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29 janeiro 2026

A verdadeira democracia ou a popular demagogia





 Os EUA estão prestes a atacar o Irão, e Israel não poderia estar mais feliz, e com este comentário serei apelidado de anti-semita,contudo aqueles que condenam o Holocausto aplaudem o Al-Nakba... E este mundo é uma merda e não falo de Gaia e da Terra mas da globalidade humana que me entristece por ser insana. Já não há mais direita e esquerda concernente à politica e ideologia. Já houve tempo em que essa linha tinha fundamento e não se tocava agora intersecta-se cruza-se e emaranha-se! Nós sabemos quem é bom e correcto quando nada afecta ofende atinge ou ameaça. Quando se passa a ofender ou está obcecado com a vida de terceiros, crítica, ameaça e ofende aqueles que estão longe, e respondem com violência passiva ou activa demonstram ignorância e logo intolerância para com quem se desconhece mas desgosta por ser diferente deles ou não perfilhar dos seus ideais. Esses são de facto aqueles a evitar pois se buscam o conflito ad nauseaum, estão sempre na senda de levar a liberdade, através da força, e trazer a democracia através de actos déspotas... Quando se percebe o contra-senso e a incongruência encontra-se o verdadeiro inimigo. Quem desde 1946 invade, bombardeia, destroi, assassina, destrona ou retira do governo dezenas de paises e líderes, respectivamente é Vil. E isso são factos consumados que estão registados nos anais da história. É axiomatico...





E as figuras da nossa praça? Aqueles que desfilam de toga pela Agora.
Aqueles que muito gritam e apelam ao sentimento do Zé-povinho são os detentores da razão? Aqueles que profetizam a desgraça, apelam às massas para se protegerem do infame desconhecido, daquele que contigo não é parecido, cultivando a mensagem de desprezo e desdém pelo desconhecido, acusam os infiéis, apontam o dedo aos que vêm de má fé, dão juízos de valor, provocando dor, perseguem e condenam e causam pavor, procuram o conflito, enchem o povo de horror e preenchem o restante com ódio e medo, ao invés de terem sequer um discurso que contenha palavras como esperança, paz e amor. 
Mas são nestes que devem votar?
Pois que bem que gritam e ao povo sabem apelar! 
Mas enquanto o povo não distinguir que não é aquele que com sua retórica de ódio, com a sua semântica destrutiva, a sua política de aproximação ao povo pelo caos,  ressentimento e intimidação, cria na população um sentimento de insegurança, desconfiança e ameaça. Não está a apelar aos factos, às promessas,às tarefas ou obras projectos e acções que desenvolverá e que é o que o povo necessita, porém usa a palavra para a mente do povo excita. E assim fica, dormente com esta retórica esquecendo do que necessita unindo-se naquilo que só um acredita! No ódio, no medo e nessas palavras vazias que nada faram nada pelo eleitor, e depois da vitória  sua mensagem será expedita!
Após eleito não terá qualquer empenho em governar para o povo e vontade de criar crescimento, riqueza e progresso, a ambição era o poder obter e o povo começa a questionar, as promessas vãs a falhar e o programa vazio de expressão e vontade, traz a dúvida à nação e à sociedade, é quando começa a segunda fase da sua eleição, sem criatividade ou vontade e muita inépcia, opta pela acusação da anterior legislatura do atraso, fracasso e desleixo que deixou o país na miséria, e será dificil erguer o país após anos de "desleixo compadrio e corrupção abuso e mentira" e teremos de fazer um esforço para dar a volta e trazer o país de novo à sua grandeza, causando uma ruptura com o passado recente e criar uma nova trajectória começando com a censura e terminando numa ditadura!....






Recorde-se que quando a esmola é grande o pobre desconfia.
E o líder mais forte não é o mais radical e extremista nem tem de alarmar o ser fatalista. 
Claro que hoje em dia é preciso ser muito rigoroso na nossa obrigação de saber perceber quem é objectivo e trancender a conversa populista, procurando obter informações acerca da pessoa e lendo programa eleitoral que deverá ser criado tendo em conta as nossas necessidades e possibilidades, sem crer em demagogias, hipérboles e fantasias. Ver um perfil psicológico e profissional ou pedagógico que adapte a oferta à procura, não cause deficit sem qualquer tipo de crescimento a longo prazo. Não crer em obras faraónicas nem em promessas de aumentos económicos que não sejam sustentáveis, ou ofertas de emprego fiáveis. Obras Públicas Responsáveis serão a criação do novo aeroporto de Lisboa mas à medida do nosso País, já onde existe o aeroporto militar e adoptar à avião civil servindo de placa giratória para o turismo local e nacional além da ligação da ponte Chelas-Barreiro que será a terceira travessia servindo de comboio urbano, metro e TGV sem tabuleiro para automóveis para evitar promover o uso do automóvel e condicionar o trânsito em Lisboa, com o Aeroporto a terceira travessia e o Tgv lisboa precisa duma ligação rodoviária e de metro por Tunel entre Algés e Trafaria, ligando o Metro sul do Tejo a Lisboa. Com estas obras na Capital o Porto terá desempenhar um papel fundamental no desenvolvimento do País com a ligação do TGV à Galiza e ligação ao Porto de Leixões obras estruturais com o aumento da  capacidade de volumetria de mercadorias e com novos terminais para mercadorias e passageiros e ligação ferroviária em bitola Europeia. Desenvolvimento do projecto de rega do Alqueva a todo o Alentejo com aumento da produtividade de cortiça, azeite e laranja. E aumento da produtividade industrial da cortiça para vincar Portugal como o maior exportador e fazer concorrência a Espanha com o aumento da área de Olival por parte do Estado evitando que o azeite espanhol de pior qualidade invada o mercado Europeu. Continuar a desempenhar um papel fundamental no mercado Turístico que é quase 20% do Pib mas deslocalizar e focar fora das cidades Capitais, Lisboa e Porto, através da criação de publicidade do Interior e cidades de menor dimensão, para evitar o aumento dos preços na habitação nacional descendo preços para retirar despesas extra ao cidadão.
[ este último discurso acerca das opções do plano estrutural 2025-40 não passa duma opinião não por mim relevada mas sim pelos média que já a tem feito propagandear... pelo que não é da minha autoria e responsabilidade. A segunda parte tendo como base os eleitores é apenas e somente a minha opinião e qualquer semelhança com algum partido politico além de não ser mera coincidência é óbviamente fulcral)

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