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12 dezembro 2025

"Sic transit gloria mundi" et Meu Deus ou valha-me a Santa

 Visão Onírica Laboral onde muitos falam mas pouco acertam e a caravana passa...

Visão filosoficamente e posição pós-laboral onde muito francamente já saí, é sexta à noite, e entre tantos outros existencialismos globais, esta minha problemática é tão insignificante fugaz e banal que roça o ridiculamente irrisório aquando comparado com a tremenda grandeza dos atritos globais!


Terá esta(2)Consequência 

Digam de sua justiça ou na sua ausência (1)


Curioso como não se pode ter um dia de boa disposição, apesar de estarmos sempre em diálogo com os colegas, interactivos, assertivos e tentar brincar para aliviar o peso do trabalho, e em particular tentar esquecer esta época dificil que odeio e só me lembra situações difíceis e complicadas que per se me deprime e stressa, há-de haver algo que faça, diga ou sómente a minha presença provoca desdém, desprezo e desconforto por aquilo que sou ou digo em contexto social e por resposta levo a ignorância intolerância ou falta de educação que não é por via oral dirigida a mim mas sim uma resposta por actos ou falta deles que me perturba destroi e coloca no fundo do posso. Um desconforto tal que não consigo evitar parar de repente a mera actuação social, ou os actos de postura ética e moral deixam de existir, e apenas quero eater no meu canto envergonhado por estar aqui e sentindo que não pertenço e aguardo contando os segundos e cobrando a minha insegurança, para poder sair daqui e largar este sítio onde estou preso e não tenho nada que me identifiquei um enorme pesadelo kafkiano!

Para quê ser ordinário ordinário fora do contexto?

 Com uso reles e banal de frases feitas repetidas ad eterno.

Uso e abuso da piada apontando o colega, que aparenta graça mas contrange embaraça e deixa sem graça o seu alvo?

Repetir as acções em formato de caricatura da pessoa que é mais uma vez um grande tormento surgido de uma qualquer brejeira revista do parque mayer, sem jeito nenhum? 

Começar conversa comigo para a meio interromper e deixar-me a falar sozinho sem qualquer noção que estaria sequer num diálogo criando um momento de desinteresse tremendo que tira a vontade de no futuro voltar a falar ou mesmo alguma coisa dizer?...

Para quê tanta indiferença quando depois querem atenção se nem antes a demonstrarem?

Que frustração tristeza e tremendo sufoco! 


Por mais que queira ser gregário, atento, reactivo e responsável quanto às questões, favores, solicitações ou pedidos que tenha de responder/atender/actuar, dá vontade de fazer igual ao que me remetem: desatenção, má vontade por haver inserida a lei de murphy, desdenhar por interpretarem como algo jocoso ou anedótico! E ficar alienado e alheiado no meu canto quedo e mudo de phones colocados e marimbando para tudo e todos numa postura sectária e de eremita.

Contudo advêm o bom senso e os princípios básicos construtivos e camaradagem por parte duma equipa.

A vontade é a 3ª lei de Newton reagindo com bardamerda, insensibilidade e insensatez!


Adenda: Aliás, até preferia que ao invés de me menosprezarem ou desdenharem pelos meus feitos passados, que reconheço serem de criticar, nem serem esquecidos e até relembrados se assim lhes aprouver, ao estilo de um mantra em ladainha, para evitar que os repita e ser necessário estarem sempre presentes para recordar as maleitas diversas, causadas, ou mazelas que causaram mácula nas pessoas e até nas relações interpessoais, ou até as quezílias que admito ainda estarem presentes em diversos momentos ou nas vossas memórias. Mas dizia Eu que este é o meu karma viver com isso na consciência e será sempre uma constante. Porém preferia, caso algo tenha ficado por dizer que me confrontem publicamente se acharem necessário, mas evitem os silêncios comprometedoras, os  constrangimentos, e  sentimentos que ficaram por dizer, acusar ou criticar! É preferível e até aceitável essa atitude do que os momentos onde se denota aquela laivos de ódio latente, raiva dita entre dentes ou fobias  interiores em ebulição que não são expressas mas sentidas! Preferível deitar tudo cá para fora do que sentir essa vontade de me apedrejar no pelourinho que fica em lume brando e vão atirando areia para os olhos sem deixar o vapor sair,até porque um dia a panela entra em pressão e explode enquanto eu entro em depressão por me consumir com a culpa e entrar em colapso e até não mais aguentar e tudo querer terminar por doer arder e penar por causa de algo que poderá ser fatal, mas vocês não saberão e eu também não. Somente mais tarde vos será dito que meu destino teve um fado num único fito...

O que não fui claro:

Quando entrei, naquele fatídico dia ébrio na sala foi a única vez que tive coragem para confrontar as atitudes de bullying porém virou-se o feitiço contra o feiticeiro, pois acabei eu por fazer o mesmo que eu não gostava que me fizessem. Atitude hipócrita e cobarde da minha parte uma vez qye o alcool acaba com a minha muralha de preconceitos, rasga o meu filtro de moral e bons costumes, retira-me a capa do eticamente correcto e  bom senso... enfim disparando tudo sem filtro em todas as direcções. Porém são atitudes em forma de palavras e as acções são verbais apenas, nunca mas nunca terão efeito físico ou um registo de violência contra terceiros. Que esteja bem presente que em situação nenhuma seria possível um confronto físico contra qualquer um dos presentes ou ausentes, visto não ser possível ter acesso a tal empreitada seja em que contexto for! Daí que ninguém se poderia sentir em dúvida pela sua integridade física uma vez que mesmo ausente de muralha, capa ou filtro, é de salientar e convém saber que em circunstância alguma teriam sido tocados com o intuito de magoar! Será impossível e impensável isso de sequer acontecer nem tampouco em mim isso se manifestar nem em pensamento! Mais depressa será possível fazer com que o auto-flagelo seja uma opção do que a alguém presente sequer surgir isso em minha mente! Que esteja isto bem presente! 


Errata: todo este exercício é uma, visto não ter passado revista à ortografia, retórica ou semântica da coisa...

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