Perdoar pressupõe que o seu actuante aceita o erro e está consciente do seu acto errado e por consequência não irá repeti-lo. Perdoar é um acto de humildade do próprio que entende que a pessoa a quem a acção é tomada, tem consciência da sua falha, da não repetição e após tal resolução não se coloca numa posição de vítima e que só o fez por orgulho e não ficar mal, mas passada a sua anuência se comporta como vítima duma injustiça. E vira a situação a seu favor por resistência à sua condição humilhante acha-se no direito de consagrar para poder actuar contra o seu castrador, apontando-o como alguém que se encontra como inquisidor e o faz não por piedade ou Compaixão mas sim para se sentir superior! Acontece que esse inquisidor foi maltratado à priori, e nem pretende que a vitima assuma culpabilidade para posterior uso da sua parte de vítima e que requer uma desculpa. Antes prefere que o malfeitor assuma sua própria atitude e nem requer qualquer tipo de resposta, mas tão e somente que esteja ciente que prevaricou e irá sair contente. Mas a soberba, atitude pedante e ressabiamento é incapaz de o fazer Por ser alguém sem qualquer senso comum, moral e eticamente correcto. Ficando só a ausência de diálogo, sem qualquer esperança ou expectativa de ser instigado à insana ausência de contacto, e internamente se refere à parte acossada com inépcia do insano protagonista e é passado...
28 maio 2026
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