Aos demais interessados:
Faço aqui um post scriptum ao texto anterior, para que possam estar cientes, do facto que a minha narrativa anterior, não passa duma estória com uma retórica subvertida sendo rica em figuras de estilo, i.e, hipérbole e parábola, fruto
dum estado de espírito também ele em figura de estilo agreste pelo que aquilo que reflecte não é assim o que aconteceu, mas também convém admitir, que são situações que ocorrem, porém revestem o quadro com pinceladas tons de negro escuro aquando antes estava tracejando o espaço a cor-de-rosa. O Quadro em branco, que se começava a pintar de momentos únicos de brilho pintalgado a verde e rubro, foi tomado com pastel e trincha de breu pelo momento em que de comummente ocasião factual interessante, a mente esvaziada de bom senso foi de repente tomada por ausência de respeito pela tela colorida, e reflectindo momentaneamente por impulso de indescritível insana insegurança, desconfiança e descrença, mudou os tons para dramáticos quando recordados os impulsos traumáticos, virando a paisagem de planície de áurea vegetação abanando-se ao sabor do vento, e desta paixão interna, num instante assaz depressivo, relevando de romantico a sorumbatico, tendo a tarde soalheira levado a uma repentina tempestade que se aproxima e caiu cinzenta, com uma tonalidade plúmbea, e os campos em grotesco cinzento de seca agreste sem vida à volta até ao horizonte que se esvanece e esbate com o céu de igual cor.
Para lá do quadro metafórico se encontra uma escrita em uníssono dos mesmos tons enfim.
A paisagem não é rupestre, nem recíproca com a emoção causada que não sendo celeste, será mais idêntica à estar na Lua,e não consciente que os pés estão assentes na Terra, sem que se arrastem num chão duma desgraça pensada, numa alma penada, que cisma com política de terra queimada, para poder ficar no passado da desilusão e insistir no fado registado como vítima do seu próprio passado,e ao invés de erguer sua própria pessoa num enredo de facto consumado, conduzindo a um julgamento desgraçado, deve rasgar tal momento embuçado, e rasgar tal máscara e revelar o seu melhor lado!
Colocando o presente quadro no passado, e rasgando a tela, ou em água-rás passar a moldura, e com diluente passar a mente, até que saia tal visão da fervura, arrefecendo a mente até que tenha uma nova pintura, em cores diferentes de alegria, traços frescos na postura, rasgos novos e aumentando o ponto de fuga, esticando-o até ao infinito tal qual uma posição frontal inovadora, sem esperar encontrar o passado, evitar a vítima e criando um novo fado, num objectivo concreto de inovação como motivação, num fito aberto de bom senso e trocando tristezas por certezas de pensamento imenso e positivo focado na assertiva ideia dum futuro intenso e estando sempre presente numa fase que leve a um sentimento emoção e alento cativo!
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