João Cruz Oeiras de Portugal adesão a portal.membros@spautores.pt

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03 abril 2025

A mor paixão assolapada então em dor dou vazão à

 


E Se um dia Te amasse?Amar-me-ias de volta? Se por Ti a paixão tivesse, não! Não haveria quem mais quisesse. Como demonstrar fidelidade apenas com palavras? Dificil seria creres, fazer o quê para provar? Terias de confiar, pois mais que um manifesto, demonstrado seria pelo gesto. Qualquer mudança em mim notável, questiona, sem receios ou rodeios pois dir-te-ei ser  responsável e só a ti, quererei e poderás sempre ver que estou e estaria contigo estável. A confiança é provada por te ter a ti na mente, mesmo à distância, provando constantemente ser casto.  Como o saberias? Se longe estaria e outra não teria? Pois se a ti escolhi, foi porque o quis, e procurar outra, além? Para quê? Se ja te tenho a ti, dar-me a alguém, perder-te, ficar sem ninguém? Nunca, pois quando se ama, e se já tudo se tem, trocar, experimentar, fazer só por prazer, é retirar a fé, deixar-te só, e não o faria por receio de te perder. Algo que custou a reter, que noutra nunca se será a tal, e quero a ti igual sem tocar outra sequer. Que se já a ti abracei não mais terei  por saber que em si feliz ficarei ou mais ninguém ou então só! Se fosses crer em mim, irei ficar, se partisses e não me quisesses, fizeste-me tempo perder, pois se em ti vi aquilo que me fez feliz, se mais ninguém quis, nem querer ver ou ter, so a ti abraçar, beijar, sentir e amar e após me prestar a te conhecer, a ser para ti, e respeitar, depois de pertencer e apostar, depender e presentear com prazer e poder viver por para e em ti, não te iria deixar ou perder porque a ambos nos vamos pertencer. Convém isso acontecer e não esquecer, pois a algo haver,aí será para sempre ficar...



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