do teu lar 

Assim evita esse comportamento 

com aquele que aqui vem parar 

e recorda que há na tua família um elemento

que está lá fora a trabalhar

 pensa naquele que aqui está 

Tratando-o da maneira que querias 

Que tratassem o teu Familiar 

Com respeito e consideração 

Sem despeito e mais Compaixão 


Quis fazer em rima pois é mais cómodo de ler, por fazer mais parágrafos curtos, e pelo ritmo sincopado que traz mais facilidade à leitura e é mais cómodo para a mensagem reter. E não por algum motivo pseudo-intelectual até porque se pretende que seja lida a mensagem e interiorizada e interpretada. Que após ser cogitada proponho ao leitor (que seja apologista da causa aqui analisada), reinterpretar a opinião( a prosa e rima) à luz de diversos filtros: da sua própria natureza( sem filtro) ou seja com o preconceito endógeno, reinterpretada em modo imparcial( retire da melhor forma que possa os conceitos e juizos de valor que provocam esse estímulo xenófobo) e por último leia sem espírito critico e opinião julgada à priori( exercício mais difícil, mas sugiro tentar imaginar que é uma terceira pessoa sem gnosis deste móbil)

*****************

Volto ao estilo irónico e deveras sarcástico (pois temos que ter uma visão social mais aproximada da figura que se está a caricaturizar,  tendo uma opinião pré-formada de "olho por olho" e ad nauseam, ou essas dicas divinais por vós propagadas)

Adiante;

Agora a estatística que negas do teu ácido desoxirribonucleico...e em vez de chorar pela diversidade abraça a riqueza da sua particularidade e peculiaridade!

 Apenas e somente-Por seres único e ímpar no Mundo:



Nota do autor em forma sardónica e em jeito de desdém, laivos de rancor e um rasgo de estupor:

Quando Mario Machado, e todos aqueles que adoram fazer a "saudacao romana" souberem que têm até 11% de Berbere no seu ADN, além de sentirem um arrepio sahariano pela espinha, de tal "frisson" proponho irem no primeiro voo para Marraquexe,Marrocos(*), depois de carro partir para Ouerzazate, cenário mais pacato,, e  até  Zagora( mais sereno) finalmente ir para M'hamid( cenário quase "zen", pegar num Dromedário até e depois de chegarem ao primeiro Oasis com as tendas montadas digam aos vossos primos que são Tugas, mas são Nazis, depois de dizerem: "Asslama!" Sentem-se, fumem a xixa com eles, e verão o quão serão bem-vindos...

SEUS "FILHOS DA أم بربرية"...( nada de ruim ou vil descrito)

APONTAMENTO SÓCIO-CULTURAL: Árabes não são berberes. OS Árabes chegaram ao Norte de África( Países do Magreb) pouco antes da sua chegada à peninsula iberica! São do Médio Oriente, e os nativos originals do Norte de África são os Berberes, que ocupam aqueles territórios antes do Império Romano( sem saber precisamente quando por desconhecer a sua história)

(*)Como chegar:


https://share.google/7li2cPYx85shdEkqd

https://maps.app.goo.gl/WVcQznkviF6EMqu7A?g_st=ac

Sem comentários: