Não ligues pois não atendo.
Não venhas pois não estou.
Não batas à porta, não abrirei.
O contacto perdeu-se
O estímulo foi-se
A paixão inexistente.
Não fora deitares tudo fora e vires pra rua com uma mala de cartão e jurasses amor eterno... receberia-te.
Mas não vens, pois estás confortável com o que tens.
Anualmente tens a casa pra ti durante um semestre.
E metes lá quem tu quiseres.
Quiça se fosse a ti também não optava.
Mas a seguir faz análises pois não creio que a seguir a mim venha o deserto, nem durante sequer!?
Ai meu Deus que vida em dúvida se nem sequer podes crer na mulher que trai o seu marido! Ironia do destino não é?
DEIXA-ME ESTAR
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