Salta do prédio e cai. Dizendo: "até aqui tudo bem, até aqui tudo bem..."" o importante não é a queda, mas sim a aterragem..."
Meu Deus! Numa acção-reacção num momento, e instante o Eu questionado pelos demais! Caio vertiginosamente, acelero perigosamente e ignoro como irei travar! Se de repente contra obstáculo de massa potente, ou docemente de encontro a algo inerte! Enquanto a gravidade me acelera, desfaço-me pelo atrito, desgasto-me e perco sanidade! o Ego estilhaçado, a persona siderada, a alma despedaçada! Encurralado por dúvida, questionado pela existência, por tentar ser polvo, camaleão, desformatado, adaptado a meio hostil qual animal para abate! Que fazer qual a direcção o sentido a tomar sem causar celeuma, quezílias ou querelas, sejam internas, externas ou extremismos? Como estar presente num meio que me julga e sente ausente?
Sem comentários:
Enviar um comentário