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18 maio 2026

Elegia à variz

 


Nota ante: atenção que d'Este tratado lírico é somente dedicado à doença e ao anseio de rápidas melhoras e desejo de sua ausência e para se ter sanado!


Um pouco de seriedade entre parêntesis:

"A uma querida colega que espero que em breve já esteja a brilhar como a estrela que é com seu riso suas piadas e tiradas contagiantes! Obrigado e as melhoras! "

Não é ode àquela que a possui,com a devida reverência pois quase me fode, não literal mas metaforicamente, pois  receio ser brutalmente maltratado e renegado por cantar hinos platónicos em sua deferência.


Não é Ode à pessoa 

Mas sim elegia a maleita

a primeira eleva 

A segunda enterra


 Que as veias tortuosas saiam

Das pernas de quem as tem

E do sistema venoso tratem

E se quedam ou se caiam


Não entendia gravidade da maleita

Nem o mal-estar causado

Deve ser momento de ter receita 

Para que tal dolor seja passado 


Para tal situação maldita

Uma bênção bendita

E atitude que a bafeja

Com doses de onor à dita


Fique livre do mal

Cuja as suas pernas aflige 

Haja cura para tal

Numa qualquer sana perita


Fuja do corpo 

Saia da mente

Traga a luz 

E deixe para lá torpor


Faça de conta que nada tem

Pois a psique comanda a bem

Nada na veia aponte

E seja curada de repente 


Se tivesse eu a capacidade 

De retirar tal da mente 

Dar-te-ia metade

Do meu sistema arterial decente


Sei que com a ode me enterrei

Ao criar uma crise global premente 

Ao fazer esta elegia sei

Que tudo será diferente 


Além de ser mezinha de ocasião 

Não tem mais nenhum agregado

Seja através da composição 

Ou de apenas lhe ser dedicado


Seja arteria ou veia

Canal ou via

Que flua livre e seja

Composto de sangue e alegria


Remeto um composto de energia 

E meto reza mezinha e receita

Para que nessas varizes

Fiquem somente veias felizes 

( assim como os teus petizes!)

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