Nota ante: atenção que d'Este tratado lírico é somente dedicado à doença e ao anseio de rápidas melhoras e desejo de sua ausência e para se ter sanado!
Um pouco de seriedade entre parêntesis:
"A uma querida colega que espero que em breve já esteja a brilhar como a estrela que é com seu riso suas piadas e tiradas contagiantes! Obrigado e as melhoras! "
Não é ode àquela que a possui,com a devida reverência pois quase me fode, não literal mas metaforicamente, pois receio ser brutalmente maltratado e renegado por cantar hinos platónicos em sua deferência.
Não é Ode à pessoa
Mas sim elegia a maleita
a primeira eleva
A segunda enterra
Que as veias tortuosas saiam
Das pernas de quem as tem
E do sistema venoso tratem
E se quedam ou se caiam
Não entendia gravidade da maleita
Nem o mal-estar causado
Deve ser momento de ter receita
Para que tal dolor seja passado
Para tal situação maldita
Uma bênção bendita
E atitude que a bafeja
Com doses de onor à dita
Fique livre do mal
Cuja as suas pernas aflige
Haja cura para tal
Numa qualquer sana perita
Fuja do corpo
Saia da mente
Traga a luz
E deixe para lá torpor
Faça de conta que nada tem
Pois a psique comanda a bem
Nada na veia aponte
E seja curada de repente
Se tivesse eu a capacidade
De retirar tal da mente
Dar-te-ia metade
Do meu sistema arterial decente
Sei que com a ode me enterrei
Ao criar uma crise global premente
Ao fazer esta elegia sei
Que tudo será diferente
Além de ser mezinha de ocasião
Não tem mais nenhum agregado
Seja através da composição
Ou de apenas lhe ser dedicado
Seja arteria ou veia
Canal ou via
Que flua livre e seja
Composto de sangue e alegria
Remeto um composto de energia
E meto reza mezinha e receita
Para que nessas varizes
Fiquem somente veias felizes
( assim como os teus petizes!)

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