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06 maio 2026

Certo como o destino

 



Não ligues pois não atendo.

Não venhas pois não estou.

Não batas à porta, não abrirei.

O contacto perdeu-se 

O estímulo foi-se

A paixão inexistente.

Não fora deitares tudo fora e vires pra rua com uma mala de cartão e jurasses amor eterno... receberia-te. 

Mas não vens, pois estás confortável com o que tens.

Anualmente tens a casa pra ti durante um semestre.

E metes lá quem tu quiseres.

Quiça se fosse a ti também não optava.

Mas a seguir faz análises pois não creio que a seguir a mim venha o deserto, nem durante sequer!?

Ai meu Deus que vida em dúvida se nem sequer podes crer na mulher que trai o seu marido! Ironia do destino não é?

DEIXA-ME ESTAR 

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